Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964333 Português
     “As plantas viam o jardineiro como as plantas veem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.

       Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.

        Seguiam-no com seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam-se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.

       Por maiores que fossem os cuidados do jardineiro, às plantas tanto lhes fazia viver ou morrer. Tanto lhes dava que ele se finasse no sono ou voltasse ao quintal todos os dias. Tanto lhes dava que tivesse encontrado nelas uma razão de viver ou as amasse.

     Se lhes faltasse a rega, murchariam. Não seria por mal, não o levavam a mal. Nada esperavam dele.”


Djaimilia Pereira de Almeida, A visão das plantas.
Assinale a alternativa que mantém a ordem lógica dos fatos apresentada no texto.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964332 Português
     “As plantas viam o jardineiro como as plantas veem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.

       Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.

        Seguiam-no com seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam-se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.

       Por maiores que fossem os cuidados do jardineiro, às plantas tanto lhes fazia viver ou morrer. Tanto lhes dava que ele se finasse no sono ou voltasse ao quintal todos os dias. Tanto lhes dava que tivesse encontrado nelas uma razão de viver ou as amasse.

     Se lhes faltasse a rega, murchariam. Não seria por mal, não o levavam a mal. Nada esperavam dele.”


Djaimilia Pereira de Almeida, A visão das plantas.
Ao atribuir às plantas ações humanas, como “seguir com o olhar” e “vigiar os passos”, o texto utiliza
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964331 Português
     “As plantas viam o jardineiro como as plantas veem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.

       Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.

        Seguiam-no com seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam-se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.

       Por maiores que fossem os cuidados do jardineiro, às plantas tanto lhes fazia viver ou morrer. Tanto lhes dava que ele se finasse no sono ou voltasse ao quintal todos os dias. Tanto lhes dava que tivesse encontrado nelas uma razão de viver ou as amasse.

     Se lhes faltasse a rega, murchariam. Não seria por mal, não o levavam a mal. Nada esperavam dele.”


Djaimilia Pereira de Almeida, A visão das plantas.
No trecho “Nada esperavam dele”, a frase mostra que as plantas 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964330 Português
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Na frase “ É mais uma vítima da própria ignorância...”, a palavra “ignorância” pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por 
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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964329 Português

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No trecho “no fundo, também sofre...”, a expressão “no fundo” indica

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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964328 Português

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Ao afirmar “Raiva não... fico com pena! ”, o personagem revela uma postura de

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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964327 Português

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A ideia central da tirinha de Armandinho é:

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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964326 Português
No trecho “preconceito não faz parte do jogo”, a palavra ”jogo” é utilizada com o objetivo de 
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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964325 Português
Na frase “ Cartão vermelho para o racismo”, a palavra “para” estabelece uma relação de 
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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964324 Português
A presença dos termos “cartão vermelho”, “regra” e “jogo” contribui para
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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964323 Português
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A mensagem principal do texto é construída por meio de uma metáfora esportiva, que possui o objetivo de: 
Alternativas
Q3963745 Português

Analise a tabela a seguir sobre a população de Valparaíso de Goiás.


                 Imagem associada para resolução da questão 


              Disponível em: https://www.ipe.df.gov.br/documents/9915964/10177271/PMAD_2019-2020-Valparaiso_de_Goias.pdf. Acesso em: 20 jan. 2026.



A tabela evidencia qual característica da mobilidade dos moradores de Valparaíso de Goiás que trabalham no Distrito Federal (DF)?  

Alternativas
Q3963744 Português
Leia o texto a seguir.
Com a agropecuária, o perigo negro pode até ter diminuído, mas o medo continuou ou até aumentou. Nas minas, como nas fazendas, os escravos e as escravas, na maioria das vezes, suportaram resignadamente o impacto dos açoites, mas nem sempre. Às vezes acontecia de “a corda arrebentar do lado mais forte”, expressão sobre os crimes praticados por escravos em Goiás no século XIX. Para alguns, talvez, o medo dos escravos fosse até mais forte do que o medo dos indígenas, pois estes estavam longe; aqueles, ao lado. Nunca se sabia ao certo qual seria a reação dos escravos à violência da escravidão e o pior poderia acontecer.
OLIVEIRA, E. C. de. “O medo do outro”: conflitos entre brancos, negros e mestiços em Goiás nos séculos XVIII e XIX. Revista Territórios e Fronteiras, v. 10, n. 2, 2017. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/articl e/view/616. Acesso em: 21 jan. 2026. [Adaptado].


Quem sentia o medo referido no texto? 
Alternativas
Q3963742 Português
Leia o texto a seguir.
Estrada de Hugo
Uma estrada atravessando o chão difícil deste Brasil imenso de cidades e sertões
Estrada cheia de pegadas de caboclos rudes calcando o pó das velhas gerações
Estrada das bandeiras, das tropas e boiadas, através de cordilheiras e matas densumbrosas; de campos e rios, de várzeas e taludes
Velha estrada de escarpas perigosas, onde um poeta cantou, desconsolado: — Eu só, sem mais ninguém!
LYNCE, Léo. Poesia quase completa. Ed. da UFG: Goiânia. 1996, p. 143. [Adaptado]

No texto, a estrada tem um papel central devido a qual característica?
Alternativas
Q3963741 Português
Leia o texto a seguir.
Viajar sem pressa, sem roteiros exaustivos e com foco total no descanso. Essa é a lógica do chamado turismo do sono, tendência que começa a se consolidar em Goiás e atrai viajantes interessados em desacelerar, dormir melhor e recuperar o equilíbrio físico e mental. Goiás reúne características naturais que favorecem esse tipo de experiência. Na Chapada dos Veadeiros, cidades como Alto Paraíso de Goiás, Vila de São Jorge e Cavalcante concentram pousadas, chalés e retiros voltados ao bem-estar. O silêncio do cerrado, a distância dos grandes centros e a paisagem natural criam um ambiente propício ao descanso. A Cidade de Goiás, antiga capital do estado, também aparece entre os destinos procurados por quem busca tranquilidade. O ritmo mais lento e as hospedagens em áreas verdes favorecem noites silenciosas e dias sem pressa.
MONTEIRO, Luan. Turismo do sono em Goiás ganha espaço entre viajantes que buscam descanso. Jornal Opção, 18 jan. 2026. Disponível em: https://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/turismo-do-sono-em-goias- ganha-espaco-entre-viajantes-que-buscam-descanso-784961/. Acesso em: 20 jan. 2026.


Esse tipo de turismo reflete qual desafio para a sociedade atual? 
Alternativas
Q3963740 Português

Leia Texto 4 para responder à questão.


Texto 4 



  Quem inventou os cortadores de unha?



    Antes da invenção do cortador de unhas moderno, as pessoas usavam pequenas facas (e depois tesouras) para fazer o trabalho. Foram os antigos romanos que começaram a dar valor para unhas bem cuidadas.  


    A primeira patente de um cortador de unhas foi registrada em 23 de março de 1875 pelo americano Valentine Fogerty, de Boston. Na verdade, a invenção de Fogerty parecia mais uma lixa de unha circular. Nos anos seguintes, o escritório de patentes dos Estados Unidos recebeu patentes com novos modelos. Até que, em 1947, William Bassett desenvolveu um modelo eficaz de cortador de unhas, que ele batizou com a marca “Trim”. De onde veio esse nome? Esses aparelhinhos são chamados nos Estados Unidos de “nail clipper” e também “trimmer”. O verbo “to trim”, em inglês, significa justamente “aparar”.


    No Brasil, a marca “Trim” teve uma importância tão grande que virou, em alguns Estados, sinônimo para o aparelhinho. Na região nordeste, ele é chamado de “Trinco” porque a empresa americana se chamava Trim Company (ou apenas Trim Co.). Outra marca bastante famosa é a Unhex. 


Disponível em: https://www.guiadoscuriosos.com.br/variedades/deu-a-louca-

no-mundo/invencoes/quem-inventou-os-cortadores-de-unha/. Acesso em: 16

jan. 2026. 

No Texto 4, ao tratar da origem e da difusão das palavras “Trim” e “Trinco”, o autor evidencia que o vocabulário de uma língua 
Alternativas
Q3963739 Português

Leia Texto 4 para responder à questão.


Texto 4 



  Quem inventou os cortadores de unha?



    Antes da invenção do cortador de unhas moderno, as pessoas usavam pequenas facas (e depois tesouras) para fazer o trabalho. Foram os antigos romanos que começaram a dar valor para unhas bem cuidadas.  


    A primeira patente de um cortador de unhas foi registrada em 23 de março de 1875 pelo americano Valentine Fogerty, de Boston. Na verdade, a invenção de Fogerty parecia mais uma lixa de unha circular. Nos anos seguintes, o escritório de patentes dos Estados Unidos recebeu patentes com novos modelos. Até que, em 1947, William Bassett desenvolveu um modelo eficaz de cortador de unhas, que ele batizou com a marca “Trim”. De onde veio esse nome? Esses aparelhinhos são chamados nos Estados Unidos de “nail clipper” e também “trimmer”. O verbo “to trim”, em inglês, significa justamente “aparar”.


    No Brasil, a marca “Trim” teve uma importância tão grande que virou, em alguns Estados, sinônimo para o aparelhinho. Na região nordeste, ele é chamado de “Trinco” porque a empresa americana se chamava Trim Company (ou apenas Trim Co.). Outra marca bastante famosa é a Unhex. 


Disponível em: https://www.guiadoscuriosos.com.br/variedades/deu-a-louca-

no-mundo/invencoes/quem-inventou-os-cortadores-de-unha/. Acesso em: 16

jan. 2026. 

No Texto 4, a referência ao uso das denominações “Trim” e “Trinco” para designar o cortador de unhas evidencia um fenômeno de variação linguística relacionado à 
Alternativas
Q3963738 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3



Os miseráveis



No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada. 


Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.


Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.


Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]


SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em: 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17

jan. 2026.  

No Texto 3, a expressão “camadas sedimentares” contribui para a construção do sentido global ao empregar a concordância nominal de modo a 
Alternativas
Q3963737 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3



Os miseráveis



No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada. 


Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.


Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.


Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]


SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em: 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17

jan. 2026.  

No Texto 3, ao descrever diferentes grupos sociais atingidos pela pobreza ao longo do tempo, o autor sugere que a pobreza 
Alternativas
Q3963736 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3



Os miseráveis



No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada. 


Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.


Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.


Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]


SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em: 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17

jan. 2026.  

No Texto 3, o autor organiza as informações de modo a caracterizar diferentes grupos sociais e suas condições de vida ao longo do tempo. Considerando as sequências textuais presentes, o texto apresenta, predominantemente, a sequência 
Alternativas
Respostas
4641: B
4642: C
4643: B
4644: A
4645: D
4646: C
4647: D
4648: D
4649: B
4650: E
4651: C
4652: C
4653: B
4654: B
4655: D
4656: D
4657: A
4658: B
4659: C
4660: B