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Q4212873 Português
Dia Nacional do Livro Infantil: entenda a importância da leitura para o desenvolvimento e a alfabetização

     O Dia Nacional do Livro Infantil é celebrado no dia 18 de abril. A data é uma referência ao nascimento do escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira. A oportunidade homenageia o autor e reforça o papel do livro infantil na formação das crianças. Incentivar a leitura desde os primeiros anos de vida potencializa o processo de desenvolvimento integral das crianças. Para além de preparar melhor para a alfabetização dos pequenos, a vivência com os livros, narrativas e ilustrações auxilia na formação de vínculos afetivos com a leitura, como também amplia o vocabulário e desenvolvimento de habilidades cognitivas importantes para as crianças.
     “O contato com o livro e a leitura é uma das experiências mais ricas na vida de um indivíduo, pois abre portas para todas as áreas do conhecimento. Quando ele acontece de forma prazerosa desde cedo, a criança desenvolve a atenção, a memória e a concentração, amplia o vocabulário e o repertório, fortalece a imaginação, desenvolve a criatividade, o raciocínio lógico, escreve melhor e se expressa melhor”, afirma a pedagoga Maria Cardoso.
     A partir da leitura, com o passar do tempo, as crianças conseguem expor de forma mais objetiva e consistente seus pensamentos e emoções, o que é importante tanto na infância quanto na vida adulta, considera a especialista.
     Maria destaca que livros com ilustrações coloridas, textos curtos e formatos variados (como obras feitas de tecido, plástico ou papelão) ajudam a tornar a experiência mais acessível e lúdica. 
    “É importante que, no momento de contar as histórias dos livros infantis, o adulto utilize entonação de voz diferente conforme os personagens, mostre as figuras e nomeie os objetos. Esses detalhes possibilitam uma melhor experiência para a criança, além de despertar mais interesse. A partir dos 2 anos, já é possível pedir para a criança participar da história, recontando a parte que ouviu e criando uma nova história por meio das imagens presentes no livro”, afirma.
     Estimular a leitura na infância ajuda o cérebro da criança a se preparar melhor para o processo de alfabetização. Maria Cardoso lista abaixo benefícios da leitura:
     O gosto pela leitura: uma criança que tem acesso aos livros desde bebê tem um interesse natural pela alfabetização, e essa motivação é um dos maiores preditores para o sucesso.
     Ampliação de vocabulário: uma criança exposta aos livros desenvolve um vocabulário muito mais amplo. Oralmente, ela produz frases mais completas e entende melhor o que escuta, o que facilita bastante o início da leitura.
    Desenvolvimento da consciência fonológica: o contato com histórias, rimas e cantigas desenvolve muito mais rapidamente a consciência fonológica, habilidade essencial para a alfabetização.
     O contato com os livros desde cedo, viabilizado por meio da família e da escola, fomenta a formação de leitores críticos e engajados.


Adaptado de: https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/dianacional-livro-infantil-importancia-leitura-desenvolvimento-infantilalfabetizacao/33475.html. Acesso em: 23 abr. 2026.
Com base na leitura e na interpretação do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4212872 Português
Dia Nacional do Livro Infantil: entenda a importância da leitura para o desenvolvimento e a alfabetização

     O Dia Nacional do Livro Infantil é celebrado no dia 18 de abril. A data é uma referência ao nascimento do escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira. A oportunidade homenageia o autor e reforça o papel do livro infantil na formação das crianças. Incentivar a leitura desde os primeiros anos de vida potencializa o processo de desenvolvimento integral das crianças. Para além de preparar melhor para a alfabetização dos pequenos, a vivência com os livros, narrativas e ilustrações auxilia na formação de vínculos afetivos com a leitura, como também amplia o vocabulário e desenvolvimento de habilidades cognitivas importantes para as crianças.
     “O contato com o livro e a leitura é uma das experiências mais ricas na vida de um indivíduo, pois abre portas para todas as áreas do conhecimento. Quando ele acontece de forma prazerosa desde cedo, a criança desenvolve a atenção, a memória e a concentração, amplia o vocabulário e o repertório, fortalece a imaginação, desenvolve a criatividade, o raciocínio lógico, escreve melhor e se expressa melhor”, afirma a pedagoga Maria Cardoso.
     A partir da leitura, com o passar do tempo, as crianças conseguem expor de forma mais objetiva e consistente seus pensamentos e emoções, o que é importante tanto na infância quanto na vida adulta, considera a especialista.
     Maria destaca que livros com ilustrações coloridas, textos curtos e formatos variados (como obras feitas de tecido, plástico ou papelão) ajudam a tornar a experiência mais acessível e lúdica. 
    “É importante que, no momento de contar as histórias dos livros infantis, o adulto utilize entonação de voz diferente conforme os personagens, mostre as figuras e nomeie os objetos. Esses detalhes possibilitam uma melhor experiência para a criança, além de despertar mais interesse. A partir dos 2 anos, já é possível pedir para a criança participar da história, recontando a parte que ouviu e criando uma nova história por meio das imagens presentes no livro”, afirma.
     Estimular a leitura na infância ajuda o cérebro da criança a se preparar melhor para o processo de alfabetização. Maria Cardoso lista abaixo benefícios da leitura:
     O gosto pela leitura: uma criança que tem acesso aos livros desde bebê tem um interesse natural pela alfabetização, e essa motivação é um dos maiores preditores para o sucesso.
     Ampliação de vocabulário: uma criança exposta aos livros desenvolve um vocabulário muito mais amplo. Oralmente, ela produz frases mais completas e entende melhor o que escuta, o que facilita bastante o início da leitura.
    Desenvolvimento da consciência fonológica: o contato com histórias, rimas e cantigas desenvolve muito mais rapidamente a consciência fonológica, habilidade essencial para a alfabetização.
     O contato com os livros desde cedo, viabilizado por meio da família e da escola, fomenta a formação de leitores críticos e engajados.


Adaptado de: https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/dianacional-livro-infantil-importancia-leitura-desenvolvimento-infantilalfabetizacao/33475.html. Acesso em: 23 abr. 2026.
Com base na leitura e na interpretação do texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Celebrar o Dia Nacional do Livro Infantil contribui para enfatizar a importância da leitura para as crianças.
( ) Ler, na infância, ajuda no desenvolvimento de diversas habilidades, como raciocínio lógico e escrita.
( ) Ao ler para uma criança, o adulto deve exercer uma função quase passiva, manifestando-se pouco com relação à leitura, para que a criança aprenda a pensar.
Alternativas
Q4212871 Português
Dia Nacional do Livro Infantil: entenda a importância da leitura para o desenvolvimento e a alfabetização

     O Dia Nacional do Livro Infantil é celebrado no dia 18 de abril. A data é uma referência ao nascimento do escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira. A oportunidade homenageia o autor e reforça o papel do livro infantil na formação das crianças. Incentivar a leitura desde os primeiros anos de vida potencializa o processo de desenvolvimento integral das crianças. Para além de preparar melhor para a alfabetização dos pequenos, a vivência com os livros, narrativas e ilustrações auxilia na formação de vínculos afetivos com a leitura, como também amplia o vocabulário e desenvolvimento de habilidades cognitivas importantes para as crianças.
     “O contato com o livro e a leitura é uma das experiências mais ricas na vida de um indivíduo, pois abre portas para todas as áreas do conhecimento. Quando ele acontece de forma prazerosa desde cedo, a criança desenvolve a atenção, a memória e a concentração, amplia o vocabulário e o repertório, fortalece a imaginação, desenvolve a criatividade, o raciocínio lógico, escreve melhor e se expressa melhor”, afirma a pedagoga Maria Cardoso.
     A partir da leitura, com o passar do tempo, as crianças conseguem expor de forma mais objetiva e consistente seus pensamentos e emoções, o que é importante tanto na infância quanto na vida adulta, considera a especialista.
     Maria destaca que livros com ilustrações coloridas, textos curtos e formatos variados (como obras feitas de tecido, plástico ou papelão) ajudam a tornar a experiência mais acessível e lúdica. 
    “É importante que, no momento de contar as histórias dos livros infantis, o adulto utilize entonação de voz diferente conforme os personagens, mostre as figuras e nomeie os objetos. Esses detalhes possibilitam uma melhor experiência para a criança, além de despertar mais interesse. A partir dos 2 anos, já é possível pedir para a criança participar da história, recontando a parte que ouviu e criando uma nova história por meio das imagens presentes no livro”, afirma.
     Estimular a leitura na infância ajuda o cérebro da criança a se preparar melhor para o processo de alfabetização. Maria Cardoso lista abaixo benefícios da leitura:
     O gosto pela leitura: uma criança que tem acesso aos livros desde bebê tem um interesse natural pela alfabetização, e essa motivação é um dos maiores preditores para o sucesso.
     Ampliação de vocabulário: uma criança exposta aos livros desenvolve um vocabulário muito mais amplo. Oralmente, ela produz frases mais completas e entende melhor o que escuta, o que facilita bastante o início da leitura.
    Desenvolvimento da consciência fonológica: o contato com histórias, rimas e cantigas desenvolve muito mais rapidamente a consciência fonológica, habilidade essencial para a alfabetização.
     O contato com os livros desde cedo, viabilizado por meio da família e da escola, fomenta a formação de leitores críticos e engajados.


Adaptado de: https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/dianacional-livro-infantil-importancia-leitura-desenvolvimento-infantilalfabetizacao/33475.html. Acesso em: 23 abr. 2026.
A partir da leitura e da interpretação do texto, é correto afirmar que a leitura, na infância, pode contribuir para a alfabetização, pois 
Alternativas
Q4212870 Português
Dia Nacional do Livro Infantil: entenda a importância da leitura para o desenvolvimento e a alfabetização

     O Dia Nacional do Livro Infantil é celebrado no dia 18 de abril. A data é uma referência ao nascimento do escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira. A oportunidade homenageia o autor e reforça o papel do livro infantil na formação das crianças. Incentivar a leitura desde os primeiros anos de vida potencializa o processo de desenvolvimento integral das crianças. Para além de preparar melhor para a alfabetização dos pequenos, a vivência com os livros, narrativas e ilustrações auxilia na formação de vínculos afetivos com a leitura, como também amplia o vocabulário e desenvolvimento de habilidades cognitivas importantes para as crianças.
     “O contato com o livro e a leitura é uma das experiências mais ricas na vida de um indivíduo, pois abre portas para todas as áreas do conhecimento. Quando ele acontece de forma prazerosa desde cedo, a criança desenvolve a atenção, a memória e a concentração, amplia o vocabulário e o repertório, fortalece a imaginação, desenvolve a criatividade, o raciocínio lógico, escreve melhor e se expressa melhor”, afirma a pedagoga Maria Cardoso.
     A partir da leitura, com o passar do tempo, as crianças conseguem expor de forma mais objetiva e consistente seus pensamentos e emoções, o que é importante tanto na infância quanto na vida adulta, considera a especialista.
     Maria destaca que livros com ilustrações coloridas, textos curtos e formatos variados (como obras feitas de tecido, plástico ou papelão) ajudam a tornar a experiência mais acessível e lúdica. 
    “É importante que, no momento de contar as histórias dos livros infantis, o adulto utilize entonação de voz diferente conforme os personagens, mostre as figuras e nomeie os objetos. Esses detalhes possibilitam uma melhor experiência para a criança, além de despertar mais interesse. A partir dos 2 anos, já é possível pedir para a criança participar da história, recontando a parte que ouviu e criando uma nova história por meio das imagens presentes no livro”, afirma.
     Estimular a leitura na infância ajuda o cérebro da criança a se preparar melhor para o processo de alfabetização. Maria Cardoso lista abaixo benefícios da leitura:
     O gosto pela leitura: uma criança que tem acesso aos livros desde bebê tem um interesse natural pela alfabetização, e essa motivação é um dos maiores preditores para o sucesso.
     Ampliação de vocabulário: uma criança exposta aos livros desenvolve um vocabulário muito mais amplo. Oralmente, ela produz frases mais completas e entende melhor o que escuta, o que facilita bastante o início da leitura.
    Desenvolvimento da consciência fonológica: o contato com histórias, rimas e cantigas desenvolve muito mais rapidamente a consciência fonológica, habilidade essencial para a alfabetização.
     O contato com os livros desde cedo, viabilizado por meio da família e da escola, fomenta a formação de leitores críticos e engajados.


Adaptado de: https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/dianacional-livro-infantil-importancia-leitura-desenvolvimento-infantilalfabetizacao/33475.html. Acesso em: 23 abr. 2026.
A respeito do excerto “O Dia Nacional do Livro Infantil é celebrado no dia 18 de abril. A data é uma referência ao nascimento do escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira.”, é correto afirmar que o termo destacado se refere a
Alternativas
Q4212869 Português
Dia Nacional do Livro Infantil: entenda a importância da leitura para o desenvolvimento e a alfabetização

     O Dia Nacional do Livro Infantil é celebrado no dia 18 de abril. A data é uma referência ao nascimento do escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira. A oportunidade homenageia o autor e reforça o papel do livro infantil na formação das crianças. Incentivar a leitura desde os primeiros anos de vida potencializa o processo de desenvolvimento integral das crianças. Para além de preparar melhor para a alfabetização dos pequenos, a vivência com os livros, narrativas e ilustrações auxilia na formação de vínculos afetivos com a leitura, como também amplia o vocabulário e desenvolvimento de habilidades cognitivas importantes para as crianças.
     “O contato com o livro e a leitura é uma das experiências mais ricas na vida de um indivíduo, pois abre portas para todas as áreas do conhecimento. Quando ele acontece de forma prazerosa desde cedo, a criança desenvolve a atenção, a memória e a concentração, amplia o vocabulário e o repertório, fortalece a imaginação, desenvolve a criatividade, o raciocínio lógico, escreve melhor e se expressa melhor”, afirma a pedagoga Maria Cardoso.
     A partir da leitura, com o passar do tempo, as crianças conseguem expor de forma mais objetiva e consistente seus pensamentos e emoções, o que é importante tanto na infância quanto na vida adulta, considera a especialista.
     Maria destaca que livros com ilustrações coloridas, textos curtos e formatos variados (como obras feitas de tecido, plástico ou papelão) ajudam a tornar a experiência mais acessível e lúdica. 
    “É importante que, no momento de contar as histórias dos livros infantis, o adulto utilize entonação de voz diferente conforme os personagens, mostre as figuras e nomeie os objetos. Esses detalhes possibilitam uma melhor experiência para a criança, além de despertar mais interesse. A partir dos 2 anos, já é possível pedir para a criança participar da história, recontando a parte que ouviu e criando uma nova história por meio das imagens presentes no livro”, afirma.
     Estimular a leitura na infância ajuda o cérebro da criança a se preparar melhor para o processo de alfabetização. Maria Cardoso lista abaixo benefícios da leitura:
     O gosto pela leitura: uma criança que tem acesso aos livros desde bebê tem um interesse natural pela alfabetização, e essa motivação é um dos maiores preditores para o sucesso.
     Ampliação de vocabulário: uma criança exposta aos livros desenvolve um vocabulário muito mais amplo. Oralmente, ela produz frases mais completas e entende melhor o que escuta, o que facilita bastante o início da leitura.
    Desenvolvimento da consciência fonológica: o contato com histórias, rimas e cantigas desenvolve muito mais rapidamente a consciência fonológica, habilidade essencial para a alfabetização.
     O contato com os livros desde cedo, viabilizado por meio da família e da escola, fomenta a formação de leitores críticos e engajados.


Adaptado de: https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/dianacional-livro-infantil-importancia-leitura-desenvolvimento-infantilalfabetizacao/33475.html. Acesso em: 23 abr. 2026.
Assinale a alternativa em que a substituição proposta entre parênteses para a expressão destacada pode ser realizada sem que haja, com isso, alteração de sentido. 
Alternativas
Q4212868 Português
Dia Nacional do Livro Infantil: entenda a importância da leitura para o desenvolvimento e a alfabetização

     O Dia Nacional do Livro Infantil é celebrado no dia 18 de abril. A data é uma referência ao nascimento do escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira. A oportunidade homenageia o autor e reforça o papel do livro infantil na formação das crianças. Incentivar a leitura desde os primeiros anos de vida potencializa o processo de desenvolvimento integral das crianças. Para além de preparar melhor para a alfabetização dos pequenos, a vivência com os livros, narrativas e ilustrações auxilia na formação de vínculos afetivos com a leitura, como também amplia o vocabulário e desenvolvimento de habilidades cognitivas importantes para as crianças.
     “O contato com o livro e a leitura é uma das experiências mais ricas na vida de um indivíduo, pois abre portas para todas as áreas do conhecimento. Quando ele acontece de forma prazerosa desde cedo, a criança desenvolve a atenção, a memória e a concentração, amplia o vocabulário e o repertório, fortalece a imaginação, desenvolve a criatividade, o raciocínio lógico, escreve melhor e se expressa melhor”, afirma a pedagoga Maria Cardoso.
     A partir da leitura, com o passar do tempo, as crianças conseguem expor de forma mais objetiva e consistente seus pensamentos e emoções, o que é importante tanto na infância quanto na vida adulta, considera a especialista.
     Maria destaca que livros com ilustrações coloridas, textos curtos e formatos variados (como obras feitas de tecido, plástico ou papelão) ajudam a tornar a experiência mais acessível e lúdica. 
    “É importante que, no momento de contar as histórias dos livros infantis, o adulto utilize entonação de voz diferente conforme os personagens, mostre as figuras e nomeie os objetos. Esses detalhes possibilitam uma melhor experiência para a criança, além de despertar mais interesse. A partir dos 2 anos, já é possível pedir para a criança participar da história, recontando a parte que ouviu e criando uma nova história por meio das imagens presentes no livro”, afirma.
     Estimular a leitura na infância ajuda o cérebro da criança a se preparar melhor para o processo de alfabetização. Maria Cardoso lista abaixo benefícios da leitura:
     O gosto pela leitura: uma criança que tem acesso aos livros desde bebê tem um interesse natural pela alfabetização, e essa motivação é um dos maiores preditores para o sucesso.
     Ampliação de vocabulário: uma criança exposta aos livros desenvolve um vocabulário muito mais amplo. Oralmente, ela produz frases mais completas e entende melhor o que escuta, o que facilita bastante o início da leitura.
    Desenvolvimento da consciência fonológica: o contato com histórias, rimas e cantigas desenvolve muito mais rapidamente a consciência fonológica, habilidade essencial para a alfabetização.
     O contato com os livros desde cedo, viabilizado por meio da família e da escola, fomenta a formação de leitores críticos e engajados.


Adaptado de: https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/dianacional-livro-infantil-importancia-leitura-desenvolvimento-infantilalfabetizacao/33475.html. Acesso em: 23 abr. 2026.
Assinale a alternativa em que a reescrita da sentença manteve o sentido do texto original, respeitando a norma-padrão. 
Alternativas
Q4212537 Português

Considere a tirinha do cartunista Alexandre Beck a seguir.



Na expressão "vendo pôr do sol", constante no último quadrinho da tirinha, considerando o contexto em que ela foi empregada, o sujeito da oração classifica-se como:
Alternativas
Q4212536 Português

Considere a tirinha do cartunista Alexandre Beck a seguir.



O principal recurso semântico responsável pelo efeito de humor da tirinha de Alexandre Beck é:
Alternativas
Q4212535 Português

Considere a tirinha do cartunista Alexandre Beck a seguir.



Quanto aos tipos e gêneros textuais, sobre a tirinha de Beck, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4212534 Português

Considere a tirinha do cartunista Alexandre Beck a seguir.



Considerando os conceitos de letra e de fonema e a definição de dígrafos consonantais e vocálicos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4212533 Português

Considere a tirinha do cartunista Alexandre Beck a seguir.



Interpretando assertivamente a tirinha, INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4211432 Português

Texto para responder à questão.



Comunicação



    É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um… um… como é mesmo o nome?

    “Posso ajudá-lo, cavalheiro?”

    “Pode. Eu quero um daqueles, daqueles…”

    “Pois não?”

    “Um… como é mesmo o nome?”

    “Sim?”

    “Pomba! Um… um… Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima.”

    “Sim, senhor.”

    “O senhor vai dar risada quando souber.”

    “Sim, senhor.”

    “Olha, é pontuda, certo?”

    “O quê, cavalheiro?”

    “Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um… Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta; a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?”

    [...]

    “Não! Escuta aqui. Vamos tentar de novo…”

    “Tentemos por outro lado. Para o que serve?”

   “Serve assim para prender. Entende? Uma coisa pontuda que prende. Você enfia a ponta pontuda por aqui, encaixa a ponta no sulco e prende as duas partes de uma coisa.”

    “Certo. Esse instrumento que o senhor procura funciona mais ou menos como um gigantesco alfinete de segurança e…”

    “Mas é isso! É isso! Um alfinete de segurança!”

    “Mas do jeito que o senhor descrevia parecia uma coisa enorme, cavalheiro!”

    “É que eu sou meio expansivo. Me vê aí um… um… como é mesmo o nome?”



(VERISSIMO, Luis Fernando. Comunicação. Amor brasileiro. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1977. p. 143-145. Fragmento.)

Considerando os aspectos morfológicos da língua portuguesa, assinale, a seguir, o termo destacado que se diferencia dos demais quanto à classe de palavras a que pertence.
Alternativas
Q4211431 Português

Texto para responder à questão.



Comunicação



    É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um… um… como é mesmo o nome?

    “Posso ajudá-lo, cavalheiro?”

    “Pode. Eu quero um daqueles, daqueles…”

    “Pois não?”

    “Um… como é mesmo o nome?”

    “Sim?”

    “Pomba! Um… um… Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima.”

    “Sim, senhor.”

    “O senhor vai dar risada quando souber.”

    “Sim, senhor.”

    “Olha, é pontuda, certo?”

    “O quê, cavalheiro?”

    “Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um… Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta; a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?”

    [...]

    “Não! Escuta aqui. Vamos tentar de novo…”

    “Tentemos por outro lado. Para o que serve?”

   “Serve assim para prender. Entende? Uma coisa pontuda que prende. Você enfia a ponta pontuda por aqui, encaixa a ponta no sulco e prende as duas partes de uma coisa.”

    “Certo. Esse instrumento que o senhor procura funciona mais ou menos como um gigantesco alfinete de segurança e…”

    “Mas é isso! É isso! Um alfinete de segurança!”

    “Mas do jeito que o senhor descrevia parecia uma coisa enorme, cavalheiro!”

    “É que eu sou meio expansivo. Me vê aí um… um… como é mesmo o nome?”



(VERISSIMO, Luis Fernando. Comunicação. Amor brasileiro. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1977. p. 143-145. Fragmento.)

De acordo com a narrativa apresentada, pode-se compreender que:  
Alternativas
Q4211430 Português

Texto para responder à questão.



Políticas de troca e a prevenção de conflitos nas relações de consumo



    As relações de consumo não se encerram no momento da venda. Em muitos casos, é justamente no pós-venda que a qualidade da relação entre consumidor e fornecedor é efetivamente testada.

    Trocas, devoluções, reclamações sobre vícios, solicitações de cancelamento e pedidos de reembolso são situações comuns na rotina empresarial. Apesar disso, muitas empresas ainda tratam esses temas de forma improvisada, sem política clara, sem padronização interna e sem adequado registro dos atendimentos.

    Esse cenário aumenta o risco de conflito. Não necessariamente porque o fornecedor tenha agido de má-fé, mas porque a ausência de clareza gera insegurança, frustração e ruído comunicacional.

    Nesse contexto, a política de troca deve ser compreendida não apenas como uma regra comercial, mas como um instrumento de governança, transparência e prevenção de riscos nas relações de consumo.

    A transparência é um dos pilares das relações de consumo. O consumidor precisa compreender, antes ou no momento da contratação, quais são as condições aplicáveis à aquisição do produto ou serviço.

    No caso das trocas, essa transparência é especialmente relevante porque muitas divergências decorrem da confusão entre situações juridicamente distintas.

    Há diferença entre troca por liberalidade comercial, troca decorrente de vício do produto e direito de arrependimento em compras realizadas fora do estabelecimento comercial.

    A troca por liberalidade é aquela oferecida pelo fornecedor como política interna, em situações nas quais não há, necessariamente, defeito ou vício. É comum em lojas físicas que permitem a troca de roupas, calçados ou presentes por tamanho, cor ou modelo, desde que respeitadas determinadas condições.

    Já a reclamação por vício do produto ou serviço envolve hipótese diversa, relacionada à inadequação, defeito de funcionamento, problema de qualidade ou desconformidade com a oferta.

    O direito de arrependimento, por sua vez, possui aplicação própria nas contratações realizadas fora do estabelecimento comercial, especialmente em compras pela internet, telefone ou aplicativos.

    Quando a empresa não comunica essas diferenças, o consumidor pode acreditar que toda solicitação de troca segue a mesma lógica. Do outro lado, o fornecedor pode negar pedidos de forma genérica, sem explicar adequadamente a razão da negativa.

    A transparência, portanto, não apenas informa. Ela reduz expectativas desalinhadas.


(Por: Victor Hugo Souza Tosta. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.) 

Considerando os termos destacados do texto apresentado, sobre os aspectos fonológicos da língua portuguesa, analise as afirmativas a seguir.



I. No vocábulo “ainda”, a divisão silábica correta evidencia um hiato.


II. Na palavra “encerram”, ocorre dígrafo consonantal e dígrafo vocálico.


III. No termo “justamente”, o número de letras é diferente do número de fonemas.


IV. A forma “própia” é aceita pela norma-padrão como variante prosódica de “própria”.



Está correto o que se afirma em 

Alternativas
Q4211429 Português

Texto para responder à questão.



Políticas de troca e a prevenção de conflitos nas relações de consumo



    As relações de consumo não se encerram no momento da venda. Em muitos casos, é justamente no pós-venda que a qualidade da relação entre consumidor e fornecedor é efetivamente testada.

    Trocas, devoluções, reclamações sobre vícios, solicitações de cancelamento e pedidos de reembolso são situações comuns na rotina empresarial. Apesar disso, muitas empresas ainda tratam esses temas de forma improvisada, sem política clara, sem padronização interna e sem adequado registro dos atendimentos.

    Esse cenário aumenta o risco de conflito. Não necessariamente porque o fornecedor tenha agido de má-fé, mas porque a ausência de clareza gera insegurança, frustração e ruído comunicacional.

    Nesse contexto, a política de troca deve ser compreendida não apenas como uma regra comercial, mas como um instrumento de governança, transparência e prevenção de riscos nas relações de consumo.

    A transparência é um dos pilares das relações de consumo. O consumidor precisa compreender, antes ou no momento da contratação, quais são as condições aplicáveis à aquisição do produto ou serviço.

    No caso das trocas, essa transparência é especialmente relevante porque muitas divergências decorrem da confusão entre situações juridicamente distintas.

    Há diferença entre troca por liberalidade comercial, troca decorrente de vício do produto e direito de arrependimento em compras realizadas fora do estabelecimento comercial.

    A troca por liberalidade é aquela oferecida pelo fornecedor como política interna, em situações nas quais não há, necessariamente, defeito ou vício. É comum em lojas físicas que permitem a troca de roupas, calçados ou presentes por tamanho, cor ou modelo, desde que respeitadas determinadas condições.

    Já a reclamação por vício do produto ou serviço envolve hipótese diversa, relacionada à inadequação, defeito de funcionamento, problema de qualidade ou desconformidade com a oferta.

    O direito de arrependimento, por sua vez, possui aplicação própria nas contratações realizadas fora do estabelecimento comercial, especialmente em compras pela internet, telefone ou aplicativos.

    Quando a empresa não comunica essas diferenças, o consumidor pode acreditar que toda solicitação de troca segue a mesma lógica. Do outro lado, o fornecedor pode negar pedidos de forma genérica, sem explicar adequadamente a razão da negativa.

    A transparência, portanto, não apenas informa. Ela reduz expectativas desalinhadas.


(Por: Victor Hugo Souza Tosta. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.) 

Do ponto de vista das características textuais, é correto afirmar que o texto: 
Alternativas
Q4211428 Português

Texto para responder à questão.



Políticas de troca e a prevenção de conflitos nas relações de consumo



    As relações de consumo não se encerram no momento da venda. Em muitos casos, é justamente no pós-venda que a qualidade da relação entre consumidor e fornecedor é efetivamente testada.

    Trocas, devoluções, reclamações sobre vícios, solicitações de cancelamento e pedidos de reembolso são situações comuns na rotina empresarial. Apesar disso, muitas empresas ainda tratam esses temas de forma improvisada, sem política clara, sem padronização interna e sem adequado registro dos atendimentos.

    Esse cenário aumenta o risco de conflito. Não necessariamente porque o fornecedor tenha agido de má-fé, mas porque a ausência de clareza gera insegurança, frustração e ruído comunicacional.

    Nesse contexto, a política de troca deve ser compreendida não apenas como uma regra comercial, mas como um instrumento de governança, transparência e prevenção de riscos nas relações de consumo.

    A transparência é um dos pilares das relações de consumo. O consumidor precisa compreender, antes ou no momento da contratação, quais são as condições aplicáveis à aquisição do produto ou serviço.

    No caso das trocas, essa transparência é especialmente relevante porque muitas divergências decorrem da confusão entre situações juridicamente distintas.

    Há diferença entre troca por liberalidade comercial, troca decorrente de vício do produto e direito de arrependimento em compras realizadas fora do estabelecimento comercial.

    A troca por liberalidade é aquela oferecida pelo fornecedor como política interna, em situações nas quais não há, necessariamente, defeito ou vício. É comum em lojas físicas que permitem a troca de roupas, calçados ou presentes por tamanho, cor ou modelo, desde que respeitadas determinadas condições.

    Já a reclamação por vício do produto ou serviço envolve hipótese diversa, relacionada à inadequação, defeito de funcionamento, problema de qualidade ou desconformidade com a oferta.

    O direito de arrependimento, por sua vez, possui aplicação própria nas contratações realizadas fora do estabelecimento comercial, especialmente em compras pela internet, telefone ou aplicativos.

    Quando a empresa não comunica essas diferenças, o consumidor pode acreditar que toda solicitação de troca segue a mesma lógica. Do outro lado, o fornecedor pode negar pedidos de forma genérica, sem explicar adequadamente a razão da negativa.

    A transparência, portanto, não apenas informa. Ela reduz expectativas desalinhadas.


(Por: Victor Hugo Souza Tosta. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.) 

Releia o 2º§: “Trocas, devoluções, reclamações sobre vícios, solicitações de cancelamento e pedidos de reembolso são situações comuns na rotina empresarial. Apesar disso, muitas empresas ainda tratam esses temas de forma improvisada, sem política clara, sem padronização interna e sem adequado registro dos atendimentos.”. Assinale, a seguir, a afirmativa que está de acordo com o sentido expresso pela estrutura e conteúdo apresentados no trecho destacado.
Alternativas
Q4211167 Português
Em relação à vírgula hachurada no trecho “Alterações na pele, na circulação e até nos hormônios influenciam diretamente a aparência das veias”, retirado do texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4211166 Português

No que se refere às relações de coordenação e subordinação, sobre a frase “Esse processo é mais comum em pessoas que permanecem muito tempo em pé ou possuem predisposição genética para problemas circulatórios”, retirada do texto, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.



I. O termo “que” é um pronome relativo que retoma a palavra “pessoas”, evitando a sua repetição na frase.


II. O termo “ou” é uma conjunção coordenativa alternativa, pois põe em relação duas ideias que se apresentam como possibilidades distintas.


III. Todas as informações apresentadas na frase poderiam ser separadas em frases independentes, sem que uma dependesse da outra para fazer sentido.

Alternativas
Q4211165 Português
No período “Com o avanço da idade, a produção dessas substâncias diminui naturalmente, tornando a pele mais fina e menos resistente”, retirado do texto, o trecho sublinhado exerce a função sintática de: 
Alternativas
Q4211164 Português
Em relação à classe e à formação de palavras retiradas do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Respostas
2801: B
2802: E
2803: C
2804: D
2805: E
2806: A
2807: A
2808: A
2809: E
2810: D
2811: B
2812: D
2813: C
2814: D
2815: A
2816: D
2817: C
2818: D
2819: B
2820: A