Homem de 55 anos, com diagnóstico de granulomatose com poliangiite em tratamento imunossupressor de
manutenção, é atendido com o relato de “falta de ar”
crescente aos mínimos esforços há três dias. A vasculite foi diagnosticada há dois anos, quando ele apresentou envolvimento leve dos seios da face e pulmões e
envolvimento renal grave. Ele tem se mantido estável
até o momento, sem recidivas. Além da falta de ar, ele
não relata nenhum outro sintoma. Ao exame físico, apresenta: frequência cardíaca: 105 bpm; pressão arterial:
129 x 72 mmHg; frequência respiratória: 24 ipm; oximetria
de pulso: 88% em ar ambiente; ausculta pulmonar normal. Urina: sangue e proteínas negativas. Exames séricos: hemoglobina: 15,1 g/dL; creatinina: 1,1 mg/dL; PCR:
9 mg/L (normal < 10); anticorpos antiproteinase-3: 8 U/mL
(normal < 10). Radiografia de tórax: campos pulmonares
normais. Eletrocardiograma: taquicardia sinusal.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame
com maior probabilidade de confirmar o diagnóstico é