Questões Discursivas

Foram encontradas 97.626 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4139466 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


EUA descobrem megarreserva de hélio


Reserva afasta receio de esgotamento desse gás - que é o segundo elemento mais abundante do Universo, mas escasso na Terra 

-

A empresa americana Pulsar Helium anunciou ter encontrado uma reserva de hélio a 671 metros de profundidade na cidade americana de Babbitt. 

A quantidade exata ainda não foi determinada, mas promete ser imensa: os primeiros testes indicaram que o gás natural enterrado ali contém 12,4% de hélio, uma concentração 25 vezes mais alta que a usual (0,3% a 0,5%).

O hélio é um gás inerte com diversas aplicações científicas e tecnológicas: ele é usado para refrigerar as máquinas de ressonância magnética nos hospitais (cada uma usa 2 mil litros de hélio), ou para pressurizar os tanques de hidrogênio líquido de foguetes espaciais antes do lançamento, por exemplo. 

O hélio é o segundo elemento mais abundante do universo, mas na Terra é relativamente raro: está presente, em pequena porcentagem, nas reservas de gás natural. Por isso, há décadas os cientistas debatem a possibilidade de que ele vá acabar. 
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE um par de antônimos (palavras com sentido oposto) retirado do texto.
Alternativas
Q4139465 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


EUA descobrem megarreserva de hélio


Reserva afasta receio de esgotamento desse gás - que é o segundo elemento mais abundante do Universo, mas escasso na Terra 

-

A empresa americana Pulsar Helium anunciou ter encontrado uma reserva de hélio a 671 metros de profundidade na cidade americana de Babbitt. 

A quantidade exata ainda não foi determinada, mas promete ser imensa: os primeiros testes indicaram que o gás natural enterrado ali contém 12,4% de hélio, uma concentração 25 vezes mais alta que a usual (0,3% a 0,5%).

O hélio é um gás inerte com diversas aplicações científicas e tecnológicas: ele é usado para refrigerar as máquinas de ressonância magnética nos hospitais (cada uma usa 2 mil litros de hélio), ou para pressurizar os tanques de hidrogênio líquido de foguetes espaciais antes do lançamento, por exemplo. 

O hélio é o segundo elemento mais abundante do universo, mas na Terra é relativamente raro: está presente, em pequena porcentagem, nas reservas de gás natural. Por isso, há décadas os cientistas debatem a possibilidade de que ele vá acabar. 
De acordo com as informações do texto, julgue (V) para verdadeiro ou (F) para falso no que se afirma e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência CORRETA.

( )A possibilidade do esgotamento das reservas de gás hélio na Terra começou a ser uma preocupação para os cientistas há poucos anos.
( )Normalmente, a porcentagem de gás hélio encontrada em reservas de gás natural gira em torno de 12,4%.
( )A reserva de gás natural encontrada na cidade de Babbitt possui grande concentração de gás hélio.
( )O gás hélio é o elemento mais presente no Universo, entretanto, na Terra, esse gás ocupa o segundo lugar entre os gases mais comuns.
Alternativas
Q4109218 Português
Indique a alternativa que está correta quanto ao uso de “onde” e “aonde”.
Alternativas
Q4109217 Português
“Às vezes, precisamos ser como o pássaro: confiar nas asas e voar, mesmo sem saber até onde o vento vai nos levar.” Assinale a alternativa que apresenta a palavra que pertence à mesma regra de acentuação de “pássaro”.
Alternativas
Q4109216 Português
Qual alternativa não há erro de concordância nominal? 
Alternativas
Q4109215 Português
A família que conhecemos ontem _____________ para o Brasil. Decidiram _____________ de seu país natal por razões eco nômicas. Após revisar os detalhes, _____________ a informação anterior sobre a data de entrada no país, pois estava diver gente da data registrada em seus passaportes. Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior. 
Alternativas
Q4109214 Português
Indique a frase em que as palavras destacadas são homônimas perfeitas:
Alternativas
Q4109213 Português
Na frase “Ela trouxe seus documentos e os entregou à secretária,” qual é a função dos pronomes “seus” e “à”?
Alternativas
Q4109212 Português
Ela tem uma personalidade tranquila. A palavra destacada “tranquila” é um:
Alternativas
Q4109210 Português

Soneto 18


Se te comparo a um dia de verão

És por certo mais belo e mais ameno

O vento espalha as folhas pelo chão

E o tempo do verão é bem pequeno.

Às vezes brilha o Sol em demasia

Outras vezes desmaia com frieza;

O que é belo declina num só dia,

Na terna mutação da natureza.

Mas em ti o verão será eterno,

E a beleza que tens não perderás;

Nem chegarás da morte ao triste inverno:

Nestas linhas com o tempo crescerás.

E enquanto nesta terra houver um ser,

Meus versos vivos te farão viver.


(William Shakespeare. Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_willian_shakespeare/.)

Baseado no poema de William Shakespeare, o que prometem os versos do poeta pela beleza da pessoa amada?
Alternativas
Q4109209 Português

Soneto 18


Se te comparo a um dia de verão

És por certo mais belo e mais ameno

O vento espalha as folhas pelo chão

E o tempo do verão é bem pequeno.

Às vezes brilha o Sol em demasia

Outras vezes desmaia com frieza;

O que é belo declina num só dia,

Na terna mutação da natureza.

Mas em ti o verão será eterno,

E a beleza que tens não perderás;

Nem chegarás da morte ao triste inverno:

Nestas linhas com o tempo crescerás.

E enquanto nesta terra houver um ser,

Meus versos vivos te farão viver.


(William Shakespeare. Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_willian_shakespeare/.)

Qual é a principal ideia que Shakespeare expressa sobre a beleza da pessoa amada no Soneto 18? 
Alternativas
Q3990809 Português

Considere as três orações acerca dos sinais de pontuação e assinale a alternativa CORRETA:



I. Efetivamente, conheço esse homem.


II. A prefeitura, promoverá o concurso


III. Olha, Fabrício, você é um grande gestor. 

Alternativas
Q3990808 Português

Complete adequadamente os espaços e assinale a alternativa CORRETA:



Encontraram a criança na ______ de brinquedos.


A _____ da Câmara aprovou o projeto.


Os pais concordaram com a _______ de livros à biblioteca.


A firma possuía um ________ administrador.


Ele nem entendeu o ________ que causou a todos nós. 

Alternativas
Q3990807 Português
Os termos acessórios são aqueles cuja função, na oração, é acrescentar informações secundárias. Assinale a alternativa em que o texto destacado é complemento nominal:  
Alternativas
Q3990806 Português

Preencha as lacunas das seguintes frases e marque a opção que indica o uso correto da crase:



I. Isso cheira ___ querosene.


II. Eu estava disposto ___ viajar.


III. Nunca vou ___ festas.


IV. Deixou de ir ___ igreja.


V. Fui ___ Itália. 

Alternativas
Q3990805 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

Em “Todo cidadão tem direitos e deveres”. A palavra TODO é: 
Alternativas
Q3990804 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

Na frase “Não há mais espaços vazios em torno dela.” Assinale a alternativa CORRETA de acordo com a concordância verbal:
Alternativas
Q3990803 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

De acordo com a frase: “Nunca me senti estrangeiro como neste hotel”. Podemos inferir que: 
Alternativas
Q3990802 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

Na frase “Apenas imaginei – a sobre o asfalto da 23 de maio.” O pronome desta frase classifica – se sintaticamente como:
Alternativas
Q3988106 Português
Uma das definições do advérbio diz que é a palavra que modifica o adjetivo. Assinale a alternativa que confirma essa definição. 
Alternativas
Respostas
15881: B
15882: B
15883: A
15884: A
15885: A
15886: C
15887: A
15888: B
15889: B
15890: B
15891: A
15892: C
15893: A
15894: A
15895: C
15896: B
15897: C
15898: D
15899: A
15900: A