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Q603688 Matemática Financeira
Calcule os juros obtidos em um empréstimo de R$ 30.000,00, a uma taxa de juros de 8% ao mês, ao final de cinco trimestres, no regime de juros simples.
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Q603683 Português


      Vestibular de verdade era no meu tempo. Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo; meu e dos outros coroas. Acho inadmissível e mesmo chocante (no sentido antigo) um coroa não ser reacionário. Somos uma força histórica de grande valor. Se não agíssemos com o vigor necessário - evidentemente o condizente com a nossa condição provecta -, tudo sairia fora de controle, mais do que já está. O vestibular, é claro, jamais voltará ao que era outrora e talvez até desapareça, mas julgo necessário falar do antigo às novas gerações e lembrá-lo às minhas coevas (ao dicionário outra vez; domingo, dia de exercício).
      O vestibular de Direito a que me submeti, na velha Faculdade de Direito da Bahia, tinha só quatro matérias: português, latim, francês ou inglês e sociologia, sendo que esta não constava dos currículos do curso secundário e a gente tinha que se virar por fora. Nada de cruzinhas, múltipla escolha ou matérias que não interessassem diretamente à carreira. Tudo escrito tão ruybarbosianamente quanto possível, com citações decoradas, preferivelmente. Os textos em latim eram As Catilinárias ou a Eneida, e das quais até hoje sei o comecinho.
      Havia provas escritas e orais. A escrita já dava nervosismo, da oral muitos não se recuperaram inteiramente, pela vida afora. Tirava-se o ponto (sorteava-se o assunto) e partia-se para o martírio, insuperável por qualquer esporte radical desta juventude de hoje. A oral de latim era particularmente espetacular, porque se juntava uma multidão, para assistir à performance do saudoso mestre de Direito Romano Evandro Baltazar de Silveira. Franzino, sempre de colete e olhar vulpino (dicionário, dicionário), o mestre não perdoava.
      - Traduza aí “quousque tandem, Catilina, [abutere] patientia nostra" - dizia ele ao entanguido vestibulando.
      - “Catilina, quanta paciência tens?" - retrucava o infeliz.
      Era o bastante para o mestre se levantar, pôr as mãos sobre o estômago, olhar para a plateia como quem pede solidariedade e dar uma carreirinha em direção à porta da sala.
      —Ai, minha barriga! - exclamava ele. - Deus, ó Deus, que fiz eu para ouvir tamanha asnice? Que pecados cometi, que ofensas Vos dirigi? Salvai essa alma de alimária, Senhor meu Pai!
      Pode-se imaginar o resto do exame. [...] Comigo, a coisa foi um pouco melhor, eu falava um latinzinho e ele me deu seis, nota do mais alto coturno em seu elenco.
       O maior público das provas orais era o que já tinha ouvido falar alguma coisa do candidato e vinha vê-lo “dar um show". Eu dei show de português e inglês. O de português até que foi moleza, em certo sentido. O professor José Lima, de pé e tomando um cafezinho, me dirigiu as seguintes palavras aladas:
      - Dou-lhe dez, se o senhor me disser qual é o sujeito da primeira oração do Hino Nacional!
      - “As margens plácidas" - respondi instantaneamente e o mestre quase deixa cair a xícara.
      - Por que não é indeterminado “ouviram, etc."?
      - Porque o “as" de “as margens plácidas" não é craseado. Quem ouviu foram as margens plácidas. É uma anástrofe, entre as muitas que existem no Hino. “Nem teme quem te adora a própria morte": sujeito: “quem te adora". Se pusermos na ordem direta...
      - Chega! - berrou ele. - Dez! Vá para a glória! ABahia será sempre a Bahia!

RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal Grande Bahia: 12 jun. 2013.
O verbo “haver" - empregado corretamente, como verbo impessoal, em “Havia provas escritas e orais." (§ 3) - flexiona-se, para concordar com o sujeito, apenas no contexto da seguinte frase:
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Q603680 Português


      Vestibular de verdade era no meu tempo. Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo; meu e dos outros coroas. Acho inadmissível e mesmo chocante (no sentido antigo) um coroa não ser reacionário. Somos uma força histórica de grande valor. Se não agíssemos com o vigor necessário - evidentemente o condizente com a nossa condição provecta -, tudo sairia fora de controle, mais do que já está. O vestibular, é claro, jamais voltará ao que era outrora e talvez até desapareça, mas julgo necessário falar do antigo às novas gerações e lembrá-lo às minhas coevas (ao dicionário outra vez; domingo, dia de exercício).
      O vestibular de Direito a que me submeti, na velha Faculdade de Direito da Bahia, tinha só quatro matérias: português, latim, francês ou inglês e sociologia, sendo que esta não constava dos currículos do curso secundário e a gente tinha que se virar por fora. Nada de cruzinhas, múltipla escolha ou matérias que não interessassem diretamente à carreira. Tudo escrito tão ruybarbosianamente quanto possível, com citações decoradas, preferivelmente. Os textos em latim eram As Catilinárias ou a Eneida, e das quais até hoje sei o comecinho.
      Havia provas escritas e orais. A escrita já dava nervosismo, da oral muitos não se recuperaram inteiramente, pela vida afora. Tirava-se o ponto (sorteava-se o assunto) e partia-se para o martírio, insuperável por qualquer esporte radical desta juventude de hoje. A oral de latim era particularmente espetacular, porque se juntava uma multidão, para assistir à performance do saudoso mestre de Direito Romano Evandro Baltazar de Silveira. Franzino, sempre de colete e olhar vulpino (dicionário, dicionário), o mestre não perdoava.
      - Traduza aí “quousque tandem, Catilina, [abutere] patientia nostra" - dizia ele ao entanguido vestibulando.
      - “Catilina, quanta paciência tens?" - retrucava o infeliz.
      Era o bastante para o mestre se levantar, pôr as mãos sobre o estômago, olhar para a plateia como quem pede solidariedade e dar uma carreirinha em direção à porta da sala.
      —Ai, minha barriga! - exclamava ele. - Deus, ó Deus, que fiz eu para ouvir tamanha asnice? Que pecados cometi, que ofensas Vos dirigi? Salvai essa alma de alimária, Senhor meu Pai!
      Pode-se imaginar o resto do exame. [...] Comigo, a coisa foi um pouco melhor, eu falava um latinzinho e ele me deu seis, nota do mais alto coturno em seu elenco.
       O maior público das provas orais era o que já tinha ouvido falar alguma coisa do candidato e vinha vê-lo “dar um show". Eu dei show de português e inglês. O de português até que foi moleza, em certo sentido. O professor José Lima, de pé e tomando um cafezinho, me dirigiu as seguintes palavras aladas:
      - Dou-lhe dez, se o senhor me disser qual é o sujeito da primeira oração do Hino Nacional!
      - “As margens plácidas" - respondi instantaneamente e o mestre quase deixa cair a xícara.
      - Por que não é indeterminado “ouviram, etc."?
      - Porque o “as" de “as margens plácidas" não é craseado. Quem ouviu foram as margens plácidas. É uma anástrofe, entre as muitas que existem no Hino. “Nem teme quem te adora a própria morte": sujeito: “quem te adora". Se pusermos na ordem direta...
      - Chega! - berrou ele. - Dez! Vá para a glória! ABahia será sempre a Bahia!

RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal Grande Bahia: 12 jun. 2013.
Altera-se o sentido fundamental do enunciado no texto como a reescrita da seguinte oração:
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Q603679 Português


      Vestibular de verdade era no meu tempo. Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo; meu e dos outros coroas. Acho inadmissível e mesmo chocante (no sentido antigo) um coroa não ser reacionário. Somos uma força histórica de grande valor. Se não agíssemos com o vigor necessário - evidentemente o condizente com a nossa condição provecta -, tudo sairia fora de controle, mais do que já está. O vestibular, é claro, jamais voltará ao que era outrora e talvez até desapareça, mas julgo necessário falar do antigo às novas gerações e lembrá-lo às minhas coevas (ao dicionário outra vez; domingo, dia de exercício).
      O vestibular de Direito a que me submeti, na velha Faculdade de Direito da Bahia, tinha só quatro matérias: português, latim, francês ou inglês e sociologia, sendo que esta não constava dos currículos do curso secundário e a gente tinha que se virar por fora. Nada de cruzinhas, múltipla escolha ou matérias que não interessassem diretamente à carreira. Tudo escrito tão ruybarbosianamente quanto possível, com citações decoradas, preferivelmente. Os textos em latim eram As Catilinárias ou a Eneida, e das quais até hoje sei o comecinho.
      Havia provas escritas e orais. A escrita já dava nervosismo, da oral muitos não se recuperaram inteiramente, pela vida afora. Tirava-se o ponto (sorteava-se o assunto) e partia-se para o martírio, insuperável por qualquer esporte radical desta juventude de hoje. A oral de latim era particularmente espetacular, porque se juntava uma multidão, para assistir à performance do saudoso mestre de Direito Romano Evandro Baltazar de Silveira. Franzino, sempre de colete e olhar vulpino (dicionário, dicionário), o mestre não perdoava.
      - Traduza aí “quousque tandem, Catilina, [abutere] patientia nostra" - dizia ele ao entanguido vestibulando.
      - “Catilina, quanta paciência tens?" - retrucava o infeliz.
      Era o bastante para o mestre se levantar, pôr as mãos sobre o estômago, olhar para a plateia como quem pede solidariedade e dar uma carreirinha em direção à porta da sala.
      —Ai, minha barriga! - exclamava ele. - Deus, ó Deus, que fiz eu para ouvir tamanha asnice? Que pecados cometi, que ofensas Vos dirigi? Salvai essa alma de alimária, Senhor meu Pai!
      Pode-se imaginar o resto do exame. [...] Comigo, a coisa foi um pouco melhor, eu falava um latinzinho e ele me deu seis, nota do mais alto coturno em seu elenco.
       O maior público das provas orais era o que já tinha ouvido falar alguma coisa do candidato e vinha vê-lo “dar um show". Eu dei show de português e inglês. O de português até que foi moleza, em certo sentido. O professor José Lima, de pé e tomando um cafezinho, me dirigiu as seguintes palavras aladas:
      - Dou-lhe dez, se o senhor me disser qual é o sujeito da primeira oração do Hino Nacional!
      - “As margens plácidas" - respondi instantaneamente e o mestre quase deixa cair a xícara.
      - Por que não é indeterminado “ouviram, etc."?
      - Porque o “as" de “as margens plácidas" não é craseado. Quem ouviu foram as margens plácidas. É uma anástrofe, entre as muitas que existem no Hino. “Nem teme quem te adora a própria morte": sujeito: “quem te adora". Se pusermos na ordem direta...
      - Chega! - berrou ele. - Dez! Vá para a glória! ABahia será sempre a Bahia!

RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal Grande Bahia: 12 jun. 2013.
Em: "Tirava-se o ponto (sorteava-se o assunto) e partia-se para o martírio..." (§ 3), o comentário entre parênteses tem, em relação ao sentido da oração anterior, o seguinte objetivo:
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Q603646 Português


      Vestibular de verdade era no meu tempo. Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo; meu e dos outros coroas. Acho inadmissível e mesmo chocante (no sentido antigo) um coroa não ser reacionário. Somos uma força histórica de grande valor. Se não agíssemos com o vigor necessário - evidentemente o condizente com a nossa condição provecta -, tudo sairia fora de controle, mais do que já está. O vestibular, é claro, jamais voltará ao que era outrora e talvez até desapareça, mas julgo necessário falar do antigo às novas gerações e lembrá-lo às minhas coevas (ao dicionário outra vez; domingo, dia de exercício).
      O vestibular de Direito a que me submeti, na velha Faculdade de Direito da Bahia, tinha só quatro matérias: português, latim, francês ou inglês e sociologia, sendo que esta não constava dos currículos do curso secundário e a gente tinha que se virar por fora. Nada de cruzinhas, múltipla escolha ou matérias que não interessassem diretamente à carreira. Tudo escrito tão ruybarbosianamente quanto possível, com citações decoradas, preferivelmente. Os textos em latim eram As Catilinárias ou a Eneida, e das quais até hoje sei o comecinho.
      Havia provas escritas e orais. A escrita já dava nervosismo, da oral muitos não se recuperaram inteiramente, pela vida afora. Tirava-se o ponto (sorteava-se o assunto) e partia-se para o martírio, insuperável por qualquer esporte radical desta juventude de hoje. A oral de latim era particularmente espetacular, porque se juntava uma multidão, para assistir à performance do saudoso mestre de Direito Romano Evandro Baltazar de Silveira. Franzino, sempre de colete e olhar vulpino (dicionário, dicionário), o mestre não perdoava.
      - Traduza aí “quousque tandem, Catilina, [abutere] patientia nostra" - dizia ele ao entanguido vestibulando.
      - “Catilina, quanta paciência tens?" - retrucava o infeliz.
      Era o bastante para o mestre se levantar, pôr as mãos sobre o estômago, olhar para a plateia como quem pede solidariedade e dar uma carreirinha em direção à porta da sala.
      —Ai, minha barriga! - exclamava ele. - Deus, ó Deus, que fiz eu para ouvir tamanha asnice? Que pecados cometi, que ofensas Vos dirigi? Salvai essa alma de alimária, Senhor meu Pai!
      Pode-se imaginar o resto do exame. [...] Comigo, a coisa foi um pouco melhor, eu falava um latinzinho e ele me deu seis, nota do mais alto coturno em seu elenco.
       O maior público das provas orais era o que já tinha ouvido falar alguma coisa do candidato e vinha vê-lo “dar um show". Eu dei show de português e inglês. O de português até que foi moleza, em certo sentido. O professor José Lima, de pé e tomando um cafezinho, me dirigiu as seguintes palavras aladas:
      - Dou-lhe dez, se o senhor me disser qual é o sujeito da primeira oração do Hino Nacional!
      - “As margens plácidas" - respondi instantaneamente e o mestre quase deixa cair a xícara.
      - Por que não é indeterminado “ouviram, etc."?
      - Porque o “as" de “as margens plácidas" não é craseado. Quem ouviu foram as margens plácidas. É uma anástrofe, entre as muitas que existem no Hino. “Nem teme quem te adora a própria morte": sujeito: “quem te adora". Se pusermos na ordem direta...
      - Chega! - berrou ele. - Dez! Vá para a glória! ABahia será sempre a Bahia!

RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal Grande Bahia: 12 jun. 2013.
Em relação à narrativa apresentada, a leitura atenta revelar ser improcedente o seguinte comentário:
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Q502750 Banco de Dados
Sobre os Sistemas de Informação, considere:
I. Os Sistemas de Informação Transacionais (SIT) de uma empresa correspondem às vendas, marketing, produção, contabilidade e recursos humanos.
II. Os usuários dos Sistemas Especialistas (SE) e dos Sistemas de Automação (SA) têm permissão para inicializar e controlar as entradas (Inputs) e saídas (Outputs).
III. Uma das principais características dos Sistemas de Informação Gerenciais é utilizar sofisticados modelos de análise e modelagem de dados para que a tomada de decisão possa ser realizada no menor espaço de tempo possível.
IV. A mineração dos dados (Data Mining) tem como principal função disponibilizar informações para gerar novos conhecimentos estratégicos à empresa.
V. Para a implantação de um Sistema de Inteligência de Negócios (Business Intelligence) há a necessidade de mudança, ou adaptação, da cultura organizacional.
Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q502749 Sistemas de Informação
A arquitetura e a infraestrutura de tecnologia da informação fornecem a base para todos os sistemas de informação de uma organização. A responsabilidade da arquitetura de tecnologia da informação de um Sistema de Informação Baseado em Computador (SIBC) consiste em:
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Q502748 Gestão de Pessoas
O processo de aprendizagem organizacional perpassa pela aprendizagem individual. A construção de modelos mentais é fundamental para a compreensão deste processo. Os modelos mentais se constituem em:
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Q502747 Administração Geral
Uma das estratégias para melhor gestão do capital intelectual é o uso do empowerment, que possibilita o rompimento do modelo tradicional de relacionamento chefe-empregado e tem como princípios gerais, EXCETO:
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Q502746 Gerência de Projetos
De acordo com o PMBOK, são áreas de conhecimento de gerenciamento de projetos, EXCETO, Gerenciamento
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Q502744 Administração Geral
O ciclo PDCA é uma metodologia que tem como função básica o auxílio no diagnóstico, análise e prognóstico de problemas organizacionais, sendo extremamente útil para a solução de problemas. A tabela abaixo demonstra suas fases e atividades.

imagem-008.jpg

A correta correlação entre as colunas esta descrita em
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Q502743 Administração Geral
Extensivamente utilizado em programas de melhoramento, a ferramenta Diagrama de Ishikawa possui como principal característica ser um método
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Q502742 Administração Geral
A Gestão por Processos permite análises do trabalho e possui alguns conceitos, conforme descritos na tabela abaixo.
imagem-007.jpg
A correta correlação dos conceitos consta em
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Q502741 Administração Geral
Depois de identificar as principais ameaças e oportunidades que uma organização pode encontrar, os formuladores da estratégia podem caracterizar a atratividade global do negócio. A tabela abaixo demonstra os possíveis resultados.

imagem-006.jpg

A correta correlação entre as colunas está descrita em
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Q502740 Administração Geral
A análise do ambiente interno sugere que determinadas empresas possuem alguns recursos e capacitações que outras empresas não possuem. Estes recursos e capacitações podem ser fontes de competências essenciais e de vantagem competitiva. Diante deste contexto, destacam-se como recursos intangíveis:
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Q502739 Administração Geral
Considere uma empresa prestadora de serviços cuja estratégia seja voltada para soluções complexas para os clientes. Na perspectiva de aprendizado e crescimento, utilizando BSC, há 3 tipos de capitais que são:
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Q502738 Administração Geral
O BSC (Balanced ScoreCard) é utilizado na Gestão Estratégica das organizações e envolve ações diversas para atingimento dos resultados, EXCETO:
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Q502737 Gestão de Pessoas
O processo de avaliação de pessoas e feedback com foco em competências, envolvendo múltiplas fontes que formam o círculo de contatos do avaliado, consiste na ferramenta de
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Q502733 Gestão de Pessoas
De acordo com o modelo de Kirkpatrick, o primeiro nível de avaliação de um treinamento corresponde a:
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Q502732 Gestão de Pessoas
Sobre a conexão entre Treinamento e Desenvolvimento (T&D) e Balanced ScoreCard (BSC) considere:

I. O uso de habilitadores de T&D refina o diagnóstico dos fatores de aprendizagem e crescimento, tornando tangíveis os ativos de crescimento intelectual para a organização.
II. A transformação das ações de T&D em demonstrativo de resultados somente é possível levando-se em consideração a perspectiva do cliente.
III. Processos internos é a única perspectiva do BSC que não tem relação com T&D.
IV. T&D pode ser medido por meio de métricas de aprendizagem e crescimento que formam uma estrutura capaz de diagnosticar e quantificar a satisfação, a produtividade e a retenção de funcionários na estrutura do BSC.

Está correto o que se afirma APENAS em
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Respostas
18181: C
18182: C
18183: A
18184: C
18185: B
18186: A
18187: B
18188: C
18189: D
18190: B
18191: E
18192: D
18193: C
18194: B
18195: D
18196: A
18197: E
18198: B
18199: B
18200: C