Questões de Concurso
Sobre português
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Programa federal destina R$ 360 milhões a pequenas empresas inovadoras
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançaram, no Rio de Janeiro, o Programa Tecnova 2026/2027. A iniciativa oferece R$ 360 milhões para pequenas empresas do país desenvolverem produtos, serviços e processos inovadores. Os recursos são da Finep e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
É a quarta edição do programa, que desta vez planeja contratar até 713 empresas com faturamento anual de até R$ 16 milhões. O total de recursos investidos pode chegar a R$ 588 milhões se forem consideradas as contrapartidas estaduais. A operacionalização dessa quantia ficará sob responsabilidade de agentes estaduais, como as fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entre outros. Uma vez contemplados, terão até 60 meses para execução do projeto.
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou o alcance nacional da iniciativa. Pela primeira vez, o programa contempla todas as 27 unidades da federação.
“O Programa Tecnova atua na descentralização da inovação para garantir que os recursos cheguem a todas as regiões do país. O apoio às micro e pequenas empresas contribui para o fortalecimento tecnológico nacional e para geração de empregos qualificados”, disse Luciana.
O presidente da Finep, Luiz Inácio Elias, explicou o modelo de cooperação com as unidades federativas.
“Trabalhamos em conjunto com os agentes estaduais para operacionalizar a subvenção econômica e modernizar o setor produtivo nas diferentes regiões. É no espaço entre produção do conhecimento e sua incorporação à economia e à sociedade que programas como o Tecnova assumem um papel significativo e estratégico”, destacou Elias.
Fonte :https://agenciabrasil.ebc.com.b/economia / noticia /2026-
06/programa-destina-r-360-milhoes-pequenas-empresas-inovadoras
(adaptado)
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Programa federal destina R$ 360 milhões a pequenas empresas inovadoras
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançaram, no Rio de Janeiro, o Programa Tecnova 2026/2027. A iniciativa oferece R$ 360 milhões para pequenas empresas do país desenvolverem produtos, serviços e processos inovadores. Os recursos são da Finep e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
É a quarta edição do programa, que desta vez planeja contratar até 713 empresas com faturamento anual de até R$ 16 milhões. O total de recursos investidos pode chegar a R$ 588 milhões se forem consideradas as contrapartidas estaduais. A operacionalização dessa quantia ficará sob responsabilidade de agentes estaduais, como as fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entre outros. Uma vez contemplados, terão até 60 meses para execução do projeto.
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou o alcance nacional da iniciativa. Pela primeira vez, o programa contempla todas as 27 unidades da federação.
“O Programa Tecnova atua na descentralização da inovação para garantir que os recursos cheguem a todas as regiões do país. O apoio às micro e pequenas empresas contribui para o fortalecimento tecnológico nacional e para geração de empregos qualificados”, disse Luciana.
O presidente da Finep, Luiz Inácio Elias, explicou o modelo de cooperação com as unidades federativas.
“Trabalhamos em conjunto com os agentes estaduais para operacionalizar a subvenção econômica e modernizar o setor produtivo nas diferentes regiões. É no espaço entre produção do conhecimento e sua incorporação à economia e à sociedade que programas como o Tecnova assumem um papel significativo e estratégico”, destacou Elias.
Fonte :https://agenciabrasil.ebc.com.b/economia / noticia /2026-
06/programa-destina-r-360-milhoes-pequenas-empresas-inovadoras
(adaptado)
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Programa federal destina R$ 360 milhões a pequenas empresas inovadoras
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançaram, no Rio de Janeiro, o Programa Tecnova 2026/2027. A iniciativa oferece R$ 360 milhões para pequenas empresas do país desenvolverem produtos, serviços e processos inovadores. Os recursos são da Finep e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
É a quarta edição do programa, que desta vez planeja contratar até 713 empresas com faturamento anual de até R$ 16 milhões. O total de recursos investidos pode chegar a R$ 588 milhões se forem consideradas as contrapartidas estaduais. A operacionalização dessa quantia ficará sob responsabilidade de agentes estaduais, como as fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entre outros. Uma vez contemplados, terão até 60 meses para execução do projeto.
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou o alcance nacional da iniciativa. Pela primeira vez, o programa contempla todas as 27 unidades da federação.
“O Programa Tecnova atua na descentralização da inovação para garantir que os recursos cheguem a todas as regiões do país. O apoio às micro e pequenas empresas contribui para o fortalecimento tecnológico nacional e para geração de empregos qualificados”, disse Luciana.
O presidente da Finep, Luiz Inácio Elias, explicou o modelo de cooperação com as unidades federativas.
“Trabalhamos em conjunto com os agentes estaduais para operacionalizar a subvenção econômica e modernizar o setor produtivo nas diferentes regiões. É no espaço entre produção do conhecimento e sua incorporação à economia e à sociedade que programas como o Tecnova assumem um papel significativo e estratégico”, destacou Elias.
Fonte :https://agenciabrasil.ebc.com.b/economia / noticia /2026-
06/programa-destina-r-360-milhoes-pequenas-empresas-inovadoras
(adaptado)
Crianças e adolescentes agora precisam de autorização judicial em casos de exposição comercial nas redes sociais, tanto em rede própria quanto em canais de adultos. A determinação já está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.
A norma determina que, caso os chamados influenciadores mirins não tenham o alvará, os conteúdos devem ser suspensos imediatamente pelas plataformas digitais, enquanto a situação não for regularizada. Além disso, as redes digitais, como YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Kwai, não podem monetizar (pagar por visualizações/anúncios) ou impulsionar conteúdos que explorem, de forma habitual, a imagem ou a rotina de crianças e adolescentes sem autorização judicial.
Apesar de o ECA Digital estar em vigor desde março, a legislação deu três meses para estas normas relacionadas às plataformas digitais começarem a valer.
O ECA digital também proíbe que os serviços de tecnologia da informação veiculem, monetizem ou impulsionem conteúdos que exponham crianças ou adolescentes a situações violadoras, erotizadas, vexatórias, degradantes ou publiquem dados que permitam sua identificação.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) já tinha encaminhado um ofício às principais plataformas digitais com recomendações para adequação à nova legislação, na parte que trata das atividades artísticas online de crianças e adolescentes. Entre as recomendações, está a de que as plataformas notifiquem todos os perfis sobre a obrigatoriedade de autorização judicial para conteúdos remunerados e adotem meios de verificação dos que já possuem alvará para atividade artística de crianças e adolescentes.
Porém, nos primeiros meses de vigência da norma, admite-se, temporariamente, o comprovante de protocolo do requerimento para justificar a regularização em curso.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-
06/plataformas-passam-exigir-autorizacao-para-remunerar-menores
(adaptado)
Crianças e adolescentes agora precisam de autorização judicial em casos de exposição comercial nas redes sociais, tanto em rede própria quanto em canais de adultos. A determinação já está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.
A norma determina que, caso os chamados influenciadores mirins não tenham o alvará, os conteúdos devem ser suspensos imediatamente pelas plataformas digitais, enquanto a situação não for regularizada. Além disso, as redes digitais, como YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Kwai, não podem monetizar (pagar por visualizações/anúncios) ou impulsionar conteúdos que explorem, de forma habitual, a imagem ou a rotina de crianças e adolescentes sem autorização judicial.
Apesar de o ECA Digital estar em vigor desde março, a legislação deu três meses para estas normas relacionadas às plataformas digitais começarem a valer.
O ECA digital também proíbe que os serviços de tecnologia da informação veiculem, monetizem ou impulsionem conteúdos que exponham crianças ou adolescentes a situações violadoras, erotizadas, vexatórias, degradantes ou publiquem dados que permitam sua identificação.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) já tinha encaminhado um ofício às principais plataformas digitais com recomendações para adequação à nova legislação, na parte que trata das atividades artísticas online de crianças e adolescentes. Entre as recomendações, está a de que as plataformas notifiquem todos os perfis sobre a obrigatoriedade de autorização judicial para conteúdos remunerados e adotem meios de verificação dos que já possuem alvará para atividade artística de crianças e adolescentes.
Porém, nos primeiros meses de vigência da norma, admite-se, temporariamente, o comprovante de protocolo do requerimento para justificar a regularização em curso.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-
06/plataformas-passam-exigir-autorizacao-para-remunerar-menores
(adaptado)
Crianças e adolescentes agora precisam de autorização judicial em casos de exposição comercial nas redes sociais, tanto em rede própria quanto em canais de adultos. A determinação já está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.
A norma determina que, caso os chamados influenciadores mirins não tenham o alvará, os conteúdos devem ser suspensos imediatamente pelas plataformas digitais, enquanto a situação não for regularizada. Além disso, as redes digitais, como YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Kwai, não podem monetizar (pagar por visualizações/anúncios) ou impulsionar conteúdos que explorem, de forma habitual, a imagem ou a rotina de crianças e adolescentes sem autorização judicial.
Apesar de o ECA Digital estar em vigor desde março, a legislação deu três meses para estas normas relacionadas às plataformas digitais começarem a valer.
O ECA digital também proíbe que os serviços de tecnologia da informação veiculem, monetizem ou impulsionem conteúdos que exponham crianças ou adolescentes a situações violadoras, erotizadas, vexatórias, degradantes ou publiquem dados que permitam sua identificação.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) já tinha encaminhado um ofício às principais plataformas digitais com recomendações para adequação à nova legislação, na parte que trata das atividades artísticas online de crianças e adolescentes. Entre as recomendações, está a de que as plataformas notifiquem todos os perfis sobre a obrigatoriedade de autorização judicial para conteúdos remunerados e adotem meios de verificação dos que já possuem alvará para atividade artística de crianças e adolescentes.
Porém, nos primeiros meses de vigência da norma, admite-se, temporariamente, o comprovante de protocolo do requerimento para justificar a regularização em curso.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-
06/plataformas-passam-exigir-autorizacao-para-remunerar-menores
(adaptado)
No trecho "...os conteúdos devem ser suspensos imediatamente...", a locução verbal sublinhada indica, no contexto normativo do Estatuto Digital, um valor discursivo de:
Crianças e adolescentes agora precisam de autorização judicial em casos de exposição comercial nas redes sociais, tanto em rede própria quanto em canais de adultos. A determinação já está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.
A norma determina que, caso os chamados influenciadores mirins não tenham o alvará, os conteúdos devem ser suspensos imediatamente pelas plataformas digitais, enquanto a situação não for regularizada. Além disso, as redes digitais, como YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Kwai, não podem monetizar (pagar por visualizações/anúncios) ou impulsionar conteúdos que explorem, de forma habitual, a imagem ou a rotina de crianças e adolescentes sem autorização judicial.
Apesar de o ECA Digital estar em vigor desde março, a legislação deu três meses para estas normas relacionadas às plataformas digitais começarem a valer.
O ECA digital também proíbe que os serviços de tecnologia da informação veiculem, monetizem ou impulsionem conteúdos que exponham crianças ou adolescentes a situações violadoras, erotizadas, vexatórias, degradantes ou publiquem dados que permitam sua identificação.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) já tinha encaminhado um ofício às principais plataformas digitais com recomendações para adequação à nova legislação, na parte que trata das atividades artísticas online de crianças e adolescentes. Entre as recomendações, está a de que as plataformas notifiquem todos os perfis sobre a obrigatoriedade de autorização judicial para conteúdos remunerados e adotem meios de verificação dos que já possuem alvará para atividade artística de crianças e adolescentes.
Porém, nos primeiros meses de vigência da norma, admite-se, temporariamente, o comprovante de protocolo do requerimento para justificar a regularização em curso.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-
06/plataformas-passam-exigir-autorizacao-para-remunerar-menores
(adaptado)
Crianças e adolescentes agora precisam de autorização judicial em casos de exposição comercial nas redes sociais, tanto em rede própria quanto em canais de adultos. A determinação já está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.
A norma determina que, caso os chamados influenciadores mirins não tenham o alvará, os conteúdos devem ser suspensos imediatamente pelas plataformas digitais, enquanto a situação não for regularizada. Além disso, as redes digitais, como YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Kwai, não podem monetizar (pagar por visualizações/anúncios) ou impulsionar conteúdos que explorem, de forma habitual, a imagem ou a rotina de crianças e adolescentes sem autorização judicial.
Apesar de o ECA Digital estar em vigor desde março, a legislação deu três meses para estas normas relacionadas às plataformas digitais começarem a valer.
O ECA digital também proíbe que os serviços de tecnologia da informação veiculem, monetizem ou impulsionem conteúdos que exponham crianças ou adolescentes a situações violadoras, erotizadas, vexatórias, degradantes ou publiquem dados que permitam sua identificação.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) já tinha encaminhado um ofício às principais plataformas digitais com recomendações para adequação à nova legislação, na parte que trata das atividades artísticas online de crianças e adolescentes. Entre as recomendações, está a de que as plataformas notifiquem todos os perfis sobre a obrigatoriedade de autorização judicial para conteúdos remunerados e adotem meios de verificação dos que já possuem alvará para atividade artística de crianças e adolescentes.
Porém, nos primeiros meses de vigência da norma, admite-se, temporariamente, o comprovante de protocolo do requerimento para justificar a regularização em curso.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-
06/plataformas-passam-exigir-autorizacao-para-remunerar-menores
(adaptado)
Crianças e adolescentes agora precisam de autorização judicial em casos de exposição comercial nas redes sociais, tanto em rede própria quanto em canais de adultos. A determinação já está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.
A norma determina que, caso os chamados influenciadores mirins não tenham o alvará, os conteúdos devem ser suspensos imediatamente pelas plataformas digitais, enquanto a situação não for regularizada. Além disso, as redes digitais, como YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Kwai, não podem monetizar (pagar por visualizações/anúncios) ou impulsionar conteúdos que explorem, de forma habitual, a imagem ou a rotina de crianças e adolescentes sem autorização judicial.
Apesar de o ECA Digital estar em vigor desde março, a legislação deu três meses para estas normas relacionadas às plataformas digitais começarem a valer.
O ECA digital também proíbe que os serviços de tecnologia da informação veiculem, monetizem ou impulsionem conteúdos que exponham crianças ou adolescentes a situações violadoras, erotizadas, vexatórias, degradantes ou publiquem dados que permitam sua identificação.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) já tinha encaminhado um ofício às principais plataformas digitais com recomendações para adequação à nova legislação, na parte que trata das atividades artísticas online de crianças e adolescentes. Entre as recomendações, está a de que as plataformas notifiquem todos os perfis sobre a obrigatoriedade de autorização judicial para conteúdos remunerados e adotem meios de verificação dos que já possuem alvará para atividade artística de crianças e adolescentes.
Porém, nos primeiros meses de vigência da norma, admite-se, temporariamente, o comprovante de protocolo do requerimento para justificar a regularização em curso.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-
06/plataformas-passam-exigir-autorizacao-para-remunerar-menores
(adaptado)
A diferença entre as expressões “Chegou a primavera!” e “Cheguei à primavera.” envolve aspectos sintáticos e semânticos relacionados ao uso da crase.
Sobre essa diferença, assinale a afirmativa correta.
https://www.radiorural.com.br/noticias/50411-governo-do-estado-lancacampanha-de-prevencao-a-dengue
Na campanha apresentada, a construção de sentidos resulta da articulação entre imagens e palavras.
Quanto ao texto escrito, o uso do pronome oblíquo anteposto ao verbo se deve ao fato de que
13 novembro, 2018 Primata
Marcelo Labes nasceu em Blumenau-SC, em 1984. É autor de Falações (EdiFurb, 2008), Porque sim não é resposta (Antítese, Hemisfério Sul, 2015), O filho da empregada (Antítese, Hemisfério Sul, 2016), Trapaça (Oito e Meio, 2016), Enclave (Patuá, 2018) e O poeta periférico (Edição do autor, 2018). Integrou a mostra Poesia Agora (edição carioca), em 2017. Tem poemas publicados em InComunidade, Mallarmagens, Literatura & Fechadura, Livre Opinião – Ideias em Debate, Ruído Manifesto, Enfermaria 6 e Revista Lavoura. Edita a revista eletrônica O poema do poeta, onde publica originais manuscritos, esboços e rabiscos de poetas e ficcionistas.
https://www.poesiaprimata.com/marcelo-labes/marcelo-labes-enclave-2018/
Publicado em uma revista eletrônica de poesia brasileira, o texto insere-se em um contexto de divulgação literária.
Considerando suas características composicionais e informativas, assinale a afirmativa que indica corretamente a função desse texto.
Obra completa de Salim Miguel ganha versão digital gratuita
24/09/2025 15:00
A iniciativa é da Editora da UFSC, que, nesta quinta-feira, lança os três primeiros títulos da série coleção, em evento no Teatro Carmen Fossari.
A reedição digital da obra de Salim Miguel, anunciada em 2024 em comemoração ao seu centenário, começa a ser disponibilizada. No dia 25 de setembro, três livros serão lançados em formato digital e gratuitos pela Editora da UFSC: Nur na escuridão, Minha vida (inédito em português) e Primeiro de Abril: Narrativas da cadeia, já incluído no vestibular 2026 da UFSC.
Adaptado de https://editora.ufsc.br/2025/09/24/obra-completa-de-salim-miguelganha-versao-digital-gratuita/
No título do texto, o verbo “ganha” é empregado em sentido figurado.
A opção em que se apresenta um verbo capaz de substituí-lo no contexto do título, mantendo equivalência com o sentido original, é
O que é um lugar de memória?
Um espaço de memória é mais do que um simples local geográfico ou uma construção física; é um repositório de histórias, emoções e experiências que transcendem o tempo. Ao passo que caminhamos por esses espaços, somos transportados para momentos passados, revivendo eventos, sentimentos e memórias coletivas que moldaram o curso da história e da cultura. No cerne, um espaço de memória serve como uma ponte entre o passado e o presente. Funciona como um lembrete palpável de eventos, pessoas ou eras que deixaram uma marca indestrutível na tapeçaria cultural de uma comunidade ou nação.
https://www.aqua.com.br/blog/lugares-de-memoria
No primeiro período do texto, as palavras “memória”, “geográfico” e “experiências” variam em relação ao gênero e ao número, mas têm em comum o fato de serem acentuadas graficamente - algo que pode ser justificado pela mesma regra de acentuação.
Assim sendo, essas palavras são acentuadas por
Minha mãe só implorava e suplicava por misericórdia, porque já tinha ouvido falar de traficantes de pessoas, mas esses brutamontes não ouviam. Eram como o acadêmico africano meio zumbi de quem falei. Talvez fosse isso, de fato, quem ele era naquela época. Enfim, aí os caras pegaram e arrastaram a gente até a casa do meu tio, e ele apareceu. Minha mãe tentou se prostrar diante dele, como era costume em nosso país, mas estava tão amarrada que caiu de lado. Um dos lados do rosto dela ficou cheio de terra e seus joelhos estavam esfolados. Agora eu sei que ela nunca foi amada, porque nunca foi vista de verdade, a não ser pelos filhos, que a amavam. (...)”
WALKER, Alice. O templo dos meus familiares. Rio de Janeiro: José Olympio, 2024. p. 80-81.
No fragmento apresentado, observam-se marcas de oralidade. Considerando esse aspecto, assinale a afirmativa que analisa corretamente o papel dessas marcas no texto.
Santa Catarina se consolida como destino completo no Brasil e ganha força em todas as estações
De Florianópolis ao Oeste catarinense, estado reúne praias, cultura, natureza e eventos que impulsionam o turismo durante todo o ano
Redação Revista Receita de Turismo | 18/03/2026
Santa Catarina vive um momento de consolidação no turismo brasileiro. Com crescimento consistente, expansão da malha aérea e aumento do interesse nacional e internacional, o estado passa a ser reconhecido não apenas como um destino de verão, mas como um território completo, capaz de oferecer experiências ao longo de todo o ano.
Essa transformação é resultado de planejamento, investimento em infraestrutura e valorização dos destinos — desde os já consolidados até regiões que começam a ganhar protagonismo no cenário turístico.
https://www.receitadeturismo.com.br/noticia/65/
Considerando as características do texto, assinale a afirmativa que indica corretamente seu objetivo comunicativo.
Lançamento do Livro “A Nossa Oktoberfest Blumenau” celebra 40 anos da maior festa alemã das Américas
2 de fevereiro, 2026
A Oktoberfest Blumenau nasceu de histórias, pessoas e encontros que, ao longo de quatro décadas, transformaram a festa em um dos maiores símbolos culturais do Brasil. Preservar essa trajetória e, ao mesmo tempo, olhar para o futuro, foi a proposta do lançamento do livro “A Nossa Oktoberfest Blumenau”, que teve como produtor, o publicitário José Geraldo Reis Pfau e que ocorreu nesta segunda-feira, dia 2, no Frohsinn.
A obra reúne entrevistas com personagens que fizeram parte da construção da festa ao longo dos anos, registrando diferentes olhares, desafios e conquistas que ajudaram a consolidar a Oktoberfest como a festa mais alemã das Américas. As histórias apresentadas no livro dão voz a quem viveu e ajudou a escrever cada capítulo dessa trajetória.
https://oktoberfestblumenau.com.br/2026/02/02/lancamento-do-livro-a-nossaoktoberfest-blumenaucelebra-40-anos-da-maior-festa-alema-das-americas/
Em um texto, pronomes podem funcionar como importantes mecanismos de coesão, ao retomarem termos anteriores e evitarem repetições desnecessárias.
Considerando o uso dos pronomes relativos marcados no texto, assinale a opção em que se identifica corretamente o elemento retomado pelo pronome destacado.
Franklin Cascaes vive: arte urbana renova o legado do bruxo da Ilha
Novo mural reconecta Florianópolis ao imaginário da Ilha, eternizado por Cascaes em traços, palavras e lendas.
O bruxo da Ilha está ressurgindo. E não é lenda; é real, como mostra a foto acima. Depois do mural em homenagem à Antonieta de Barros, já concluído, agora é a vez da parede do Edifício Atlas voltada para a rua Nereu Ramos e avenida Osmar Cunha receber mais uma vez a imagem de Franklin Cascaes, o guardião do imaginário popular da Ilha de Santa Catarina, e voltar a ser ponto de referência e parada obrigatória tanto para os que apreciam street art quanto para os que se orgulham de ver a memória da cidade viva e valorizada.
Adaptado de https://floripa.com/a-cidade/cultura/quem-foi-franklin-cascaes-novomural-em-florianopolis-celebra-seu-legado/
Releia: “E não é lenda; é real, como mostra a foto acima.” Considerando a relação entre o texto verbal e a imagem, bem como o valor semântico da palavra “como”, a foto assume, no contexto, um caráter
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que roupas estão tão caras na Argentina
Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.
Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.
Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.
Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.
Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.
O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.
Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.
O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.
As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.
O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.
Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.
Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam demais tempo para adaptação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.
Analise as afirmativas a seguir.
I.O emprego do acento indicativo de crase em “à produção nacional” ocorre de acordo com a norma-padrão.
PORQUE
II.O substantivo ”proteção” exige complemento introduzido pela preposição “a”, e o termo "produção” admite artigo definido feminino no contexto da frase.
Assinale a alternativa correta.