Questões de Concurso Para legislativa

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Q3466344 Gestão de Pessoas
Para mensurar o nível de eficácia do treinamento ministrado, há métodos de avaliação. Algumas dessas medidas de eficácia foram definidas a seguir estabelecendo a relação com o resultado apresentado em cada nível. Destaque a alternativa que apresenta um erro ao estabelecer esse paralelo.
Alternativas
Q3466343 Gestão de Pessoas
Apesar de ser uma ferramenta útil e com forte embasamento para a correta tomada de decisão por parte dos gestores de uma empresa, a avaliação de desempenho pode surtir alguns efeitos negativos e apresentar problemas durante seu processo, como o exemplo explicitado por qual alternativa?
Alternativas
Q3466342 Gestão de Pessoas
Leia os conceitos a seguir e destaque o que foi elaborado erroneamente.
Alternativas
Q3466341 Gestão de Pessoas
Para compreender o padrão de liderança é possível analisar o tipo de abordagem concernente. Nesse contexto, destaque o tipo de abordagem que tem como atributo a troca entre líderes e liderados, no sentido de que a liderança poderia ocorrer por meio de uma recompensa, na qual, os liderados receberiam promoções ou aumento de salários, por exemplo, ao concluírem suas tarefas. Nesse sentido, cabe ao líder se esforçar pelos desejos de seus liderados, que nem sempre são recompensas materiais, podendo até mesmo ser um trato político ou psicológico.
Alternativas
Q3466340 Gestão de Pessoas
A cultura organizacional é um tema relevante que tem relação direta com o sucesso alcançado pelas empresas. Ao analisar as variáveis relativas à cultura organizacional, são encontrados conceitos que precisam ser compreendidos. Assim, leia o enunciado a seguir e complete posteriormente com o conceito explicitado.
____________ são fenômenos que podem ser vistos, ouvidos e sentidos ao entrar em contato com um novo grupo com uma cultura desconhecida. Eles incluem os produtos visíveis, como a arquitetura de seu ambiente físico; sua linguagem; sua tecnologia e produtos; suas criações artísticas; seu estilo personificado por roupas, maneiras de se comunicar e manifestações emocionais; os mitos e histórias contados sobre a organização; suas listas de valores explícitas; e seus rituais e cerimônias observáveis. 
Alternativas
Q3466324 Português

Leia o texto para responder à questão.


O olhar da truta



        O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente.


        — Como, escolher?


        — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser.


         Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente.


        — Essa está bonita... — disse o garçom.


        — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas.


        — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem.


        — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo...


        Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher.


        — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom.


        — Não sei. Eu...


        — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”.


        O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. Mas a truta continuava a fitá-lo. 


        — Vamos — estava dizendo a truta.


        — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...)


        — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta.


        — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa.


        E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou:


        — Esses camarões estão vivos?


        — Não, doutor. Os camarões estão mortos.


        — Pode trazer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.


       

        


    

Considere o excerto: “Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém.” No contexto apresentado, o vocábulo “a”, em sua segunda ocorrência, desempenha o papel gramatical de: 
Alternativas
Q3466322 Português

Leia o texto para responder à questão.


O olhar da truta



        O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente.


        — Como, escolher?


        — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser.


         Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente.


        — Essa está bonita... — disse o garçom.


        — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas.


        — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem.


        — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo...


        Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher.


        — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom.


        — Não sei. Eu...


        — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”.


        O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. Mas a truta continuava a fitá-lo. 


        — Vamos — estava dizendo a truta.


        — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...)


        — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta.


        — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa.


        E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou:


        — Esses camarões estão vivos?


        — Não, doutor. Os camarões estão mortos.


        — Pode trazer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.


       

        


    

Analise os excertos a seguir e assinale a alternativa em que o excerto se apresenta em discurso indireto livre.
Alternativas
Q3466321 Português

Leia o texto para responder à questão.


O olhar da truta



        O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente.


        — Como, escolher?


        — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser.


         Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente.


        — Essa está bonita... — disse o garçom.


        — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas.


        — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem.


        — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo...


        Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher.


        — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom.


        — Não sei. Eu...


        — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”.


        O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. Mas a truta continuava a fitá-lo. 


        — Vamos — estava dizendo a truta.


        — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...)


        — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta.


        — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa.


        E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou:


        — Esses camarões estão vivos?


        — Não, doutor. Os camarões estão mortos.


        — Pode trazer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.


       

        


    

Ao longo da narrativa, a interpretação do cliente a respeito do comportamento da truta o levava a crer que ela:
Alternativas
Q3466320 Português

Leia o texto para responder à questão.


O olhar da truta



        O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente.


        — Como, escolher?


        — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser.


         Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente.


        — Essa está bonita... — disse o garçom.


        — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas.


        — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem.


        — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo...


        Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher.


        — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom.


        — Não sei. Eu...


        — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”.


        O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. Mas a truta continuava a fitá-lo. 


        — Vamos — estava dizendo a truta.


        — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...)


        — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta.


        — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa.


        E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou:


        — Esses camarões estão vivos?


        — Não, doutor. Os camarões estão mortos.


        — Pode trazer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.


       

        


    

No parágrafo final do texto, a atitude do cliente ao voltar à mesa e optar por camarões permite concluir que:
Alternativas
Q3466174 Engenharia Civil
As ligações mecânicas clássicas em peças de madeira podem ser desmembradas em quatro grupos em função do modo de transmissão da força entre os elementos conectados. As ligações cujo o esforço é transmitido diretamente de um elemento de madeira ao outro por compressão em uma área determinada, mediante uma geometria que permita essa transferência de esforços é a ligação por: 
Alternativas
Q3466173 Conhecimentos de Serviços Gerais
A madeira composta é um produto produzido a partir de partículas, fibras ou lascas de madeira, formando painéis, como é o caso do:
Alternativas
Q3466172 Engenharia Civil
Em referência aos conhecimentos técnicos associados às características das madeiras, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto abaixo:
A ___________é a aptidão de a matéria suportar tensões, e é determinada, convencionalmente, pela máxima tensão que pode ser aplicada a corpos de prova isentos de defeitos do material considerado ou elementos estruturais, até o aparecimento de ruptura ou deformação específica excessiva. 
Alternativas
Q3466171 Engenharia Hidráulica
Nas instalações sanitárias de esgoto, todos os aparelhos sanitários devem ser protegidos por:
Alternativas
Q3466170 Engenharia Civil
Na composição dos sistemas prediais de esgoto sanitário, qual dos itens abaixo representa um dispositivo provido de fecho hídrico, destinado a vedar a passagem de gases no sentido oposto ao deslocamento do esgoto. 
Alternativas
Q3466169 Engenharia Civil
Qual dos dispositivos abaixo é caracterizado por não ser visitável e permitir a inspeção e introdução de equipamento de desobstrução e limpeza na tubulação do esgoto sanitário:
Alternativas
Q3466168 Engenharia Civil
Com relação aos postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica, podemos afirmar que os postes duplos T com comprimento nominal maior ou igual a 15 m devem ter dois furos para:
Alternativas
Q3466167 Engenharia Elétrica

A imagem a seguir ilustra uma estrutura de ancoragem de transmissão elétrica aérea do tipo:


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: 4 ABNT NBR 15688

Alternativas
Q3466166 Eletricidade

Analise a ilustração a seguir, relacionada à instalação de redes elétricas aéreas, e assinale a alternativa que descreve corretamente qual é o item representado pela letra X na imagem: 


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: 3 ABNT NBR 15688

Alternativas
Q3466165 Engenharia Elétrica
Em conformidade com as definições relacionadas às redes de distribuição áreas de energia elétrica com condutores nus, a rede de distribuição em baixa tensão que utiliza condutores nus, dispostos verticalmente, é classificada como:
Alternativas
Q3466164 Engenharia Civil
Na preparação da tinta que será utilizada na pintara das paredes, com o objetivo de reduzir a viscosidade da tinta, é necessário fazer a: 
Alternativas
Respostas
18821: B
18822: C
18823: C
18824: A
18825: A
18826: C
18827: A
18828: C
18829: B
18830: A
18831: E
18832: B
18833: D
18834: C
18835: A
18836: E
18837: C
18838: D
18839: B
18840: B