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O serviço de peering, fornecido pelos pontos de troca de tráfego, visa, entre outras metas, reaproveitar os backbones existentes, a fim de obter maior conectividade e desempenho na comunicação inter-rede.
O backhaul engloba os componentes de rede de maior hierarquia responsáveis pela junção dos backbones das operadoras.
Filtrar sinais de determinado comprimento de onda e, também, amplificar sinais que passam no meio óptico são funções do multiplexador óptico OADM (optical add-drop multiplex).
Uma rede com tecnologia OTH conta com sinais independentes para gerenciamento, supervisão e proteção do sinal do cliente. Entre esses sinais, o OTU2 e o OTU2e, previstos pela recomendação G.709, destinam-se aos clientes do tipo ethernet.
Em comparação com um virtual container SDH de largura de banda fixa, o recurso de VCAT (virtual concatenation) fornece maior eficiência no transporte de serviço de dados.
No final de 2011, a ANATEL submeteu a consulta pública proposta de norma para condições de operação de satélites geoestacionários em banda Ka com cobertura sobre o território brasileiro. A norma tem por objetivo estabelecer critérios e parâmetros técnicos de forma a disciplinar a operação, sobre o território brasileiro, de satélites geoestacionários espaçados de 2 graus, nas faixas de frequências de 17,7 GHz a 20,2 GHz, para enlaces de descida, e de 27 GHz a 30 GHz, para enlaces de subida.
No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.
A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.

No final de 2011, a ANATEL submeteu a consulta pública proposta de norma para condições de operação de satélites geoestacionários em banda Ka com cobertura sobre o território brasileiro. A norma tem por objetivo estabelecer critérios e parâmetros técnicos de forma a disciplinar a operação, sobre o território brasileiro, de satélites geoestacionários espaçados de 2 graus, nas faixas de frequências de 17,7 GHz a 20,2 GHz, para enlaces de descida, e de 27 GHz a 30 GHz, para enlaces de subida.
No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.
A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.
No final de 2011, a ANATEL submeteu a consulta pública proposta de norma para condições de operação de satélites geoestacionários em banda Ka com cobertura sobre o território brasileiro. A norma tem por objetivo estabelecer critérios e parâmetros técnicos de forma a disciplinar a operação, sobre o território brasileiro, de satélites geoestacionários espaçados de 2 graus, nas faixas de frequências de 17,7 GHz a 20,2 GHz, para enlaces de descida, e de 27 GHz a 30 GHz, para enlaces de subida.
No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.
A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.
Com relação a DSLAM, cable modem e tecnologias correlatas,julgue o próximo item.
Cable modem que utiliza a tecnologia DOCSIS (data-over-cable service interface specifications) na versão 1.1 está sujeito a eavesdropping (escuta da conversação sem o consentimento das partes).
O HDF (handover distribution frame) é o responsável pela conexão da última milha ao DSLAM do provedor de acesso.
Quando se utiliza IPSec com AES (advanced encryption standard) para a configuração de túnel VPN, caso o destino desse túnel não suporte o protocolo RIP (routing information protocol), a tabela de roteamento correspondente a esse túnel não poderá ser construída, já que o RIP usa o IPSec como base de comunicação.
Os endereços IP 192.168.1.100/25 e IP 192.168.1.150/25 estão, necessariamente, em sub-redes diferentes.
Em redes de comunicação de dados, é correto o uso de métodos de endereçamento, tanto para hosts quanto para aplicações.
Considere que duas redes de comunicação estejam interligadas e utilizem, como meio físico de transmissão de dados, cabos CAT5e, tendo como protocolo de enlace o ethernet. Nessa situação, a detecção e a correção de erros de transmissão entre essas redes de comunicação serão realizadas por meio de algoritmo polinomial, levando-se em conta o fato de que quadros detectados com erro no equipamento de destino são, devido ao uso do ethernet, reenviados pelo equipamento de origem.
O modelo em camadas de redes de comunicação permite que, no destino da comunicação, sejam retiradas e analisadas, em cada camada, as informações de controle inseridas na camada correspondente na origem da comunicação.
O esquema de modulação DPSK apresenta, em relação ao PSK, melhor desempenho na transmissão em amplificadores não lineares.
Se um sistema CDMA embasado em espalhamento espectral por sequência direta (DS-SS) que utiliza modulação BPSK com taxa de bits de 128 kbps apresentar ganho de processamento de 64, então a largura de banda do sinal espalhado será superior a 8 MHz.
Suponha que um sistema C-OFDM seja empregado com 64 subportadoras — com espaçamento entre elas de 125 kHz —, sendo 4 delas subportadoras piloto, 12 subportadoras nulas e as restantes subportadoras de dados. Nesse caso, considerando-se que o intervalo de guarda entre símbolos, preenchido com prefixo cíclico, corresponda a um quarto do tempo de símbolo útil, que seja utilizada modulação QPSK em todas as subportadoras de dados e que seja empregado código convolucional com taxa de codificação de ½, a taxa útil de transmissão desse sistema será de 4,8 Mbps.

Considere que um sistema opere a determinada taxa de transmissão de símbolos e a determinada taxa de erros de bits constantes e que seja capaz de atuar tanto com a modulação 16-QAM quanto com a 64-QAM, sendo a escolha por essa ou por aquela técnica de modulação ditada pelas necessidades dos usuários do sistema e pelas condições do canal de comunicação. Considere, ainda, que esse sistema, quando utiliza a modulação 16-QAM, opera no receptor com razão Es/N0 igual a 18 dB — em que Es é a energia média de símbolo. Nessa situação, ao se utilizar a modulação 64-QAM, será possível aumentar — em comparação à taxa obtida com a utilização da modulação 16-QAM — em 50% a taxa de transmissão de bits do sistema, mas será necessário que o sistema garanta, no receptor, razão Es/N0 7,8 dB superior à razão Es/N0 utilizada no caso da modulação 16-QAM.