Questões de Concurso
Para policial
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Os marcadores do tipo STR estão deixando de ser usados na prática forense por serem tradicionalmente analisados com base no sequenciamento de um número limitado de segmentos do DNA.
Para a obtenção de ácidos nucleicos na busca de identificação de espécies em produtos derivados de animais, como marfim, couro e embutidos (como presuntos), é necessário o rompimento da parede celular, que, devido a sua composição proteica, pode ser aberta com o uso de enzimas de atividade exonuclease.
Cada proteína de um dado organismo eucarioto é codificada por um dado gene, seja nuclear, seja extranuclear, cujo produto da transcrição é um RNA mensageiro.
A identificação de aminoácidos essenciais, como histidina, isoleucina e leucina, na cena de um crime revela a presença de espécies vegetais, o que pode auxiliar no entendimento da dinâmica do crime.
A alteração de um único aminoácido na composição de uma enzima tem o potencial de alterar a atividade enzimática, principalmente quando essa alteração estiver no sítio ativo da enzima.
A principal diferença entre as proteínas está na sequência de beta-aminoácidos, cuja variabilidade na natureza é de 20 tipos, que se combinam a depender da sequência de trifosfatos de desoxinucleotídeos dos genes que as codificam.
Em investigações forenses, a estimativa da idade de um possível autor de crime pode ser uma ferramenta valiosa para a redução do número de suspeitos. Embora as pesquisas nessa área tenham se concentrado majoritariamente em modificações epigenéticas, há evidências de que os padrões de expressão de RNA (transcriptoma) também variam com o avanço da idade, o que constitui uma alternativa promissora para a predição etária com base molecular.
As moléculas analisadas para a obtenção dos padrões de expressão (transcriptoma) são do tipo ácido ribonucleico com uma base modificada, a 7-metilguanosina, na extremidade 3’, formando o CAP.
Em investigações forenses, a estimativa da idade de um possível autor de crime pode ser uma ferramenta valiosa para a redução do número de suspeitos. Embora as pesquisas nessa área tenham se concentrado majoritariamente em modificações epigenéticas, há evidências de que os padrões de expressão de RNA (transcriptoma) também variam com o avanço da idade, o que constitui uma alternativa promissora para a predição etária com base molecular.
O resultado da análise do transcriptoma de uma amostra obtida de uma mancha de sangue encontrada em uma cena de crime será diferente se o sangue for venoso ou menstrual.
Em investigações forenses, a estimativa da idade de um possível autor de crime pode ser uma ferramenta valiosa para a redução do número de suspeitos. Embora as pesquisas nessa área tenham se concentrado majoritariamente em modificações epigenéticas, há evidências de que os padrões de expressão de RNA (transcriptoma) também variam com o avanço da idade, o que constitui uma alternativa promissora para a predição etária com base molecular.
O produto do processo de transcrição em eucariotos terá como destino final a tradução em uma proteína específica.
Em investigações forenses, a estimativa da idade de um possível autor de crime pode ser uma ferramenta valiosa para a redução do número de suspeitos. Embora as pesquisas nessa área tenham se concentrado majoritariamente em modificações epigenéticas, há evidências de que os padrões de expressão de RNA (transcriptoma) também variam com o avanço da idade, o que constitui uma alternativa promissora para a predição etária com base molecular.
O fato de o transcriptoma variar com o avanço da idade reflete que há diferença no repertório de genes que são transcritos em diferentes fases da vida.
Em investigações forenses, a estimativa da idade de um possível autor de crime pode ser uma ferramenta valiosa para a redução do número de suspeitos. Embora as pesquisas nessa área tenham se concentrado majoritariamente em modificações epigenéticas, há evidências de que os padrões de expressão de RNA (transcriptoma) também variam com o avanço da idade, o que constitui uma alternativa promissora para a predição etária com base molecular.
As modificações epigenéticas referem-se a alterações químicas na molécula de DNA, como a acetilação de histonas, mas que não alteram a sequência de bases nitrogenadas.
Em investigações forenses, vestígios biológicos coletados sob as unhas de vítimas podem ser cruciais para esclarecer casos de agressão física ou sexual. Um estudo recente avaliou a transferência e persistência de DNA masculino sob as unhas de mulheres em simulações controladas de arranhões. As amostras subungueais foram coletadas em diferentes momentos após o contato, sem limpeza prévia das unhas. Os resultados indicaram que o DNA do homem arranhado foi detectado até 6 horas após o evento, com uma diminuição significativa após as 3 primeiras horas. Além disso, entre 6 e 24 horas após o arranhão, foram detectados perfis genéticos masculinos estranhos aos participantes, o que sugere possível contaminação de fundo ou transferência posterior. Esses achados reforçam a importância de se considerarem o tempo de coleta e a possibilidade de DNA de fundo na interpretação de evidências subungueais, especialmente ao se avaliar o tipo de atividade envolvida.
Damour, Géraldine et al. Tracking male DNA transfer and survival under female victim fingernails: insights from a 24 h scratch simulation. Forensic Science International: Genetics, v. 78, 2025 (com adaptações).
Se o DNA de fundo das amostras subungueais for originário de um animal macho, como o cachorro da vítima, por exemplo, e estiver em maior quantidade que o DNA do suspeito, o perfil genético obtido por análise de conjuntos comerciais de STR (short tandem repeats) do cromossomo Y irá excluir o suspeito.
Em investigações forenses, vestígios biológicos coletados sob as unhas de vítimas podem ser cruciais para esclarecer casos de agressão física ou sexual. Um estudo recente avaliou a transferência e persistência de DNA masculino sob as unhas de mulheres em simulações controladas de arranhões. As amostras subungueais foram coletadas em diferentes momentos após o contato, sem limpeza prévia das unhas. Os resultados indicaram que o DNA do homem arranhado foi detectado até 6 horas após o evento, com uma diminuição significativa após as 3 primeiras horas. Além disso, entre 6 e 24 horas após o arranhão, foram detectados perfis genéticos masculinos estranhos aos participantes, o que sugere possível contaminação de fundo ou transferência posterior. Esses achados reforçam a importância de se considerarem o tempo de coleta e a possibilidade de DNA de fundo na interpretação de evidências subungueais, especialmente ao se avaliar o tipo de atividade envolvida.
Damour, Géraldine et al. Tracking male DNA transfer and survival under female victim fingernails: insights from a 24 h scratch simulation. Forensic Science International: Genetics, v. 78, 2025 (com adaptações).
A análise de marcadores situados no cromossomo Y é inadequada quando se avalia um conjunto de suspeitos que compartilham um ancestral comum via paterna.
Em investigações forenses, vestígios biológicos coletados sob as unhas de vítimas podem ser cruciais para esclarecer casos de agressão física ou sexual. Um estudo recente avaliou a transferência e persistência de DNA masculino sob as unhas de mulheres em simulações controladas de arranhões. As amostras subungueais foram coletadas em diferentes momentos após o contato, sem limpeza prévia das unhas. Os resultados indicaram que o DNA do homem arranhado foi detectado até 6 horas após o evento, com uma diminuição significativa após as 3 primeiras horas. Além disso, entre 6 e 24 horas após o arranhão, foram detectados perfis genéticos masculinos estranhos aos participantes, o que sugere possível contaminação de fundo ou transferência posterior. Esses achados reforçam a importância de se considerarem o tempo de coleta e a possibilidade de DNA de fundo na interpretação de evidências subungueais, especialmente ao se avaliar o tipo de atividade envolvida.
Damour, Géraldine et al. Tracking male DNA transfer and survival under female victim fingernails: insights from a 24 h scratch simulation. Forensic Science International: Genetics, v. 78, 2025 (com adaptações).
A análise de lâminas com as amostras subungueais coletadas logo após um arranhão em um braço de um agressor revela, à observação em microscopia óptica, conjuntos de células alongadas e fusiformes, sendo parte delas uninucleadas e binucleadas, típicas de tecido epitelial cutâneo.
Em investigações forenses, vestígios biológicos coletados sob as unhas de vítimas podem ser cruciais para esclarecer casos de agressão física ou sexual. Um estudo recente avaliou a transferência e persistência de DNA masculino sob as unhas de mulheres em simulações controladas de arranhões. As amostras subungueais foram coletadas em diferentes momentos após o contato, sem limpeza prévia das unhas. Os resultados indicaram que o DNA do homem arranhado foi detectado até 6 horas após o evento, com uma diminuição significativa após as 3 primeiras horas. Além disso, entre 6 e 24 horas após o arranhão, foram detectados perfis genéticos masculinos estranhos aos participantes, o que sugere possível contaminação de fundo ou transferência posterior. Esses achados reforçam a importância de se considerarem o tempo de coleta e a possibilidade de DNA de fundo na interpretação de evidências subungueais, especialmente ao se avaliar o tipo de atividade envolvida.
Damour, Géraldine et al. Tracking male DNA transfer and survival under female victim fingernails: insights from a 24 h scratch simulation. Forensic Science International: Genetics, v. 78, 2025 (com adaptações).
A baixa persistência de DNA subungueais após 6 horas decorre da rápida degradação do DNA fora do corpo.