Um menino de 10 anos é encaminhado para avaliação psiquiátrica devido ao baixo rendimento
escolar. Ele foi submetido a testes para avaliar problemas de aprendizagem, com resultado negativo,
e seu quociente de inteligência (QI) se encontra na faixa normal ou média. A professora relata que é
difícil mantê-lo atento. Além disso, ele parece hiperativo e agitado na escola, o que perturba o
aprendizado dos demais. Contudo, mostra-se dócil ao contato com a professora e parece não fazer
o que faz de propósito. Os pais não notaram dificuldade em casa, mas o professor de judô percebeu
problemas de concentração durante os treinos, e seu professor de catequese não consegue ensinálo a fazer as orações necessárias para acompanhar os demais na celebração da missa devido à
distratibilidade. O diagnóstico mais provável para esse paciente é