Um homem de 58 anos, etilista crônico, é admitido
com aumento progressivo do volume abdominal há 3
semanas, associado a edema de membros inferiores.
Ao exame físico, apresenta icterícia, eritema palmar,
ginecomastia, rarefação de pelos e circulação
colateral visível na parede abdominal anterior com fluxo centrífugo a partir da cicatriz umbilical. À
percussão abdominal em decúbito dorsal, observa-se
timpanismo central e macicez nos flancos, com
deslocamento da linha de macicez ao mudar o
decúbito. Considerando o quadro descrito, o padrão
de circulação colateral identificado é compatível
com: