O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, aprovado...
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: Pela Resolução COFEN nº 564/2017, arts. 75 e 79, é vedado praticar ato cirúrgico e prescrever medicamentos fora das hipóteses legais, dos programas de saúde pública ou das rotinas institucionais, salvo em situação de emergência. Como o enunciado cobra exatamente esses limites ético-legais, a alternativa A é a única compatível com a norma.
- Em questões de ética da enfermagem, confirme se o ato está dentro de atribuição legal, programa de saúde pública ou rotina institucional aprovada.
- Se a alternativa admitir exceção, verifique se a norma realmente restringe essa exceção à emergência.
- Ato privativo do enfermeiro não se transfere por conveniência operacional ou sobrecarga da unidade.
- Assinatura antecipada, em branco ou de ato não executado é incompatível com responsabilidade ética e documental.
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O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN nº 564/2017) proíbe prescrever medicamentos ou praticar atos cirúrgicos que não estejam previstos na legislação vigente, ressalvadas as situações de emergência em que a omissão possa implicar perigo iminente de morte.
Em atenção! A Nova Resolução COFEN nº 801/2026, publicada em 22 de janeiro de 2026, estabelece diretrizes para a prescrição de medicamentos pelo enfermeiro.
1. Autonomia do enfermeiro: O enfermeiro pode prescrever medicamentos:
- Durante a consulta de enfermagem.
- Conforme protocolos e rotinas aprovados pelo serviço de saúde.
- Conforme protocolos instituídos nos programas de saúde pública.
2. Requisitos da prescrição: A receita deve conter:
- Identificação do protocolo utilizado e ano de publicação.
- Nome da instituição e CNPJ.
- Nome e número de inscrição do enfermeiro no COREN.
- Assinatura física ou eletrônica.
- Data da emissão.
- Identificação do paciente.
- Nome genérico do medicamento, via de administração e posologia.
3. Processo de Enfermagem: A prescrição deve estar fundamentada nas etapas do Processo de Enfermagem e nas necessidades individuais do paciente.
4. Segurança do paciente: Os eventos adversos relacionados à prescrição devem ser notificados aos órgãos competentes de vigilância em saúde e farmacovigilância.
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