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I. Escritos, iconográficos, orais, materiais;
II. Arquivo familiar, relacionado com a realidade do aluno;
III. Fotográficos e áudio visuais;
As afirmativas que estão de acordo com a proposição teórica são:
I. É fundamental levar o aluno a perceber as diversas temporalidades no decorrer da História e sua importância nas formas de organizações sociais e de conflitos;
II. Tempo e temporalidade representam um conjunto complexo de vivências humanas, produto cultural forjado pelas necessidades concretas das sociedades historicamente situadas;
III. Importante ressaltar as periodizações dos calendários e das contagens dos tempos como foram sendo historicamente construídos para que o aluno elabore, de forma problematizada, seus próprios pontos de referência como marcos para as explicações de sua própria história de vida, assim como da história dos homens em geral.
É correto o que se afirma em:
I. Orienta-se, pedagogicamente, pelo afastamento do referido gênero literário, pois, o modo com o qual trata assuntos sérios pode causar prejuízo ao rendimento escolar;
II. O limite básico para o aproveitamento do gênero literário exposto, em sua utilização na sala de aula, é a criatividade do professor, e sua capacidade de bem utilizá-los para atingir seus objetivos de ensino;
III. A leitura de obras em quadrinhos demanda um processo complexo de domínio da linguagem escrita, com efeito, da apreensão da história e do contexto tratado, estimulando capacidades cognitivas.
IV. A leitura de obras em quadrinhos demanda um processo complexo de domínio da linguagem escrita, com efeito, da apreensão da história e do contexto tratado, dificultando o processo cognitivo, por isso não devem ser utilizadas as histórias em quadrinhos para no ensino escolar.
É correto o que se afirma em:
A disciplina de História, como componente curricular obrigatório, foi instituída no Brasil em 1837, no Colégio Dom Pedro II, Rio de Janeiro. Os conteúdos abordados no período focavam a formação da civilização ocidental, temas relacionados ao Brasil eram apenas um de seus apêndices. O quadro de professores para a disciplina começa a ser formado um ano depois por membros do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB. Estes vão ensinar História orientados pelo entendimento da História seqüencial e cronológica, além da emergência da construção identitária nacional, caracterizada pelo viés político-romantizada, encabeçado pela função da disciplina em formar moral e civicamente os alunos. De maneira semelhante, após a década de 1930, durante o governo de Getulio Vargas, a disciplina continua tendo função cívica, explorando ainda mais a instrução nacionalista, destacando o desenvolvimento da história ocidental e de estados-nacão, estimulando alunos a decorar datas, fatos e nomes. Nos anos de 1960 a disciplina de História é suprimida do currículo escolar, é fundida com Geografia, passando a ser chamada de Estudos Sociais, mas a temática histórica continua sendo cronológica, ancorada também no desenvolvimento da sociedade ocidental, até o retorno da História como disciplina autônoma em meados de 1990. A observação dessa trajetória histórica da própria disciplina, pode contribuir para refletirmos sobre temáticas e métodos modernos de ensinar História, em que:
I. No leilão, será identificada a proposta mais vantajosa segundo o critério da oferta de maior excedente em óleo para a União, respeitado o percentual mínimo definido. Em caso de empate no volume de excedente em óleo para a União, não haverá concessão de novo prazo e os licitantes serão convidados a retirar suas propostas apresentadas. Cancelando o leilão.
II. A nova lei recém-aprovada, destina 75% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo Social do Pré-Sal para a educação. O marco regulatório substitui o atual modelo de concessão pelo mecanismo de partilha da produção.
A baixa da ART exime o profissional de qualquer responsabilidade técnica pelo serviço executado.
A ART múltipla pode ser utilizada em substituição às ARTs individuais, caso haja diversos contratos de obras e serviços de engenharia relativos a determinado período.
No desenvolvimento de projetos, a ART pode ser elaborada na fase final do trabalho, desde que o seu registro ocorra antes da entrega definitiva do produto ao cliente.
Em caso de alteração contratual, com aumento de escopo dos serviços sem alteração do objeto, deve-se registrar uma ART complementar vinculada às ARTs iniciais do profissional.
Para solicitar seu registro de habilitação, o engenheiro contratado pode apresentar os documentos originais em língua estrangeira, os quais serão traduzidos pelo CREA.
Após a regularização do engenheiro estrangeiro, seus atestados emitidos no exterior poderão ser aceitos, em licitações públicas, para comprovação de sua capacidade técnica, desde que, cumpridas as exigências, esse engenheiro solicite as respectivas ARTs junto ao CREA.
Se o diretor da empresa for membro da equipe técnica, a lei autoriza a sua assinatura provisória em nome do engenheiro estrangeiro.
O registro do engenheiro estrangeiro será concedido somente após sua homologação pelo plenário do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA).
É correto afirmar que mais de 70% da obra está concluída.
É correto afirmar que os custos da obra estão acima do planejado.
É correto afirmar que a obra começou atrasada.
O índice de performance de prazo corresponde a 0,92, o que representa um atraso na obra
A medição atual somente pode ser aceita após um aditivo contratual
Se a medição for aceita pela fiscalização, os possíveis retrabalhos de serviços mal executados serão motivo de aditivos contratuais.
Com base na medição atual, é correto afirmar que o cronograma está adiantado.