A abordagem diagnóstica e terapêutica da
hepatite autoimune envolve a integração de parâmetros
clínicos, laboratoriais e histopatológicos, exigindo
acurada distinção entre as diversas formas de
hepatopatias crônicas imunomediadas. Considerando
os critérios diagnósticos propostos pela International
Autoimmune Hepatitis Group (IAIHG), bem como as
implicações terapêuticas do uso de imunossupressores
de primeira e segunda linha, qual alternativa descreve
com maior precisão a conduta médica diante de um
quadro compatível com hepatite autoimune tipo 1 com
atividade necroinflamatória intensa e resistência à
terapia padrão?