Um exemplo de manutenção preventiva para veículos de transp...
Gabarito comentado
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Alternativa correta: A - pneu após alcance do TWI
Tema central da questão:
Esta questão aborda manutenção preventiva, especialmente em veículos de transporte escolar. Saber identificar práticas de manutenção preventiva é fundamental, pois garante segurança, confiabilidade e cumprimento das exigências legais para quem atua na condução de veículos de transporte coletivo, principalmente de crianças.
Resumo teórico:
Manutenção preventiva consiste em intervenções programadas para evitar falhas, acidentes e garantir o bom funcionamento do veículo. No caso do transporte escolar, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e as resoluções do CONTRAN exigem atenção redobrada para itens críticos, como pneus, freios, iluminação e itens de segurança.
O TWI (Tread Wear Indicator) é um indicador de desgaste da banda de rodagem do pneu. Quando o desgaste atinge o TWI, o pneu deve ser substituído imediatamente, independentemente de perfurações ou outros danos. Isso previne acidentes por perda de aderência.
Fonte: CTB (art. 104 e 230), Manual do Proprietário do Veículo, Resolução CONTRAN nº 216/06.
Justificativa da alternativa correta:
A troca do pneu após alcançar o TWI é uma ação preventiva. Ela ocorre antes que o pneu apresente falhas graves, evitando riscos à segurança. É diferente da corretiva, que só ocorre quando já existe algum defeito prejudicial. É exigência legal e prática recomendada.
Análise das alternativas incorretas:
B - Lâmpada de lanterna queimada: A troca de lâmpada queimada é manutenção corretiva, pois já houve falha.
C - Óleo do motor a cada 10.000 km rodados: Embora seja um caso de manutenção preventiva, é importante notar que para transporte escolar as trocas podem ser mais frequentes devido ao uso severo. Porém, a questão foca especificamente no exemplo clássico e obrigatório de segurança, que é o pneu.
D - Filtro do óleo do motor a cada 2 anos de uso: O filtro não tem prazo fixo em anos, mas sim em quilômetros ou, no máximo, meses. Dois anos é tempo excessivo e não atende às recomendações dos fabricantes, podendo causar danos ao motor.
Dica de interpretação:
Observe termos como “preventiva” e “corretiva”. Foque em ações feitas antes de ocorrerem falhas. Também desconfie de prazos/maneiras que não condizem com normas técnicas ou manuais do fabricante.
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