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Q3843721 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas

Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.

A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.

À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.

Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.

Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.

Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.

A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.

Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.

O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?

A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.

Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.

Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.

Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.

Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.

Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.

Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas. 

Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?

A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado. 
"Piscar" menos e manter o foco próximo "desencadeia" uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos: 
Alternativas
Q3843720 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas

Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.

A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.

À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.

Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.

Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.

Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.

A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.

Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.

O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?

A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.

Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.

Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.

Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.

Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.

Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.

Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas. 

Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?

A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado. 
Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.
O número de preposições presentes na frase em questão é de: (considere as repetidas, se houver.)
Alternativas
Q3843718 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas

Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.

A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.

À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.

Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.

Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.

Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.

A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.

Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.

O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?

A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.

Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.

Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.

Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.

Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.

Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.

Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas. 

Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?

A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado. 
Com a pandemia, as doenças oculares causadas pelo uso excessivo de telas aumentaram. De acordo com um estudo recente, até metade dos usuários de computador podem desenvolver fadiga ocular digital.
Qual das alternativas a seguir melhor sintetiza a abordagem do texto base em relação à fadiga ocular digital? 
Alternativas
Q3843715 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas

Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.

A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.

À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.

Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.

Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.

Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.

A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.

Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.

O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?

A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.

Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.

Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.

Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.

Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.

Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.

Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas. 

Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?

A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado. 
Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
A frase em questão encontra-se predominantemente no sentido:
Alternativas
Q3843230 Legislação Federal
À luz da Lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010, que dispõe sobre a exploração e a produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos, sob o regime de partilha de produção, em áreas do pré-sal e em áreas estratégicas, que criou o Fundo Social - FS e dispõe sobre sua estrutura e fontes de recursos, alterou dispositivos da Lei nº 9.478, de 06 de agosto de 1997, bem como ainda considerando os termos da Lei nº 12.304, de 02 de agosto de 2010, que autorizou o Poder Executivo a criar a Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. - Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3843229 Direito Administrativo
Com base na Lei nº 12.304/2010, de 02 de agosto de 2010, assinale a afirmativa correta sobre a PPSA. 
Alternativas
Q3843228 Legislação Federal
À luz da Lei nº 9.478, de 06 de agosto de 1997, assinale a afirmação abaixo que está incorreta. 
Alternativas
Q3843178 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Usaram minha imagem em vídeo falso com IA para vender chá milagroso

O vídeo diz tudo ao contrário do que Tânia Carvalho defende. O rosto, o quarto, as pernas, a voz parecem ser dela, mas a mensagem é algo que ela nunca promoveria. "Eu tenho lipedema, e eu já estava no grau dois. Eu lhe contarei como eu saí disso aqui, para esse resultado maravilhoso em apenas sete dias", diz o vídeo disponível como anúncios no Instagram. Nas imagens, um antes e depois das pernas de Tânia.

Lipedema é uma doença que vem sendo descoberta nos últimos anos. Ela causa acúmulo de gordura nas pernas e braços de aproximadamente dez por cento das mulheres em todo o mundo. Os nódulos se assemelham a celulite e causam dor.

O vídeo falso continua até começar a promover um milagroso chá especial.

"Eu só precisava tomá-lo toda manhã durante sete dias", diz no vídeo a falsa Tânia.

"O chá agirá na sua corrente sanguínea, liberando toda a gordura adiposa, tecidos inflamados e retenção de líquidos."

Não há qualquer comprovação de que um chá possa fazer tal efeito. E Tânia sabe bem disso.

Há pouco tempo, a carioca de trinta e um anos começou a compartilhar sua rotina após ser diagnosticada com lipedema, na intenção de reunir mulheres que sofrem com o mesmo problema.

Ela se preparava para fazer uma cirurgia de lipoaspiração específica para retirar as células de gordura afetadas pela doença e queria compartilhar seu pós-operatório.

No processo de descoberta e cuidado, a carioca aprendeu que o tratamento de lipedema é um processo multidisciplinar, envolvendo exercícios, alimentação, tratamentos.

Ou seja, nada de um chá milagroso.

No vídeo verdadeiro, inclusive, Tânia justamente defende que não é só fazer alguma coisa que terá resultado", contando que seu tratamento envolveu a intervenção cirúrgica.

"Tudo é muito mais complexo do que malhar um ano, há muitos fatores, como hormonal e idade. A doença não é tão simples quanto parece", explicou no vídeo para as seguidoras. Os vídeos de Tânia chamaram a atenção no Instagram e acabaram reunindo uma pequena comunidade de mulheres. Na rede social, em março de 2025, eram pouco mais de seis mil seguidoras.

Mas o tamanho da conta não impediu que Tânia acabasse sendo vítima do chamado "deepfake", um vídeo com sua imagem criado por uma inteligência artificial (IA) baseado em sua voz, gestos e expressões faciais.

Há plataformas online que oferecem com facilidade a criação desse tipo de conteúdo, também conhecido como mídia sintética.

Pessoas famosas já foram vítimas desse tipo de vídeo há algum tempo. A imagem do médico Drauzio Varella, por exemplo, tem sido usada em vídeos que promovem tratamentos especiais ou medicamentos para resolver problemas de saúde. Todos falsos.

Celebridades como a cantora Ivete Sangalo e as apresentadoras Ana Maria Braga e Xuxa também já foram vítimas.

Mas o caso como o de Tânia chama atenção por ser de uma pessoa com pouca visibilidade. Ou seja, a maioria das pessoas que viu o anúncio provavelmente não sabe reconhecer como ela fala originalmente ou como ela pensa.

Também é sinal de que muitas pessoas podem ter suas imagens usadas sem nem saber.

Até a publicação dessa reportagem, o anúncio seguia disponível, apesar da denúncia de Tânia ao Instagram. A usuária recebeu uma mensagem que diz que o vídeo "segue os padrões da comunidade".

Em nota à BBC News Brasil, a Meta, dona do Instagram, apenas afirmou que "atividades que tenham como objetivo enganar, fraudar ou explorar terceiros não são permitidas", orientando pessoas a denunciarem na plataforma — algo que Tânia diz já ter feito. A empresa não proferiu se vai tirar o conteúdo do ar.

Tânia diz ainda não saber se prosseguirá com alguma ação judicial, já que isso demandaria energia e dinheiro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn89pzxqjn3o.adaptado.
O chá "agirá" na sua corrente sanguínea, liberando toda a gordura adiposa, tecidos inflamados e retenção de líquidos.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo: 
Alternativas
Q3843174 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Usaram minha imagem em vídeo falso com IA para vender chá milagroso

O vídeo diz tudo ao contrário do que Tânia Carvalho defende. O rosto, o quarto, as pernas, a voz parecem ser dela, mas a mensagem é algo que ela nunca promoveria. "Eu tenho lipedema, e eu já estava no grau dois. Eu lhe contarei como eu saí disso aqui, para esse resultado maravilhoso em apenas sete dias", diz o vídeo disponível como anúncios no Instagram. Nas imagens, um antes e depois das pernas de Tânia.

Lipedema é uma doença que vem sendo descoberta nos últimos anos. Ela causa acúmulo de gordura nas pernas e braços de aproximadamente dez por cento das mulheres em todo o mundo. Os nódulos se assemelham a celulite e causam dor.

O vídeo falso continua até começar a promover um milagroso chá especial.

"Eu só precisava tomá-lo toda manhã durante sete dias", diz no vídeo a falsa Tânia.

"O chá agirá na sua corrente sanguínea, liberando toda a gordura adiposa, tecidos inflamados e retenção de líquidos."

Não há qualquer comprovação de que um chá possa fazer tal efeito. E Tânia sabe bem disso.

Há pouco tempo, a carioca de trinta e um anos começou a compartilhar sua rotina após ser diagnosticada com lipedema, na intenção de reunir mulheres que sofrem com o mesmo problema.

Ela se preparava para fazer uma cirurgia de lipoaspiração específica para retirar as células de gordura afetadas pela doença e queria compartilhar seu pós-operatório.

No processo de descoberta e cuidado, a carioca aprendeu que o tratamento de lipedema é um processo multidisciplinar, envolvendo exercícios, alimentação, tratamentos.

Ou seja, nada de um chá milagroso.

No vídeo verdadeiro, inclusive, Tânia justamente defende que não é só fazer alguma coisa que terá resultado", contando que seu tratamento envolveu a intervenção cirúrgica.

"Tudo é muito mais complexo do que malhar um ano, há muitos fatores, como hormonal e idade. A doença não é tão simples quanto parece", explicou no vídeo para as seguidoras. Os vídeos de Tânia chamaram a atenção no Instagram e acabaram reunindo uma pequena comunidade de mulheres. Na rede social, em março de 2025, eram pouco mais de seis mil seguidoras.

Mas o tamanho da conta não impediu que Tânia acabasse sendo vítima do chamado "deepfake", um vídeo com sua imagem criado por uma inteligência artificial (IA) baseado em sua voz, gestos e expressões faciais.

Há plataformas online que oferecem com facilidade a criação desse tipo de conteúdo, também conhecido como mídia sintética.

Pessoas famosas já foram vítimas desse tipo de vídeo há algum tempo. A imagem do médico Drauzio Varella, por exemplo, tem sido usada em vídeos que promovem tratamentos especiais ou medicamentos para resolver problemas de saúde. Todos falsos.

Celebridades como a cantora Ivete Sangalo e as apresentadoras Ana Maria Braga e Xuxa também já foram vítimas.

Mas o caso como o de Tânia chama atenção por ser de uma pessoa com pouca visibilidade. Ou seja, a maioria das pessoas que viu o anúncio provavelmente não sabe reconhecer como ela fala originalmente ou como ela pensa.

Também é sinal de que muitas pessoas podem ter suas imagens usadas sem nem saber.

Até a publicação dessa reportagem, o anúncio seguia disponível, apesar da denúncia de Tânia ao Instagram. A usuária recebeu uma mensagem que diz que o vídeo "segue os padrões da comunidade".

Em nota à BBC News Brasil, a Meta, dona do Instagram, apenas afirmou que "atividades que tenham como objetivo enganar, fraudar ou explorar terceiros não são permitidas", orientando pessoas a denunciarem na plataforma — algo que Tânia diz já ter feito. A empresa não proferiu se vai tirar o conteúdo do ar.

Tânia diz ainda não saber se prosseguirá com alguma ação judicial, já que isso demandaria energia e dinheiro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn89pzxqjn3o.adaptado.
O vídeo falso continua "até começar a promover um milagroso chá especial".
A expressão destacada trata-se de uma oração: 
Alternativas
Q3842970 Redes de Computadores
Tendo por foco o Modelo de Referência OSI/ISO, o TCP é um protocolo dito com conexão que opera em uma determinada camada, que tem por função garantir que os dados sejam entregues ao destino de forma eficiente e correta, responsável pela comunicação de ponta a ponta na rede, enquanto que o IP é sem conexão, opera em outra camada desse modelo, identifica origem e destino dos dados transferidos, sendo responsável por produzir os pacotes de rede e roteá-los pelo melhor caminho possível.
Os protocolos TCP e IP operam nas camadas do Modelo OSI/ISO conhecidas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3842968 Segurança da Informação
A criptografia é usada para proteger os dados contra roubo, alteração ou comprometimento e funciona transformando os dados em um código secreto que só pode ser desbloqueado com uma chave digital exclusiva. A criptografia simétrica usa a mesma chave para criptografia e descriptografia. A criptografia assimétrica usa duas chaves separadas para criptografar e descriptografar dados.
Duas siglas que representam dois exemplos de criptografia, sendo uma simétrica e outra assimétrica são, respectivamente: 
Alternativas
Q3842967 Redes de Computadores
Protocolos de redes para cibersegurança são aqueles que garantem a integridade e segurança dos dados transmitidos pelas conexões de rede. Nesse contexto, o tipo específico usado vai depender dos protegidos e da conexão de rede, sendo definida as técnicas e procedimentos necessários para proteger os dados da rede contra tentativas não autorizadas ou maliciosas de ler ou filtrar informações. Um desses protocolos oferece segurança a nível de IP, protegendo a comunicação entre redes ou hosts, enquanto que outro oferece autenticação e criptografia para gerenciamento de dispositivos de rede.
Esses dois protocolos de cibersegurança são conhecidos, respectivamente, como
Alternativas
Q3842966 Segurança da Informação
No que tange à segurança da informação, um tipo visa evitar/dificultar as falhas nos equipamentos e instalações como, por exemplo, que causam problemas com ativos, furtos e acidentes. Outro tipo tem por objetivo evitar/dificultar o uso inadequado de dados, softwares, programas e sistemas como, por exemplo, invasões hacker e roubo de dados.
Esses tipos são conhecidos, respectivamente, como segurança:
Alternativas
Q3842965 Governança de TI
Na ITILv4, o modelo de gestão de TI foi alterado para atender as necessidades da Era Digital , com foco na criação do Sistema de Valor de Serviço (SVS) para os usuários, na condução de estratégias de negócios e na adaptação à transformação digital. As práticas do ITIL 4 constituem um conjunto de recursos necessários para realizar o trabalho ou atingir um objetivo, enfocando uma visão holística do sistema de serviços, ao considerar elementos como cultura, tecnologia, informações e gerenciamento de dados.
No contexto da ITILv4, duas são práticas de gestão de serviço, respectivamente, os Gerenciamentos de: 
Alternativas
Q3842964 Segurança da Informação
No que tange à prevenção de riscos na segurança da informação, os controles têm por objetivo neutralizar eventos potencialmente negativos que venham a ocorrer numa organização. Nesse sentido, existem três tipos de controles de segurança para um sistema de informação, descritos a seguir.
I.Foca a gestão do risco e a gestão da segurança do sistema de informação.
II.É primariamente implementado e executado por pessoas, em oposição a sistemas.
III.É primariamente executado e implementado pelo sistema de informação, através de mecanismos contidos nos componentes de hardware, software ou firmware presentes no sistema.
Esses controles de segurança são conhecidos, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3842963 Segurança da Informação
No que diz respeito aos malwares maliciosos, um constitui um tipo projetado para dar aos hackers acesso e controle sobre um dispositivo, sendo que além de afetarem o software e o sistema operacional, alguns também podem infectar o hardware e o firmware do computador. Esses malwares são especializados em ocultar a sua presença, mas enquanto permanecem escondidos, eles estão ativos. Na verdade é um software usado por criminosos cibernéticos para obter controle sobre um computador ou rede alvo, podendo por vezes aparecer como uma única peça de software, mas frequentemente são compostos por uma coleção de ferramentas que permitem aos hackers o controle a nível de administrador sobre o dispositivo alvo.
Esse malware é conhecido por: 
Alternativas
Q3842962 Programação
Java, como plataforma de programação, é composta de uma máquina virtual java (JVM), um completo conjunto de APIs (bibliotecas) e a linguagem Java orientada a objetos, constituindo uma tecnologia independente de sistema operacional e hardware. Em Java, o acesso direto a uma variável de instância de um objeto pode não estar habilitado. Quando se declara uma variável de instância, pode-se, opcionalmente, definir um modificador de variável, seguido pelo tipo e identificador daquela variável. O escopo de uma variável de instância pode ser controlado pelo uso dos modificadores de variáveis, de acordo com a classificação listada a seguir.
I.MA1 - Quando qualquer um pode acessar variáveis de instância públicas.
II.MA2 - Quando métodos do mesmo pacote ou subclasse podem acessar variáveis de instância protegidas.
III.MA3 -Quando apenas métodos da mesma classe, excluindo métodos de uma subclasse, podem acessar variáveis de instâncias privadas.
Os modificadores de acesso MA1, MA2 e MA3 são denominados, respectivamente: 
Alternativas
Q3842961 Redes de Computadores
No contexto da Internet, portas são muito usadas para determinar quais aplicações podem rodar em um dispositivo na rede e quais não podem, ressaltando que sem elas, qualquer aplicação poderia rodar, criando uma enorme brecha de segurança para códigos maliciosos. Com as portas, um firewall pode ser usado para bloquear todas as portas, exceto aquelas que rodam serviços realmente necessários para o dispositivo. Uma porta é um número de 16 bits, variando de 0 a 65535, valendo para o TCP e para o UDP. Existem muitas portas bem-conhecidas e registradas.  
Na comunicação com o DNS, HTTPS e SMTP TLS as portas são, respectivamente:
Alternativas
Q3842959 Segurança da Informação
Um Sistema de Detecção de Invasão - IDS é uma tecnologia de rede desenvolvida originalmente para detectar exploits de vulnerabilidades em um aplicativo ou computador específicos, podendo ser também um dispositivo que só detecta. O IDS monitora o tráfego e informa os resultados a um administrador. Um IDS funciona apenas na detecção de ameaças potenciais, sendo colocado fora da banda na infraestrutura da rede. Em consequência, um IDS não está no caminho de comunicação em tempo real entre o remetente e o destinatário da informação. Entre os tipos mais comuns de IDS, dois são descritos a seguir.
I.Monitora uma rede totalmente protegida, sendo implantado em toda a infraestrutura em pontos estratégicos, como nas sub-redes mais vulneráveis. Esse tipo monitora todo o tráfego que flui de e para dispositivos na rede, fazendo determinações com base no conteúdo dos pacotes e nos metadados.
II.Monitora a infraestrutura do computador na qual está instalado, sendo implantado em um endpoint específico para protegê-lo contra ameaças internas e externas. Esse tipo de IDS faz isso analisando o tráfego, registrando atividades maliciosas e notificando as autoridades designadas.
Esses dois tipos de IDS são conhecidos, respectivamente, pelas siglas: 
Alternativas
Q3842958 Engenharia de Software
Contêineres são pacotes leves do código do aplicativo com dependências, como versões específicas de ambientes de execução de linguagem de programação e bibliotecas necessárias para executar seus serviços de software. Os contêineres tem por função oferecerem um mecanismo de empacotamento lógico em que os aplicativos podem ser abstraídos pelo ambiente em que são efetivamente executados. Os desenvolvedores usam a estruturação em contêiner para criar e implantar aplicações modernas devido a diversas vantagens, das quais uma é caracterizada por meio da utilização da estruturação em contêiner para implantar aplicações em vários ambientes sem precisar reescrever o código do programa. Nesse caso, os desenvolvedores criam uma aplicação uma vez e a implantam em vários sistemas operacionais. Por exemplo, eles executam os mesmos contêineres nos sistemas operacionais Linux e Windows.
Essa vantagem é conhecida como: 
Alternativas
Respostas
11661: B
11662: B
11663: A
11664: B
11665: A
11666: C
11667: A
11668: C
11669: D
11670: C
11671: A
11672: D
11673: A
11674: A
11675: A
11676: B
11677: A
11678: B
11679: C
11680: B