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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.
O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.
Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.
(Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
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O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.
O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.
Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.
(Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
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O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.
O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.
Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.
(Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
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O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.
O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.
Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.
(Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
Leia a tira a seguir para responder à questão.

(Charles M. Schulz. Minduim, 13.03.2025. Disponível em: www.estadao.com.br)
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(Charles M. Schulz. Minduim, 13.03.2025. Disponível em: www.estadao.com.br)
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(Charles M. Schulz. Minduim, 13.03.2025. Disponível em: www.estadao.com.br)
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(Charles M. Schulz. Minduim, 13.03.2025. Disponível em: www.estadao.com.br)
Leia o excerto a seguir, extraído de Iavelberg (2011):
“Os monitores contribuem para evitar brigas quando atuam com ética e promovem ___________ para ajudar as crianças a lidar com as divergências e os desentendimentos. Quanto mais os monitores souberem ____________, mais eles se sentirão parceiros na Educação dos alunos e atuarão como tal”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do excerto.
A alternativa em que o verbo tem a mesma regência do verbo destacado acima é:
O conector destacado pode ser substituído, CORRETAMENTE, por:
I - Eu podia falar o que quisesse.
II - Não havia pessoas perto de mim.
III - Eu podia rolar no chão e ficar nu.
Os itens I, II e III organizaram-se, com as devidas adaptações, em um único período, com clareza, correção gramatical e lógica, em:
A alternativa que substitui os segmentos destacados acima, de acordo com a prescrição gramatical, com os necessários ajustes, é: