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Q4034052 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento "da vida".
Considerando o termo destacado, de acordo com a análise das classes de palavras envolvidas em sua constituição, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034051 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
A explicação mais provável é que ele "tivesse" cerca de dez por cento da massa da Terra e "tenha sido" amplamente absorvido após a colisão.
Considerando a conjugação de tempo e modo dos verbos destacados, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034049 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua.
Considerando a análise sintática da oração acima, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4034048 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto apresenta explicações científicas sobre a origem da Lua a partir de diferentes hipóteses construídas ao longo do tempo, com destaque para evidências que relacionam eventos físicos iniciais a efeitos de longa duração sobre a Terra.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034047 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto desenvolve uma explicação científica articulando conceitos, hipóteses e evidências por meio de recursos linguísticos que asseguram continuidade referencial e progressão argumentativa.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034006 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas.
Considerando a sintaxe do período acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034005 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto aborda aspectos explicativos e interpretativos sobre a formação da Lua, destacando tanto as evidências científicas disponíveis quanto os limites atuais do conhecimento sobre esse processo.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034004 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
A explicação mais provável é que ele "tivesse" cerca de dez por cento da massa da Terra e "tenha sido" amplamente absorvido após a colisão.
Considerando a conjugação de tempo e modo dos verbos destacados, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4034003 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram "que" as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo. Considerando o vocábulo destacado, de acordo com o emprego das classes de palavras, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034002 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
"Assim, embora ainda haja incertezas", a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia.
Considerando a análise sintática do trecho destacado, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034001 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento "da vida".
Considerando o termo destacado, de acordo com a análise das classes de palavras envolvidas em sua constituição, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4033999 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua.
Considerando a análise sintática da oração acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4033998 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto desenvolve uma explicação científica articulando conceitos, hipóteses e evidências por meio de recursos linguísticos que asseguram continuidade referencial e progressão argumentativa.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4033997 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto apresenta explicações científicas sobre a origem da Lua a partir de diferentes hipóteses construídas ao longo do tempo, com destaque para evidências que relacionam eventos físicos iniciais a efeitos de longa duração sobre a Terra.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4033896 Português

Cornposta por 191 paÍses rnerrbros e pela Ur-rião Europeia, a Organização das Nações Unidas para a Alirner-rtação e a Agricultura (FAO) funciona como um forum neutro para prornover a cooperação internacional em questões relacionadas à alimentação e à agricultura. Como uma agência da ONU, ela proporciona um espaço imparcial para discussÕes e negociações, facilitando a colaboração entre países, organizações e especialistas. A função da FAO é apoiar os países na elaboração e execução de políticas e programas de assistência tecnica nas áreas agrícola e alimentar. Para isso, a agência trabalha em parceria com outras organizaçôes da ONU, organismos internacionais, governos e setor privado. Considerando isso, relacione as ações e os programas da FAO, em âmbito mundial, dispostos na Co/una.{ com suas respectivas características, elencadas na Coluna II:


Coluna I.

1. Programa Mundialde Alimentos.

2. Codex Alímentarius.

3. Conferência Mundial da Alimentação

4. FAOSTAT.


Coluna II:

( ) Conjunto de normas, diretrizes e códigos de práticas internacionais relacionados à segurança alimentar e à qualidade dos alimentos.

( ) Agência humanitária do mundo dedicada a combater a fome e promover a segurança alimentar.

( ) Base de dados que fornece acesso gratuito a estatísticas globais sobre agricultura, alimentação, florestas, pesca e recursos naturais.

( ) Foi um marco na promoção da segurança alimentar e destacou a importância da produção agrícola sustentável para alimentar a crescente populaÇão mundial.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima? 

Alternativas
Q4033604 Português

Para responder à questão.


Você sabe o que é um mineral crítico?


Minerais críticos são recursos essenciais para a economia de um país, cujo fornecimento está em risco, de modo que sua ausência pode gerar grandes impactos. Os minerais críticos podem variar de país para país, embora as listas sejam semelhantes, já que a comunidade global apresenta um consenso quanto ao seu fornecimento.

Eles se distinguem dos minerais estratégicos, uma vez que estes têm mais foco no interesse nacional e na soberania do país; já os minerais críticos estão atrelados ao risco de fornecimento e à escassez. Minerais críticos têm grande importância para demandas de uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética. O Brasil possui uma posição privilegiada quanto à oferta e produção dos principais minerais críticos, a exemplo do níóbio, do lítío e de terras-raras.


O conceito entre mineral crítico ou estratégico (até mesmo essencial), pode lrazer confusão. De fato, alguns países tratam como sinônimos, o que dificulta ainda mais a diferenciação. Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção:


Minerais críticos estão mais assocíados ao risco de fornecimento ou escassez;


Minerais estratégicos estão mais ligados à soberania nacional.


Por exemplo, o Brasil é detentor de quase todo o nióbio presente no planeta, concentrando mais de 90% das reservas naturais. Dessa forma, no Brasil, tal recurso metálico é considerado estratégico, sendo vital para sua economia. Porém, para outros países, importadores de niobio, como EUA, da União Europeia e China, ele pode ser considerado como crítico, já que é um metalessencial para setores-chave e que depende de uma única fonte. Com isso, podemos concluir que minerais críticos estão atrelados à suscetibilidade no suprimento e à sua importância na cadeia de valor. Já os minerais estratégicos são caracterizados pela vantagem comercial que conferem ao país detentor desses recursos no mercado internacional.

Considerando a reescrita de algumas afirmações presentes no texto, assinale a alternativa que apresenta plena adequação à norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4033603 Português

Para responder à questão.


Você sabe o que é um mineral crítico?


Minerais críticos são recursos essenciais para a economia de um país, cujo fornecimento está em risco, de modo que sua ausência pode gerar grandes impactos. Os minerais críticos podem variar de país para país, embora as listas sejam semelhantes, já que a comunidade global apresenta um consenso quanto ao seu fornecimento.

Eles se distinguem dos minerais estratégicos, uma vez que estes têm mais foco no interesse nacional e na soberania do país; já os minerais críticos estão atrelados ao risco de fornecimento e à escassez. Minerais críticos têm grande importância para demandas de uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética. O Brasil possui uma posição privilegiada quanto à oferta e produção dos principais minerais críticos, a exemplo do níóbio, do lítío e de terras-raras.


O conceito entre mineral crítico ou estratégico (até mesmo essencial), pode lrazer confusão. De fato, alguns países tratam como sinônimos, o que dificulta ainda mais a diferenciação. Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção:


Minerais críticos estão mais assocíados ao risco de fornecimento ou escassez;


Minerais estratégicos estão mais ligados à soberania nacional.


Por exemplo, o Brasil é detentor de quase todo o nióbio presente no planeta, concentrando mais de 90% das reservas naturais. Dessa forma, no Brasil, tal recurso metálico é considerado estratégico, sendo vital para sua economia. Porém, para outros países, importadores de niobio, como EUA, da União Europeia e China, ele pode ser considerado como crítico, já que é um metalessencial para setores-chave e que depende de uma única fonte. Com isso, podemos concluir que minerais críticos estão atrelados à suscetibilidade no suprimento e à sua importância na cadeia de valor. Já os minerais estratégicos são caracterizados pela vantagem comercial que conferem ao país detentor desses recursos no mercado internacional.

Considerando as regras de relação entre fonemas e grafias e de acentuação, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):


( ) O vocábulo país recebe obrigatoriamente o acento agudo no texto por formar um claro hiato no qual a vogal tônica em evidência é a letra i, que se encontra totalmente isolada na sílaba.

( ) As palavras essenciais e lítio são acentuadas com total base na exata mesma regra: ambas integram o grupo das paroxítonas terminadas em ditongo.

( ) A pequena forma verbal têm, evidenciada no trecho uma vez que estes têm mais foco, recebe o acento circunflexo diferencial com a finalidade de marcar obrigatoriamente a concordância verbal com o pronome antecedente.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

Alternativas
Q4033602 Português

Para responder à questão.


Você sabe o que é um mineral crítico?


Minerais críticos são recursos essenciais para a economia de um país, cujo fornecimento está em risco, de modo que sua ausência pode gerar grandes impactos. Os minerais críticos podem variar de país para país, embora as listas sejam semelhantes, já que a comunidade global apresenta um consenso quanto ao seu fornecimento.

Eles se distinguem dos minerais estratégicos, uma vez que estes têm mais foco no interesse nacional e na soberania do país; já os minerais críticos estão atrelados ao risco de fornecimento e à escassez. Minerais críticos têm grande importância para demandas de uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética. O Brasil possui uma posição privilegiada quanto à oferta e produção dos principais minerais críticos, a exemplo do níóbio, do lítío e de terras-raras.


O conceito entre mineral crítico ou estratégico (até mesmo essencial), pode lrazer confusão. De fato, alguns países tratam como sinônimos, o que dificulta ainda mais a diferenciação. Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção:


Minerais críticos estão mais assocíados ao risco de fornecimento ou escassez;


Minerais estratégicos estão mais ligados à soberania nacional.


Por exemplo, o Brasil é detentor de quase todo o nióbio presente no planeta, concentrando mais de 90% das reservas naturais. Dessa forma, no Brasil, tal recurso metálico é considerado estratégico, sendo vital para sua economia. Porém, para outros países, importadores de niobio, como EUA, da União Europeia e China, ele pode ser considerado como crítico, já que é um metalessencial para setores-chave e que depende de uma única fonte. Com isso, podemos concluir que minerais críticos estão atrelados à suscetibilidade no suprimento e à sua importância na cadeia de valor. Já os minerais estratégicos são caracterizados pela vantagem comercial que conferem ao país detentor desses recursos no mercado internacional.

Analise as partes que seguem:


1 Parte: No penúltimo parágrafo, o autor lança mão da exemplificação prática do níóbio brasileiro com o claro propósito de materializar e de comprovdr com fatos a distinção teórica estabelecida no início do texto. G!--Bartd: A afírmação direta de que o nióbÍo e inteiramente estratégico para o Brasil aciona o pressuposto de que a abundância de uma reserua natural exclusiva confere um enorme poder de soberania ao país detentor.

2 Parte: O texto deixa claramente subentendído que países como os Estados Unidos e a China não possuem nenhum interesse comercial na transição energética, focando seus esforços apenas na mineração tradicional.


Acerca disso, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4033601 Português

Para responder à questão.


Você sabe o que é um mineral crítico?


Minerais críticos são recursos essenciais para a economia de um país, cujo fornecimento está em risco, de modo que sua ausência pode gerar grandes impactos. Os minerais críticos podem variar de país para país, embora as listas sejam semelhantes, já que a comunidade global apresenta um consenso quanto ao seu fornecimento.

Eles se distinguem dos minerais estratégicos, uma vez que estes têm mais foco no interesse nacional e na soberania do país; já os minerais críticos estão atrelados ao risco de fornecimento e à escassez. Minerais críticos têm grande importância para demandas de uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética. O Brasil possui uma posição privilegiada quanto à oferta e produção dos principais minerais críticos, a exemplo do níóbio, do lítío e de terras-raras.


O conceito entre mineral crítico ou estratégico (até mesmo essencial), pode lrazer confusão. De fato, alguns países tratam como sinônimos, o que dificulta ainda mais a diferenciação. Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção:


Minerais críticos estão mais assocíados ao risco de fornecimento ou escassez;


Minerais estratégicos estão mais ligados à soberania nacional.


Por exemplo, o Brasil é detentor de quase todo o nióbio presente no planeta, concentrando mais de 90% das reservas naturais. Dessa forma, no Brasil, tal recurso metálico é considerado estratégico, sendo vital para sua economia. Porém, para outros países, importadores de niobio, como EUA, da União Europeia e China, ele pode ser considerado como crítico, já que é um metalessencial para setores-chave e que depende de uma única fonte. Com isso, podemos concluir que minerais críticos estão atrelados à suscetibilidade no suprimento e à sua importância na cadeia de valor. Já os minerais estratégicos são caracterizados pela vantagem comercial que conferem ao país detentor desses recursos no mercado internacional.

No primeiro parágra'fo do artigo, encontrase a seguinte afirmação elaborada na voz ativa: a comunidade global apresenta um consenso. Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA que contém a conversão gramatical exata desse trecho para a voz passiva analítica. 
Alternativas
Q4033600 Português

Para responder à questão.


Você sabe o que é um mineral crítico?


Minerais críticos são recursos essenciais para a economia de um país, cujo fornecimento está em risco, de modo que sua ausência pode gerar grandes impactos. Os minerais críticos podem variar de país para país, embora as listas sejam semelhantes, já que a comunidade global apresenta um consenso quanto ao seu fornecimento.

Eles se distinguem dos minerais estratégicos, uma vez que estes têm mais foco no interesse nacional e na soberania do país; já os minerais críticos estão atrelados ao risco de fornecimento e à escassez. Minerais críticos têm grande importância para demandas de uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética. O Brasil possui uma posição privilegiada quanto à oferta e produção dos principais minerais críticos, a exemplo do níóbio, do lítío e de terras-raras.


O conceito entre mineral crítico ou estratégico (até mesmo essencial), pode lrazer confusão. De fato, alguns países tratam como sinônimos, o que dificulta ainda mais a diferenciação. Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção:


Minerais críticos estão mais assocíados ao risco de fornecimento ou escassez;


Minerais estratégicos estão mais ligados à soberania nacional.


Por exemplo, o Brasil é detentor de quase todo o nióbio presente no planeta, concentrando mais de 90% das reservas naturais. Dessa forma, no Brasil, tal recurso metálico é considerado estratégico, sendo vital para sua economia. Porém, para outros países, importadores de niobio, como EUA, da União Europeia e China, ele pode ser considerado como crítico, já que é um metalessencial para setores-chave e que depende de uma única fonte. Com isso, podemos concluir que minerais críticos estão atrelados à suscetibilidade no suprimento e à sua importância na cadeia de valor. Já os minerais estratégicos são caracterizados pela vantagem comercial que conferem ao país detentor desses recursos no mercado internacional.

Considerando as normatizações oficiais de pontuação da Língua Portuguesa, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):


( ) O emprego do travessão no trecho uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética tem a finalidade normativa de introduzir um aposto de caráter explicativo que esclarece o conceito anterior,

( ) O uso dos doís-pontos logo após a palavra distinção, no terceiro parágrafo, atua ativamente para anunciar uma enumeração didática que detalhará para o leitor as diferenças estruturais entre as duas categorias de minerais.

( ) Na estrutura inicial Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção, a presença da vírgula é considerada errada pela norma-padrão, pois separa de maneira incorreta o sujeito do seu respectivo predicado na ordem direta da frase.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

Alternativas
Respostas
2161: D
2162: B
2163: C
2164: C
2165: B
2166: B
2167: D
2168: B
2169: B
2170: D
2171: A
2172: C
2173: A
2174: A
2175: D
2176: D
2177: C
2178: C
2179: C
2180: C