Questões de Concurso
Foram encontradas 317.770 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição dessa passagem.
I- O pronome “me” foi usado informalmente em posição proclítica, uma vez que, de acordo com a norma, deveria ser usado em posição enclítica.
II- A expressão “por que” poderia ser substituída, com igual correção, pela expressão “pelas quais”.
III- O pronome “se”, em “há pessoas que se emocionam”, foi usado, de acordo com a norma, em posição proclítica, pois a palavra “que” é atrativa.
IV- O pronome “se”, em “e até se riem”, poderia ser dispensado sem alterar o sentido do trecho.
V- O uso do pronome “lhe”, em “que lhe dá uma tristeza ainda maior”, segue a mesma regra de colocação do pronome “se” em “há pessoas que se emocionam”.
Estão CORRETAS as afirmativas
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
I- Intertextualidade. II- Função fática. III- Subjetividade. IV- Conotação. V- Coloquialidade.
Estão CORRETOS os itens
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
I- finitude. II- tristeza. III- declínio. IV- saudade. V- apogeu.
Estão CORRETOS os itens
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
I- triste. II- irônica. III- sensível. IV- solitária. V- sarcástica.
Estão CORRETOS apenas os itens
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
I- A sensibilidade é uma característica das pessoas que se emocionam com as pequenas coisas.
II- A tristeza é um sentimento que deve ser evitado, pois, sempre que ela surge, é sinal de um problema emocional.
III- A alegria é um sentimento que precisa ser constante, pois a sua ausência sempre sinaliza a presença de doença psicológica.
IV- A tristeza e a alegria são sentimentos que fazem parte da vida, portanto, é natural que sejam vivenciados pelas pessoas.
V- A tristeza, quando sentida sem qualquer razão, deve ser vista como um sintoma de depressão.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
No âmbito da AMURC, uma equipe multiprofissional reorganiza o fluxo de atendimento de uma unidade que atende famílias em situação de vulnerabilidade social. A intervenção prioriza idosos, pessoas com deficiência e famílias acompanhadas pela rede socioassistencial, mediante a implementação de estratégias como acolhimento qualificado, escuta ativa, adequação do ambiente físico para acessibilidade e articulação com outros serviços da rede de proteção.
Considerando os princípios e diretrizes das políticas públicas de saúde e assistência social, bem como a atuação do Psicólogo nesse contexto, a situação apresentada evidencia:
A produção científica em Psicologia no Brasil, veiculada por meio de revistas acadêmicas, tem contribuído para a reflexão crítica sobre a atuação profissional em diferentes contextos sociais. Um exemplo disso é o debate sobre a atuação do psicólogo no contexto das migrações. Com base nessas contribuições, analise as partes que seguem:
(1ª parte). A padronização das intervenções psicológicas garante maior eficácia no atendimento a populações migrantes.
(2ª parte). A diversidade cultural representa um obstáculo à prática psicológica e deve ser minimizada no atendimento.
(3ª parte). A construção de intervenções com migrantes deve ocorrer de forma dialógica e participativa.
Acerca das partes, pode-se afirmar que