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Q436121 Português
Assinale a opção que corresponde a erro gramatical ou de grafia. 
Segunda maior etnia (1) indígena da região central do Brasil, com mais de 27 mil indivíduos, os terenas reinvindicam (2) há anos a posse de várias propriedades rurais exploradas por criadores de gado, a maioria com titulação em cartório e sujeita a (3) cobrança de impostos. A disputa se (4) arrasta, tendo a Justiça alternado decisões contraditórias, ora concedendo a posse aos fazendeiros, ora atendendo recursos da parte dos índios. O fato é que, à (5) falta de referências sólidas que permitam decisão cabal, surge um vácuo que tem sido, infelizmente, típico da questão indígena no país.                                                                                          (Estado de Minas, 7/6/2013, com adaptações).
Alternativas
Q436081 Português
Em relação a aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q435910 Português
O sinal da crase está corretamente empregado em:
Alternativas
Q433405 Português
imagem-002.jpg
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima,
julgue o item subsequente.
Em “um instrumento acessível para as diversas rendas e idades” (L.27), o trecho “para as” poderia ser substituído por às, sem prejuízo da correção gramatical ou para o sentido original do texto.
Alternativas
Q430148 Português
A respeito das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o  item  que se segue.

Em “a privatização” (l.1) e em “a cobrança” (l.1-2), o emprego do sinal indicativo de crase é opcional.
Alternativas
Q430144 Português
Com referência a ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o  item .

Em “inversa à” (l.7), o sinal indicativo de crase é empregado porque a palavra “inversa” exige complemento regido pela preposição a; e, antes de “necessidade”, há elipse de termo precedido de artigo definido feminino.
Alternativas
Q428552 Português
No que se refere às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o  item.  

Dado o sentido indefinido associado a “certa”, no trecho “a certa distância” (l.7), o emprego do acento grave, indicativo de crase, no “a” prejudicaria a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q428545 Português
Com relação aos aspectos linguísticos apresentados no texto, julgue o  item  subsequente.

Sem prejuízo da coerência e da correção gramatical do texto, a expressão “às frases de efeito” (l.2) poderia ser substituída por a frases de efeito.
Alternativas
Q426704 Português
Julgue os itens referentes à descrição gramatical, identificando-os como CERTOS ou ERRADOS.

I. Na linha 1, empregam-se vírgulas para indicar o deslocamento por intercalação de um termo na chamada ordem direta da oração.

II. O emprego de “porque”, na linha 6, indica a relação de causa e efeito entre, respectivamente, os enunciados consequente e antecedente.

III. Na linha 9, o emprego do acento grave indicativo de crase é facultativo, pois sua ausência não implica alteração do sentido do enunciado.

IV. Na linha 17, flexiona-se a forma “estão” na 3ª pessoa do plural por causa da concordância com o sujeito composto.

O resultado é:
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Q424784 Português
Mercado fecha portas para jovens com pouco ensino
“Nem nem” pouco escolarizado preocupa

Érica Fraga

De cada 10 jovens entre 17 e 22 anos que não comple- taram o ensino fundamental, 3 continuam longe da escola e sem emprego. Essa situação piorou nos últimos anos e preocupa especialistas e o governo.

O maior temor é que essa fatia da população se torne mais vulnerável a riscos como os de inserção precária no mercado de trabalho e envolvimento com crime.

“Eles estão cada vez mais distantes da escola e, para entrar no mercado de trabalho, enfrentam a concorrência dos jovens que estão se tornando mais escolarizados”, diz Naercio Menezes, do Insper.

Os jovens que não trabalham nem estudam, conhecidos como “nem nem” (do espanhol “ni ni”), despertaram a atenção de pesquisadores brasileiros nos últimos anos. Menezes constatou, por exemplo, em 2010, que a proporção de jovens brasileiros com esse perfil estava crescendo de forma geral.

Em estudo, ele concluiu que essa expansão ocorreu em todas as faixas de escolaridade, mas foi maior entre os jovens com menos anos de estudo.

Para Menezes e outros pesquisadores que estudam os “nem nem”, como a economista Joana Monteiro, da FGV/Rio, a expansão da fatia desse grupo como um todo em relação ao total de jovens não é motivo para alarme. Menezes ressalta que essa situação, entre os jovens, é normalmente transitória.

Monteiro enfatiza em estudo sobre o tema que, entre os “nem nem” com mais de 19 anos, há uma fatia grande de mulheres que trabalham em casa e têm filhos. Mas os dois demonstram preocupação com a parcela significativa de jovens com poucos anos de estudo que têm ficado à margem da expansão da escolaridade e do mercado de trabalho.

“Esse grupo merece atenção especial porque sua situação pode virar um problema social, à medida que sua volta para a escola ou inserção no mercado de trabalho vão ficando mais difíceis”, afirma Monteiro.

O estudo do Insper mostra que, além do maior ritmo de entrada, os jovens com baixa escolaridade ficam mais tempo fora da escola e do mercado de trabalho. Mas há muitos casos de jovens que deixam de ser “nem nem” e, depois, voltam a essa condição.

Para a pesquisadora Ana Lúcia Kassouf, da USP, é preciso tornar a escola mais atraente para evitar a evasão dos jovens. Ela diz que o abandono dos estudos aumenta riscos como o de envolvimento com o crime. “Os jovens que estão fora da escola e sem trabalhar vêm em maior escala de famílias com renda baixa e se tornam mais vulneráveis a riscos como o da criminalidade”, diz. “É preciso mostrar a eles que a escola traz um retorno no futuro”.

(Adaptado de: Caderno “Mercado”, do jornal Folha de S.Paulo. Domingo, 25 de agosto de 2013, p. B10)

Sobre o uso de acentos gráficos no texto, apresentam-se as seguintes afirmações:


I. A regra de acentuação que determina que a palavra precária seja acentuada é a mesma utilizada para acentuar concorrência: ambas são paroxítonas terminadas em ditongo.

II. Na transcrição do depoimento da pesquisadora, no último parágrafo, a ausência do acento grave, tanto em a riscos como em a eles, justifica-se pela mesma regra: não ocorre crase antes de pronomes.

III. No sétimo parágrafo, aparece o acento indicador de crase na locução adverbial à margem, pelo mesmo motivo por que aparece na frase: Cada vez mais jovens têm vivido às custas dos pais.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q424676 Português
Em “e pode levar à frustração,” (l 3), o uso do sinal indicativo da crase é obrigatório de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

Essa obrigatoriedade se verifica na palavra destacada em:
Alternativas
Q424575 Português
O acento indicativo de crase está empregado em DESACORDO com a norma-padrão em:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2013 - MPE-RS - Agente Administrativo |
Q423437 Português
A questão está relacionada ao texto abaixo.


Considere as seguintes afirmações sobre o emprego do sinal de crase no texto.   
I. A substituição da palavra risco (L. 9) por ameaça acarretaria alterações em relação ao uso da crase.
II. A substituição da palavra exaustão (L. 34) por esgotamento acarretaria alterações em relação ao uso da crase.
III. A substituição do segmento ao que oprime (L. 39) por opressão criaria as condições necessárias para o uso da crase.

Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: MPE-MS Órgão: MPE-MS Prova: MPE-MS - 2013 - MPE-MS - Promotor de Justiça |
Q423233 Português
Qual frase emprega corretamente a crase:
Alternativas
Q422429 Português
“Será que essa violência - brutal de várias maneiras - não tem nenhuma relação com a outra que tanto nos indigna?”

Assinale a alternativa em que, na reescrita da frase acima, foi cometido um ERRO de emprego ou omissão da crase.
Alternativas
Q420220 Português
Leia o texto para responder a questão.

                        Herança maldita

        SÃO PAULO – O roteiro é manjado. O protesto, seja lá contra o que for, começa pacífico até que um grupo mascarado, como se atendesse a um comando único, toma a frente da marcha e começa a quebrar tudo o que surge pela frente.
        “Chegaram os black blocs’”, costuma-se ouvir entre os manifestantes, num tom que mistura medo e um certo glamour da violência.
        O “black bloc”, na verdade, não é um movimento, e sim uma estratégia de protesto anarquista. Seus adeptos cobrem o rosto e  se vestem de preto para dificultar a identificação e a fim de parecer uma massa única, criando uma aura revolucionária.
        Esse método apareceu nos protestos antiglobalização no fim da década de 1990. Símbolos capitalistas são os alvos preferidos, mas a versão tupiniquim tem especial atração por semáforos, radares, cabines da PM e outros equipamentos públicos.
        Por aqui, seus adeptos deram as caras nos primeiros atos pela redução da tarifa de ônibus, em São Paulo. De lá para cá, entretanto, muita coisa mudou. Os “black blocs”, especialmente paulistas e cariocas, crescem em progressão geométrica, estão sempre preparados para a guerra e já organizam as suas próprias 
manifestações.
        Em “assembleia” assistida pela Folha, discutiram táticas  para escapar da polícia, entre elas hospedar sites em servidores da Rússia ou de Taiwan, “impossíveis de derrubar”.
        As “vozes das ruas” produziram conquistas inegáveis. A principal delas foi dar à classe política a sensação de estar sendo constantemente vigiada. Nesse balanço, porém, pode-se dizer que os “black blocs” são a herança maldita dos protestos.
(Alan Gripp, Herança maldita. Folha de S.Paulo, 01.08.2013. Adaptado)

O protesto começa pacífico até que um grupo mascarado, como se atendesse____ uma ordem única, sai ____frente na marcha e começa a quebrar tudo que aparece ____ frente.

As lacunas da frase devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Alternativas
Q417136 Português
Fora de foco 

      Deve-se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
      Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
      A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá-los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
      É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.

(O Globo, 21/11/2013)

Observem-se as quatro ocorrências do acento grave indicativo da crase nas frases a seguir.

I. “que levavam à morte prematura”.

II. “legou à Humanidade doses substanciais de fármacos”.

III. “impensável viver sem eles à disposição”.

IV. “em relação à escala do uso de animais”.

Um dos princípios do uso desse acento é o que o indica em locuções adverbiais. Nesse caso, serve(m) de exemplo
Alternativas
Q414299 Português
imagem-001.jpg

Martha Nussbaum. Capacidades e justiça social. In: Debora Diniz
Marcelo Medeiros; Lívia Barbosa (Org.). Deficiência e igualdade
Brasília: LetrasLivres; EdUnB, 2010, p. 21-2 (com adaptações)

A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item subsequente.

A supressão do sinal indicativo de crase, em “vulneráveis à violência física e ao abuso sexual” (L.3-4), prejudicaria a correção gramatical do período, ainda que o termo “ao” fosse também suprimido.
Alternativas
Q413203 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas, conforme as regras de uso do acento indicador de crase.

Ontem_______tarde, o homem foi_________uma feira de produtos orgânicos, onde comprou caquis para dar______seu filho.
Alternativas
Q411573 Português
                      Calendário maia que inspirou crença no
                            fim do mundo está em Dresden


        A prova de que o mundo não vai acabar fica bem atrás de uma pesada porta de metal dourada, pintada com hieróglifos. A porta leva do Museu do Livro diretamente à sala do tesouro da Biblioteca Estatal e Universitária de Dresden. As paredes são pintadas de preto, uma luz pálida dificulta a visão e um mistério parece pairar no ar.
       A sala guarda escritos seculares como, por exemplo, um cone de argila da Suméria de quase 4 mil anos, um livro de orações hebraico e uma Missa em si menor, de Johann Sebastian Bach. No meio do recinto, repousa o maior tesouro, dentro de uma caixa de vidro: o mundialmente famoso calendário maia, composto de uma tira de papel amate de 3,5 metros, dobrada em 39 folhas.
       É uma boa notícia que haja um calendário como o da biblioteca de Dresden, porque a maioria dos documentos da cultura maia foi destruída. “Quando os europeus conquistaram o México, os deuses maias eram tão estranhos para eles que o bispo Diego de Landa ordenou que todos os 5 mil livros maias fossem queimados”, conta Thomas Bürger, diretor da biblioteca.
        O calendário é originário do início do século 16, tendo sido produzido pouco antes da conquista espanhola, embora os pesquisadores não tenham uma datação mais precisa e não saibam a forma como o documento chegou da América Latina para a Europa. Relatos dão conta de que o bibliotecário e capelão da corte Christian Götze o descobriu em 1739, durante uma viagem de compras a Viena, de onde o levou para a Biblioteca Real, em Dresden.
       Somente cem anos depois, descobriu-se que o documento é um manuscrito maia. O então diretor da biblioteca, Ernst Wilhelm Förstemann, conseguiu decifrar grande parte da escrita histórica, marcando o dia 21 de dezembro de 2012 como uma data importante. Nesse dia, começa um novo ciclo de 400 anos, o 14º baktun. O tão falado apocalipse é, portanto, apenas uma das possíveis interpretações dessa data
.

(Adaptado de Claudia Euen. CartaCapital, 20 de dezembro de 2012, http://www.cartacapital.com.br/sociedade/calendario- maia-que-inspirou-crenca-no-fim-do-mundo-esta-em-dresden/)


A porta leva do Museu do Livro diretamente à sala do tesouro da Biblioteca Estatal e Universitária de Dresden.

O sinal indicativo de crase pode ser corretamente mantido, caso o segmento grifado na frase acima seja substituído por: Os especialistas em cultura maia sempre
Alternativas
Respostas
7361: B
7362: E
7363: A
7364: C
7365: E
7366: C
7367: C
7368: C
7369: C
7370: A
7371: B
7372: C
7373: D
7374: A
7375: C
7376: D
7377: A
7378: E
7379: A
7380: E