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Q4059197 Português
Terapia ocupacional contribui para repensar a centralidade do trabalho na vida das pessoas

        O equilíbrio é a palavra‑chave para se pensarem os papéis e as atividades que temos ao longo da vida, e a terapia ocupacional (TO) pode nos ajudar nesse desafio. Em tempos de aumento de transtornos mentais, intensificação e precarização laboral, é fundamental repensar a centralidade do trabalho em nossa vida.

        A terapia ocupacional traz como fundamento a distribuição equilibrada entre trabalho, descanso, lazer e sono para uma participação mais efetiva dos homens e das mulheres no mundo. Isso porque ela considera que os indivíduos se engajam em atividades, tanto as que precisam ser feitas como as que desejamos fazer.

        “As práticas da terapia ocupacional permitem analisar as ocupações nas quais as pessoas estão engajadas e correlacionar com os processos de saúde e bem‑estar”, afirmam os pesquisadores Angela Simonelli e José Marçal, da Universidade Federal do Paraná e da Fundacentro, respectivamente.

        Na vida adulta, o trabalho se destaca como a principal ocupação esperada pela sociedade. “Embora trabalhar – na sociedade capitalista – seja a ocupação principal do ciclo da vida adulta, associada à realização pessoal, não é a única atividade desempenhada nesse ciclo. O trabalho deveria, idealmente, estar equilibrado com as demais atividades que precisamos ou desejamos desempenhar: lazer, atividade física, gestão da saúde, atividades da vida diária (descanso e sono), educação e participação social”, apontam os pesquisadores.

        Outro aspecto importante a considerar é que o início de um novo papel ocupacional na vida pode alterar a importância, o tempo despendido e o engajamento daqueles desempenhados anteriormente. Esses são os casos, por exemplo, de uma pessoa que tem um filho ou se aposenta. “A terapia ocupacional questiona e relativiza a supremacia do trabalho sobre as demais ocupações, já que reconhece a importância do equilíbrio nos diversos papéis como fator determinante de saúde e desenvolvimento”, concluem.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


Em “para se pensarem os papéis”, a flexão da forma verbal justifica‑se pela presença da partícula “se”, que atua como índice de indeterminação do sujeito, exigindo que o verbo concorde com o termo preposicionado subsequente.

Alternativas
Q4059196 Português
Terapia ocupacional contribui para repensar a centralidade do trabalho na vida das pessoas

        O equilíbrio é a palavra‑chave para se pensarem os papéis e as atividades que temos ao longo da vida, e a terapia ocupacional (TO) pode nos ajudar nesse desafio. Em tempos de aumento de transtornos mentais, intensificação e precarização laboral, é fundamental repensar a centralidade do trabalho em nossa vida.

        A terapia ocupacional traz como fundamento a distribuição equilibrada entre trabalho, descanso, lazer e sono para uma participação mais efetiva dos homens e das mulheres no mundo. Isso porque ela considera que os indivíduos se engajam em atividades, tanto as que precisam ser feitas como as que desejamos fazer.

        “As práticas da terapia ocupacional permitem analisar as ocupações nas quais as pessoas estão engajadas e correlacionar com os processos de saúde e bem‑estar”, afirmam os pesquisadores Angela Simonelli e José Marçal, da Universidade Federal do Paraná e da Fundacentro, respectivamente.

        Na vida adulta, o trabalho se destaca como a principal ocupação esperada pela sociedade. “Embora trabalhar – na sociedade capitalista – seja a ocupação principal do ciclo da vida adulta, associada à realização pessoal, não é a única atividade desempenhada nesse ciclo. O trabalho deveria, idealmente, estar equilibrado com as demais atividades que precisamos ou desejamos desempenhar: lazer, atividade física, gestão da saúde, atividades da vida diária (descanso e sono), educação e participação social”, apontam os pesquisadores.

        Outro aspecto importante a considerar é que o início de um novo papel ocupacional na vida pode alterar a importância, o tempo despendido e o engajamento daqueles desempenhados anteriormente. Esses são os casos, por exemplo, de uma pessoa que tem um filho ou se aposenta. “A terapia ocupacional questiona e relativiza a supremacia do trabalho sobre as demais ocupações, já que reconhece a importância do equilíbrio nos diversos papéis como fator determinante de saúde e desenvolvimento”, concluem.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


De acordo com o texto, a terapia ocupacional reconhece que os indivíduos se engajam tanto em atividades obrigatórias quanto em atividades realizadas por escolha pessoal.

Alternativas
Q4059194 Português
Terapia ocupacional contribui para repensar a centralidade do trabalho na vida das pessoas

        O equilíbrio é a palavra‑chave para se pensarem os papéis e as atividades que temos ao longo da vida, e a terapia ocupacional (TO) pode nos ajudar nesse desafio. Em tempos de aumento de transtornos mentais, intensificação e precarização laboral, é fundamental repensar a centralidade do trabalho em nossa vida.

        A terapia ocupacional traz como fundamento a distribuição equilibrada entre trabalho, descanso, lazer e sono para uma participação mais efetiva dos homens e das mulheres no mundo. Isso porque ela considera que os indivíduos se engajam em atividades, tanto as que precisam ser feitas como as que desejamos fazer.

        “As práticas da terapia ocupacional permitem analisar as ocupações nas quais as pessoas estão engajadas e correlacionar com os processos de saúde e bem‑estar”, afirmam os pesquisadores Angela Simonelli e José Marçal, da Universidade Federal do Paraná e da Fundacentro, respectivamente.

        Na vida adulta, o trabalho se destaca como a principal ocupação esperada pela sociedade. “Embora trabalhar – na sociedade capitalista – seja a ocupação principal do ciclo da vida adulta, associada à realização pessoal, não é a única atividade desempenhada nesse ciclo. O trabalho deveria, idealmente, estar equilibrado com as demais atividades que precisamos ou desejamos desempenhar: lazer, atividade física, gestão da saúde, atividades da vida diária (descanso e sono), educação e participação social”, apontam os pesquisadores.

        Outro aspecto importante a considerar é que o início de um novo papel ocupacional na vida pode alterar a importância, o tempo despendido e o engajamento daqueles desempenhados anteriormente. Esses são os casos, por exemplo, de uma pessoa que tem um filho ou se aposenta. “A terapia ocupacional questiona e relativiza a supremacia do trabalho sobre as demais ocupações, já que reconhece a importância do equilíbrio nos diversos papéis como fator determinante de saúde e desenvolvimento”, concluem.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


A expressão “Em tempos de aumento de transtornos mentais, intensificação e precarização laboral” exerce a função de conectivo com valor semântico de conclusão, equivalendo a “Portanto, diante do aumento de transtornos mentais, da intensificação e da precarização laboral”.

Alternativas
Q4059193 Português
Terapia ocupacional contribui para repensar a centralidade do trabalho na vida das pessoas

        O equilíbrio é a palavra‑chave para se pensarem os papéis e as atividades que temos ao longo da vida, e a terapia ocupacional (TO) pode nos ajudar nesse desafio. Em tempos de aumento de transtornos mentais, intensificação e precarização laboral, é fundamental repensar a centralidade do trabalho em nossa vida.

        A terapia ocupacional traz como fundamento a distribuição equilibrada entre trabalho, descanso, lazer e sono para uma participação mais efetiva dos homens e das mulheres no mundo. Isso porque ela considera que os indivíduos se engajam em atividades, tanto as que precisam ser feitas como as que desejamos fazer.

        “As práticas da terapia ocupacional permitem analisar as ocupações nas quais as pessoas estão engajadas e correlacionar com os processos de saúde e bem‑estar”, afirmam os pesquisadores Angela Simonelli e José Marçal, da Universidade Federal do Paraná e da Fundacentro, respectivamente.

        Na vida adulta, o trabalho se destaca como a principal ocupação esperada pela sociedade. “Embora trabalhar – na sociedade capitalista – seja a ocupação principal do ciclo da vida adulta, associada à realização pessoal, não é a única atividade desempenhada nesse ciclo. O trabalho deveria, idealmente, estar equilibrado com as demais atividades que precisamos ou desejamos desempenhar: lazer, atividade física, gestão da saúde, atividades da vida diária (descanso e sono), educação e participação social”, apontam os pesquisadores.

        Outro aspecto importante a considerar é que o início de um novo papel ocupacional na vida pode alterar a importância, o tempo despendido e o engajamento daqueles desempenhados anteriormente. Esses são os casos, por exemplo, de uma pessoa que tem um filho ou se aposenta. “A terapia ocupacional questiona e relativiza a supremacia do trabalho sobre as demais ocupações, já que reconhece a importância do equilíbrio nos diversos papéis como fator determinante de saúde e desenvolvimento”, concluem.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No trecho “O trabalho deveria, idealmente, estar equilibrado com as demais atividades que precisamos ou desejamos desempenhar: lazer, atividade física, gestão da saúde, atividades da vida diária (descanso e sono), educação e participação social”, a substituição do sinal de dois‑pontos que antecede a referida enumeração por parênteses, com o devido fechamento ao final do período, manteria a correção gramatical do período.

Alternativas
Q4059192 Português
Terapia ocupacional contribui para repensar a centralidade do trabalho na vida das pessoas

        O equilíbrio é a palavra‑chave para se pensarem os papéis e as atividades que temos ao longo da vida, e a terapia ocupacional (TO) pode nos ajudar nesse desafio. Em tempos de aumento de transtornos mentais, intensificação e precarização laboral, é fundamental repensar a centralidade do trabalho em nossa vida.

        A terapia ocupacional traz como fundamento a distribuição equilibrada entre trabalho, descanso, lazer e sono para uma participação mais efetiva dos homens e das mulheres no mundo. Isso porque ela considera que os indivíduos se engajam em atividades, tanto as que precisam ser feitas como as que desejamos fazer.

        “As práticas da terapia ocupacional permitem analisar as ocupações nas quais as pessoas estão engajadas e correlacionar com os processos de saúde e bem‑estar”, afirmam os pesquisadores Angela Simonelli e José Marçal, da Universidade Federal do Paraná e da Fundacentro, respectivamente.

        Na vida adulta, o trabalho se destaca como a principal ocupação esperada pela sociedade. “Embora trabalhar – na sociedade capitalista – seja a ocupação principal do ciclo da vida adulta, associada à realização pessoal, não é a única atividade desempenhada nesse ciclo. O trabalho deveria, idealmente, estar equilibrado com as demais atividades que precisamos ou desejamos desempenhar: lazer, atividade física, gestão da saúde, atividades da vida diária (descanso e sono), educação e participação social”, apontam os pesquisadores.

        Outro aspecto importante a considerar é que o início de um novo papel ocupacional na vida pode alterar a importância, o tempo despendido e o engajamento daqueles desempenhados anteriormente. Esses são os casos, por exemplo, de uma pessoa que tem um filho ou se aposenta. “A terapia ocupacional questiona e relativiza a supremacia do trabalho sobre as demais ocupações, já que reconhece a importância do equilíbrio nos diversos papéis como fator determinante de saúde e desenvolvimento”, concluem.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No trecho “Embora trabalhar – na sociedade capitalista – seja a ocupação principal do ciclo da vida adulta”, os travessões foram empregados para isolar uma oração adjetiva explicativa, podendo ser substituídos por parênteses, sem prejuízo à correção gramatical do texto.

Alternativas
Q4059191 Português
Terapia ocupacional contribui para repensar a centralidade do trabalho na vida das pessoas

        O equilíbrio é a palavra‑chave para se pensarem os papéis e as atividades que temos ao longo da vida, e a terapia ocupacional (TO) pode nos ajudar nesse desafio. Em tempos de aumento de transtornos mentais, intensificação e precarização laboral, é fundamental repensar a centralidade do trabalho em nossa vida.

        A terapia ocupacional traz como fundamento a distribuição equilibrada entre trabalho, descanso, lazer e sono para uma participação mais efetiva dos homens e das mulheres no mundo. Isso porque ela considera que os indivíduos se engajam em atividades, tanto as que precisam ser feitas como as que desejamos fazer.

        “As práticas da terapia ocupacional permitem analisar as ocupações nas quais as pessoas estão engajadas e correlacionar com os processos de saúde e bem‑estar”, afirmam os pesquisadores Angela Simonelli e José Marçal, da Universidade Federal do Paraná e da Fundacentro, respectivamente.

        Na vida adulta, o trabalho se destaca como a principal ocupação esperada pela sociedade. “Embora trabalhar – na sociedade capitalista – seja a ocupação principal do ciclo da vida adulta, associada à realização pessoal, não é a única atividade desempenhada nesse ciclo. O trabalho deveria, idealmente, estar equilibrado com as demais atividades que precisamos ou desejamos desempenhar: lazer, atividade física, gestão da saúde, atividades da vida diária (descanso e sono), educação e participação social”, apontam os pesquisadores.

        Outro aspecto importante a considerar é que o início de um novo papel ocupacional na vida pode alterar a importância, o tempo despendido e o engajamento daqueles desempenhados anteriormente. Esses são os casos, por exemplo, de uma pessoa que tem um filho ou se aposenta. “A terapia ocupacional questiona e relativiza a supremacia do trabalho sobre as demais ocupações, já que reconhece a importância do equilíbrio nos diversos papéis como fator determinante de saúde e desenvolvimento”, concluem.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


A vírgula no trecho “O equilíbrio é a palavra‑chave para se pensarem os papéis e as atividades que temos ao longo da vida, e a terapia ocupacional (TO) pode nos ajudar nesse desafio” é empregada para isolar um termo explicativo intercalado, sem relação com a separação de orações.

Alternativas
Q4059190 Português
Terapia ocupacional contribui para repensar a centralidade do trabalho na vida das pessoas

        O equilíbrio é a palavra‑chave para se pensarem os papéis e as atividades que temos ao longo da vida, e a terapia ocupacional (TO) pode nos ajudar nesse desafio. Em tempos de aumento de transtornos mentais, intensificação e precarização laboral, é fundamental repensar a centralidade do trabalho em nossa vida.

        A terapia ocupacional traz como fundamento a distribuição equilibrada entre trabalho, descanso, lazer e sono para uma participação mais efetiva dos homens e das mulheres no mundo. Isso porque ela considera que os indivíduos se engajam em atividades, tanto as que precisam ser feitas como as que desejamos fazer.

        “As práticas da terapia ocupacional permitem analisar as ocupações nas quais as pessoas estão engajadas e correlacionar com os processos de saúde e bem‑estar”, afirmam os pesquisadores Angela Simonelli e José Marçal, da Universidade Federal do Paraná e da Fundacentro, respectivamente.

        Na vida adulta, o trabalho se destaca como a principal ocupação esperada pela sociedade. “Embora trabalhar – na sociedade capitalista – seja a ocupação principal do ciclo da vida adulta, associada à realização pessoal, não é a única atividade desempenhada nesse ciclo. O trabalho deveria, idealmente, estar equilibrado com as demais atividades que precisamos ou desejamos desempenhar: lazer, atividade física, gestão da saúde, atividades da vida diária (descanso e sono), educação e participação social”, apontam os pesquisadores.

        Outro aspecto importante a considerar é que o início de um novo papel ocupacional na vida pode alterar a importância, o tempo despendido e o engajamento daqueles desempenhados anteriormente. Esses são os casos, por exemplo, de uma pessoa que tem um filho ou se aposenta. “A terapia ocupacional questiona e relativiza a supremacia do trabalho sobre as demais ocupações, já que reconhece a importância do equilíbrio nos diversos papéis como fator determinante de saúde e desenvolvimento”, concluem.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No trecho “As práticas da terapia ocupacional permitem analisar as ocupações nas quais as pessoas estão engajadas”, a substituição de “nas quais” por em que manteria a correção gramatical e o sentido original do período.

Alternativas
Q4055762 Pedagogia
No contexto da formação profissional em Relações Públicas, a supervisão de estágio assume papel relevante no desenvolvimento das competências profissionais dos estudantes. Nesse sentido, a supervisão de estágio deve
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Q4055761 Legislação Federal
No contexto da comunicação institucional no setor público, a Lei de Acesso à Informação e a Lei Geral de Proteção de Dados estabelecem princípios que impactam diretamente a gestão das informações organizacionais. A relação entre essas duas legislações caracteriza-se pelo(a):
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Q4055760 Comunicação Social
No contexto da administração pública, as ouvidorias institucionais desempenham papel relevante na gestão da comunicação com a sociedade. Nesse sentido, sua função principal consiste em 
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Q4055759 Relações Públicas
O manual de identidade visual institucional constitui instrumento relevante para a gestão da comunicação organizacional. Sua função principal consiste em
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Q4055758 Comunicação Social
No campo da comunicação organizacional contemporânea, o storytelling institucional tem sido utilizado como estratégia para fortalecer vínculos simbólicos entre organizações e públicos. Nesse contexto, essa abordagem caracteriza-se principalmente pelo(a): 
Alternativas
Q4055757 Comunicação Social
No contexto das mídias sociais institucionais, a gestão de comunidades digitais envolve práticas que vão além da produção de conteúdo institucional. Essa atividade caracteriza-se principalmente pelo(a):
Alternativas
Q4055756 Comunicação Social
No campo da pesquisa em comunicação organizacional, a elaboração de relatórios técnicos constitui uma etapa fundamental para subsidiar processos decisórios institucionais. Nesse contexto, um relatório de pesquisa eficaz deve:
Alternativas
Q4055755 Relações Públicas
A auditoria de comunicação organizacional constitui um instrumento de diagnóstico estratégico que subsidia o planejamento das ações comunicacionais. Nesse sentido, esse processo tem como principal finalidade:
Alternativas
Q4055754 Comunicação Social
Na gestão estratégica de crises institucionais, diferentes etapas compõem o ciclo de preparação e resposta organizacional. Considerando esse processo, a fase de resposta caracteriza-se pelo(a): 
Alternativas
Q4055753 Relações Públicas
No relacionamento entre organizações e agências de comunicação, o briefing desempenha papel central no desenvolvimento de projetos e campanhas institucionais. Nesse contexto, o briefing pode ser compreendido como um
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Q4055752 Comunicação Social
No contexto da comunicação integrada nas organizações públicas, a articulação entre jornalismo, publicidade, marketing e relações públicas não se limita à coordenação operacional entre áreas, mas envolve a construção de uma lógica estratégica de produção de sentido institucional. Considerando essa perspectiva, é correto afirmar que a comunicação integrada
Alternativas
Q4055751 Relações Públicas
No planejamento de eventos institucionais em organizações públicas, a gestão orçamentária deve ser orientada por:
Alternativas
Q4055750 Relações Públicas
O mapeamento e a segmentação de stakeholders constitui uma etapa fundamental do planejamento de Relações Públicas. Nesse contexto, essa prática visa
Alternativas
Respostas
501: E
502: C
503: E
504: C
505: E
506: E
507: C
508: C
509: E
510: B
511: D
512: A
513: C
514: E
515: A
516: D
517: B
518: C
519: A
520: E