Na década de 1960 e 1970, um momento de crise desencadeou um processo para a
construção de um novo paradigma na Terapia Ocupacional. Buscou-se um objeto próprio da profissão
que contivesse não só a necessidade de distinção da Medicina e Psicologia vigentes, mas também de
poder ter um constructo científico no nível da elaboração de sua teoria e prática. Para isso, foi
fundamental a atualização de um conceito, chamado: