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Q4251478 Português

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Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público‑alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Considerando o trecho “as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos.”, os vocábulos “bem” e “entendidas” deveriam ser, obrigatoriamente, unidos por hífen, uma vez que o advérbio antecede uma palavra iniciada por vogal.
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Q4251477 Português

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Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público‑alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

A partir da leitura dos trechos “A linguagem simples não significa a ‘infantilização’ do discurso público.” e “Quando o governo passa a se comunicar na ‘mesma língua’ dos cidadãos,”, constata‑se que os termos “infantilização” e “mesma língua” foram destacados para sinalizar o emprego de expressões de cunho irônico e satírico.
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Q4251476 Português

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Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público‑alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Na construção “Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.”, a forma verbal “aproxima” é bitransitiva, pois exige um complemento direto (“a sociedade”) e um complemento indireto (“do governo”).
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Q4251475 Português

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Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público‑alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Em “É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.”, a estrutura “de que a maturidade democrática exige” exerce a função de adjunto adnominal do substantivo “reconhecimento”, tendo em vista que o termo preposicionado tem natureza restritiva e caracteriza um nome anterior.
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Q4251474 Português

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Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público‑alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

No período “Também exige testar a compreensão do público‑alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.”, as formas verbais “exige” e “prevê” encontram‑se flexionadas na terceira pessoa do singular porque concordam com o mesmo sujeito elíptico, cujo referente é “a lei”.
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Q4251473 Português

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Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público‑alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Na construção “A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta”, o vocábulo “que” atua como um pronome relativo, exercendo papel coesivo anafórico ao retomar o substantivo “conjunto”
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Q4251472 Português

Texto para o item.

Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público‑alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

No fragmento “Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.”, o conectivo “logo” introduz uma ideia de explicação, mantendo‑se a correção gramatical e o sentido original do texto caso fosse substituído por portanto.
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Q4251471 Português

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Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público‑alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

No trecho “se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel.”, a expressão “somente no papel” foi empregada em seu sentido denotativo, visto que assume um valor figurado e metafórico para indicar que a eficácia da lei permanece apenas no plano teórico.
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Q4251470 Português

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Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios 

Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.

O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.

A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.

A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.

“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.

Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).


Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

No período “Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais.”, ocorre, na primeira oração, o fenômeno da elipse, caracterizado pela omissão subentendida de termo expresso na oração antecedente.
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Q4251469 Português

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Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios 

Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.

O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.

A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.

A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.

“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.

Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).


Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

 Em “A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez.”, a substituição do conectivo “segundo” pela conjunção consoante preservaria a correção gramatical e o sentido original do período.
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Q4251468 Português

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Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios 

Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.

O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.

A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.

A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.

“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.

Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).


Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

No trecho “Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.”, a substituição do sinal de dois‑pontos por uma vírgula manteria a correção gramatical do período.
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Q4251467 Português

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Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios 

Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.

O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.

A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.

A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.

“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.

Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).


Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

No fragmento “Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial.”, a locução verbal “vão ser impactados” poderia ser substituída por seriam impactados sem alteração de sentido, pois ambas as formas expressam projeção futura com o mesmo grau de certeza.
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Q4251466 Português

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Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios 

Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.

O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.

A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.

A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.

“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.

Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).


Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Na construção “A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.”, caso o pronome “que” fosse substituído pela estrutura em que, a forma verbal “tratou” deveria ser, obrigatoriamente, alterada para tratou‑se.
Alternativas
Q4251465 Português

Texto para o item. 

Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios 

Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.

O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.

A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.

A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.

“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.

Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).


Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

O texto apresenta tipologia predominantemente expositiva, uma vez que relata dados, exemplos e informações sobre o uso da inteligência artificial na Administração Pública sem defender explicitamente uma tese ou persuadir o leitor a adotar determinada posição.
Alternativas
Q4251464 Português

Texto para o item. 

Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios 

Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.

O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.

A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.

A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.

“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.

Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).


Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

O período “Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.” poderia ser reescrito, sem prejuízo à correção gramatical e ao sentido original do texto, da seguinte forma: O chatbot, programa de computador simulador de conversas, constitui uma inovação mais perceptível, facilitando o acesso à serviços essenciais e auxiliando internamente o Poder Executivo.
Alternativas
Q4251463 Português

Texto para o item. 

Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios 

Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.

O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.

A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.

A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.

“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.

Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).


Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

No trecho “A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação.”, o exemplo citado ilustra o uso proativo da inteligência artificial pelo Poder Público, na medida em que o Estado entra em contato com o cidadão ao detectar a existência de uma necessidade específica.
Alternativas
Q4251202 Português

Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,

apesar da abundância hídrica


No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções

em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para

enfrentar desigualdade no acesso


    Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.  


    No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.


Soluções práticas


   Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.  


   No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água. 


   Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis. 


    A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS). 


R$ 4 bilhões em saneamento


    No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.


    Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma. 


    Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros. 


Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-

br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-

tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.

2026. 

No trecho “Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.”, os dois-pontos (:) poderiam ser substituídos, sem prejuízo de sentido, por uma vírgula, seguida da conjunção 
Alternativas
Q4251201 Português

Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,

apesar da abundância hídrica


No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções

em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para

enfrentar desigualdade no acesso


    Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.  


    No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.


Soluções práticas


   Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.  


   No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água. 


   Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis. 


    A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS). 


R$ 4 bilhões em saneamento


    No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.


    Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma. 


    Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros. 


Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-

br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-

tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.

2026. 

Entre as expressões destacadas nas alternativas, qual exerce a mesma função sintática do segmento sublinhado em “[...] a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade.”?
Alternativas
Q4251200 Português

Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,

apesar da abundância hídrica


No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções

em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para

enfrentar desigualdade no acesso


    Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.  


    No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.


Soluções práticas


   Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.  


   No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água. 


   Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis. 


    A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS). 


R$ 4 bilhões em saneamento


    No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.


    Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma. 


    Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros. 


Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-

br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-

tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.

2026. 

Considerando o uso correto do acento indicativo de crase, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
(  ) Em “[...] o enfrentamento da desigualdade no acesso à água [...]”, é facultativo o uso do acento indicativo de crase no “a” destacado.
(  ) Em “[...] exige soluções adaptadas à realidade brasileira.”, o acento indicativo de crase foi empregado porque há a junção do “a” preposição, exigido pelo termo “adaptadas”, com o “a” artigo, que acompanha a expressão feminina “realidade brasileira”.
(  ) No trecho “[...] levando água potável a comunidades isoladas.”, o “a” em destaque poderia receber o acento indicativo de crase, sem prejuízo gramatical, uma vez que “comunidades isoladas” é uma expressão feminina.
Alternativas
Q4251199 Português

Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,

apesar da abundância hídrica


No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções

em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para

enfrentar desigualdade no acesso


    Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.  


    No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.


Soluções práticas


   Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.  


   No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água. 


   Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis. 


    A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS). 


R$ 4 bilhões em saneamento


    No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.


    Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma. 


    Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros. 


Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-

br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-

tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.

2026. 

Assinale a alternativa na qual a palavra “que” tem função diferente da desempenhada no seguinte trecho: “A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água.”.  
Alternativas
Respostas
621: E
622: E
623: C
624: E
625: C
626: C
627: E
628: E
629: E
630: C
631: C
632: E
633: E
634: C
635: E
636: C
637: B
638: C
639: D
640: A