Fisioterapeuta de plantão na emergência é solicitado atendimento de uma criança que segue evoluindo com
piora de oxigenação. O paciente foi admitido há uma semana devido a uma pneumonia, e vem apresentando
piora progressiva com aumento do trabalho respiratório e queda de SpO2. Encontra-se hoje em uso de
ventilação não invasiva (Binível), radiografia de tórax foi solicitada pelo médico de plantão. O fisioterapeuta,
numa rápida avaliação na beira de leito, com o paciente mais estável, calcula a relação SpO2/FiO2, à qual
encontra-se no valor de 220, solicita uma gasometria e calcula outro índice, relação PaO2/FiO2 e o valor continua
baixo, de 270. Baseado em seus cálculos e no quadro clínico, o fisioterapeuta levanta a hipótese de síndrome
do desconforto respiratório agudo pediátrico (SDRAP). Para esse quadro a classificação da SDRAP mais
adequada é: