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No período “se conhecesse melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a compreender, com mais profundidade, sua própria história,”, a combinação entre o pretérito imperfeito do subjuntivo (“conhecesse”) e o futuro do pretérito do indicativo (“passaria”) estabelece uma correlação verbal adequada para exprimir uma hipótese e o seu resultado provável no plano condicional.
No trecho “já que a maior parte da população é negra e a escravidão de origem africana foi, por muito tempo, a base da economia brasileira.”, o conectivo “já que” introduz uma oração de valor concessivo, a qual poderia ser substituída, sem prejuízo para a correção gramatical e para o sentido original do texto, por ainda que.
Com base nos dados apresentados no texto, infere‑se que uma parcela superior a um terço dos entrevistados brasileiros declara não ter curiosidade por manifestações culturais provenientes de outros países que têm o português como língua oficial.
Considerando o que dispõe o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa vigente, os vocábulos “contrassenso”, “Lusofonia” e “países‑membros” foram empregados no texto em estrita conformidade com as regras ortográficas.
No trecho “A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal”, os vocábulos “bem” e “mal.” exercem, no período, o papel de adjetivos, caracterizando os efeitos da aplicação tecnológica.
Considerando o emprego das palavras e a adequação vocabular no texto, a forma verbal utilizada no segmento “salienta Radfahrer” funciona como um verbo de elocução empregado como sinônimo perfeito de ratifica.
A correção gramatical seria mantida caso o trecho “sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves.” fosse reescrito da seguinte maneira: caso não haja princípios éticos nem regulação adequada, a tecnologia poderá reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves.
No trecho “Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.”, o travessão poderia ser substituído, sem prejuízo para a correção gramatical e para a coerência do texto, pela conjunção adversativa “mas” antecedida de uma vírgula, escrevendo‑se: Afinal, tecnologia sem ética não é avanço, mas perigo.
Em “Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial”, a oração que atua como sujeito da forma verbal “é” apresenta um núcleo representado pelo substantivo “ética”.
Na oração “vira uma lei da selva”, o segmento é empregado em sentido conotativo, constituindo uma metáfora para figurar um cenário de desordem e prevalência do mais forte na ausência de regulamentação tecnológica.
No fragmento “expor usuários a riscos graves”, o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” seria obrigatório caso o substantivo “riscos” fosse substituído pelo termo equivalente ameaças, escrevendo‑se expor usuários à ameaças graves.
No trecho “cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas.”, a forma verbal “cabe” é transitiva direta e indireta, pois exige, simultaneamente, um objeto direto e um objeto indireto.