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Segundo a classificação de Cierny-Mader, esse paciente é considerado como sendo da classe
Ao exame clínico, o retropé permanece flexível; com o retropé em posição neutra, é possível posicionar o antepé em neutro. Há incapacidade de realizar o teste de elevação unipodal. Exames de imagem evidenciaram que menos de 30% da cabeça do tálus encontra-se descoberta na radiografia anteroposterior em carga e a deformidade em abdução é mínima.
Segundo a classificação de Johnson e Strom, modificada por Bluman e colaboradores, essa paciente encontra-se no estágio,
Em relação às alterações clínicas da criança, segundo a classificação de Blauth modificada por Buck-Gramcko, essa criança deve ser classificada no tipo
Na avaliação pelo TLICS (Thoracolumbar Injury Classification and Severity Score), ele apresentava morfologia da lesão do tipo translação/rotação, lesão medular incompleta e complexo ligamentar posterior classificado como indeterminado. Não apresentava outras lesões associadas.
Segundo o TLICS, a pontuação total do paciente é
Para esse paciente, a respeito da relação entre o uso de tabaco e a probabilidade de infecção, é correto afirmar que
A equipe está preocupada com a seguinte complicação sistêmica que o paciente pode apresentar:
Segundo a classificação de Denis, essa fratura é considerada do tipo
Das alternativas abaixo, assinale a que contém as alterações que compõem essa tríade.
Assinale a alternativa que descreve, de forma completa, o padrão radiográfico tipicamente observado no pé torto não tratado, com a evolução conforme o grau de gravidade da deformidade.
Esse cuidado destina-se a evitar lesão de
De acordo com o exame radiológico, segundo as definições de Letournel, o paciente apresentou uma fratura de
De acordo com o trabalho de Murphy e colaboradores de 2015, o padrão radiográfico de fratura diafisária femoral que melhor prediz que o trauma não foi acidental nesse paciente é a fratura
A fratura mais frequente concomitante à luxação posterior do cotovelo nessa faixa etária é a
Ao exame físico, observa-se nítida assimetria de altura entre as escápulas. Após avaliação clínica e radiográfica, o paciente foi classificado como grau 4, segundo a classificação de Cavendish.
O grau 4 de Cavendish é caracterizado por
A estrutura cuja disrupção completa define a transição de APC II para APC III e, portanto, permite o diagnóstico, é o
Em relação a essa suspeita, os principais sintomas e sinais que compõem o quadro clínico classicamente associado a essa hipótese diagnóstica são
Em relação a essa afecção, é correto afirmar que