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Q4392170 Matemática
O apicultor Damião colheu 6,4 kg de mel e utilizou 4,8 kg para encher alguns potes.

Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta a quantidade de mel que restou.
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Q4392169 Matemática
Para uma festa escolar, foram impressos 600 ingressos. Antes do evento, 40% deles foram vendidos antecipadamente. No dia da festa, foram vendidos 2 3 dos ingressos que ainda restavam. Os ingressos não vendidos foram, então, divididos igualmente entre 4 caixas para serem guardados.

Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta a quantidade de ingressos colocada em cada caixa.
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Q4392168 Matemática
A costureira Nilse confeccionava 12 aventais escolares em 8 horas de trabalho.

A partir dessa situação hipotética e considerando que ela mantinha o mesmo ritmo de produção, assinale a opção que apresenta a quantidade de aventais que ela confeccionará em 12 horas.
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Q4392167 Matemática
Em uma manhã de julho, a temperatura em Cristalina era de 12 °C. Até o início da tarde, a temperatura aumentou 13 °C e, no início da noite, diminuiu 8 °C.

A partir dessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta a temperatura registrada no início da noite.
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Q4392166 Matemática
Maria preparou 32 enroladinhos para uma confraternização, alguns de queijo e os demais de salsicha. A quantidade de enroladinhos de queijo e a quantidade de enroladinhos de salsicha estavam na razão de 3/5 , respectivamente.

Considerando essa situação hipotética, assinale a opção que apresenta a quantidade de enroladinhos de queijo preparados por Maria.
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Q4392165 Matemática
hayane plantou 150 mudas de girassol em um jardim. Após o primeiro mês, 92% das mudas haviam sobrevivido.

Considerando essa situação hipotética, assinale a opção que apresenta a quantidade de mudas de girassol que sobreviveu ao primeiro mês.
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Q4392164 Matemática
Augusta estava preparando bolos de fubá para uma confraternização. Para cada receita, eram necessários 750 mL de leite.

Com base nessa situação hipotética e sabendo‑se que ela dispunha de 6 L de leite, assinale a opção que apresenta o maior número de receitas completas que Augusta poderá preparar.
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Q4392163 Matemática
Cláudia comprou 8 caixas de ovos, cada uma com 30 ovos. Ao chegar a sua casa, percebeu que, em 3 das caixas, havia 4 ovos quebrados em cada uma.

Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta a quantidade de ovos que não estavam quebrados.
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Q4392162 Português
Assinale a opção em que todos os substantivos apresentam a flexão de plural corretamente realizada.
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Q4392161 Português
Assinale a opção em que a acentuação gráfica de todas as palavras está em conformidade com as regras da gramática normativa.
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Q4392160 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
A partir da leitura texto, conclui‑se que investir na conservação do patrimônio histórico é fundamental para
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Q4392159 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

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No trecho “promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global”, a palavra “resiliência” expressa a ideia de
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Q4392158 Português
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A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

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No trecho “o passado é tratado como resíduo obsoleto”, a palavra “obsoleto”, diante do contexto, tem por sinônimo adequado 
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Q4392157 Português
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A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

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No trecho “Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam”, a vírgula após a expressão “Por essa razão” serve para
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Q4392156 Português
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A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

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No trecho “Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos”, o termo “marcos” é classificado gramaticalmente como 
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Q4392155 Português
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A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No trecho “formam a espinha dorsal da memória coletiva,”, a expressão “espinha dorsal” foi empregada em sentido 
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Q4392154 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No título do texto, os termos “patrimônio” e “histórico” recebem acento gráfico, respectivamente, por serem classificados como 
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Q4392153 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

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Com base na leitura do texto, identifica‑se que o conflito central nas metrópoles contemporâneas decorre de uma
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Q4392152 Português
Assinale a opção em que a divisão silábica da palavra foi efetuada corretamente conforme as normas gramaticais para prefixos, hiatos e encontros consonantais.
Alternativas
Q4392151 Português
Considerando as regras de concordância da norma‑padrão da língua portuguesa, assinale a opção em que a frase está inteiramente correta.
Alternativas
Respostas
2721: C
2722: E
2723: A
2724: D
2725: B
2726: E
2727: C
2728: A
2729: C
2730: B
2731: A
2732: C
2733: B
2734: D
2735: A
2736: D
2737: D
2738: E
2739: E
2740: A