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De acordo com a argumentação desenvolvida pela autora, seria mais exato considerar o universo científico como policêntrico do que como um sistema assentado na dicotomia que enfatiza as diferenças entre nações centrais e nações periféricas.
Mas apesar da grande importância da ética deontológica, ela parece que é insuficiente para se aprofundarem reflexões éticas quanto à condutas profissionais, em vistas de se entender que ela seja atendida quando os códigos são simplesmente obedecidos.
Independentemente das razões que levem-nas a sujeitar, por exemplo, suas posses ou sua moradia ao trabalho pericial, à toda pessoa estão garantidos os direitos de: ser autor de seu destino e de optar por o caminho de sua conveniência.
Necessitam-se tanto da criação de métodos transparentes e previsíveis quanto da definição clara do que se considere violação ética, cujas alegações desse tipo seja submetido à investigação.
Comparado ao segundo parágrafo, o terceiro destaca-se pela utilização de maior número de conectores como recurso coesivo.
No segundo parágrafo, destaca-se o início de períodos com ideias de natureza adversativa, por meio das expressões “No entanto” (l.14), “Porém” (l.18) e “Entretanto” (l.23).
A coesão do texto seria mantida caso o vocábulo “todo” (l.6) fosse substituído por qualquer ou cada.
Infere-se dos sentidos construídos pelo texto, em especial pelo título e pela segunda metade do parágrafo inicial, que a expressão “algumas pessoas” (l.21-22), embora possa ter como referentes outros profissionais, alude a peritos criminais.
O trecho “a despeito de toda a importância da ética deontológica” (l.14-15) apresenta, como informação nova no texto, a importância da ética deontológica para o trabalho pericial.
Deduz-se do texto que o estudo da ética pericial está compreendido entre as matérias relevantes para as ciências forenses.
O texto sugere que peritos tendem a não obedecer aos códigos de ética de suas respectivas áreas de perícia.
De acordo com o texto, respeitar o princípio da autonomia dos indivíduos, do ponto de vista do perito, implica reconhecer a possibilidade, em alguns casos, de que o indivíduo a ser periciado pode tentar obstruir a realização da perícia.
Na linha 19, “eticamente” circunscreve a um domínio do conhecimento — qual seja, ao da ética, subárea da filosofia — os limites em que “bom” deve ser interpretado.
Se, em lugar do adjetivo “artístico” (l.8), fosse empregada a forma flexionada no feminino — artística —, a correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidos.
Caso o trecho “durante cerca de cem gerações de adeptos” (l.20-21) fosse deslocado para o início do período, com as devidas alterações nas letras maiúsculas e minúsculas, seria mantida a correção gramatical do texto.
A introdução de vírgula logo após “pensamento” (l.17) prejudicaria a correção gramatical do período e o torna incoerente.
A expressão “nessa categoria” (l.14) é empregada em referência às “obras de arte” (l.13) que influenciaram o progresso da civilização universal.
O emprego do sinal indicativo de crase em “à maneira” (l.12) justifica-se pela regência da forma verbal “deve” (l.11) e pela presença do artigo definido feminino que acompanha o substantivo “maneira”.
No segundo período,o emprego da vírgula antes da conjunção coordenativa “e” justifica-se por separar orações com sujeitos diferentes.
O termo “embora” (l.30) poderia ser substituído por conquanto, sem prejuízo para o sentido original do texto.