Segundo as Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas para Adeno...

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Q1702627 Medicina
Segundo as Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas para Adenocarcinoma de Estômago, do Ministério da Saúde, recomenda-se:
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Tema central: Esta questão aborda as diretrizes diagnósticas para o adenocarcinoma gástrico, doença de grande relevância clínica, especialmente considerando que o diagnóstico precoce é crucial para o prognóstico. O enfoque aqui é a conduta endoscópica em pacientes sintomáticos.

Justificativa da alternativa correta (D):
De acordo com as Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas de Adenocarcinoma de Estômago do Ministério da Saúde, a endoscopia digestiva alta (EDA) é o exame padrão-ouro. O texto oficial afirma que: “Em pacientes sintomáticos, mesmo que a EDA não revele alterações macroscópicas, recomenda-se a realização de biópsias aleatórias para aumentar a sensibilidade diagnóstica.”
Isso ocorre porque lesões iniciais ou neoplasias pouco aparentes podem não ser visualizadas, mas podem ser detectadas histologicamente nas biópsias. Portanto, a alternativa D está correta ao propor biópsias aleatórias em endoscopias normais de sintomáticos.

Análise das alternativas incorretas:

A) Incorreta. Não existe recomendação para rastreamento sistemático em toda a população acima de 50 anos. O rastreamento é reservado a grupos de risco, como portadores de gastrite atrófica, história familiar ou infecção crônica por H. pylori – e mesmo nestes, o intervalo varia conforme o risco e protocolos locais.

B) Incorreta. O raio-x contrastado está obsoleto como exame de escolha, sendo que a endoscopia oferece maior sensibilidade, permite visualização direta e coleta de material para biópsia. Hoje, a radiologia é apenas complementar em casos específicos.

C) Incorreta. O marcador tumoral CA 72-4 pode estar normal mesmo com doença ativa. Os marcadores são usados para monitoramento terapêutico e rastreamento de recidiva, mas jamais para exclusão diagnóstica. O diagnóstico nunca deve ser baseado apenas em marcadores.

Estratégia para provas: Sempre busque na alternativa a referência a evidências e diretrizes atualizadas. Cuidado com termos universalizantes (“sempre”, “praticamente exclui”) e exames considerados padrão-ouro nas principais doenças, conforme protocolos do Ministério da Saúde e sociedades médicas.

Resumo prático: O diagnóstico do adenocarcinoma gástrico exige endoscopia com biópsias, mesmo em mucosa normal em pacientes sintomáticos. Boas práticas baseadas em evidências científicas (Harrison’s, UpToDate) e normas oficiais devem sempre nortear suas respostas em concursos.

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De acordo com as Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas para Adenocarcinoma de Estômago do Ministério da Saúde, a recomendação correta é a alternativa D, que indica que em sintomáticos, quando não há alterações, devem ser realizadas biópsias aleatórias na endoscopia. Isso porque o adenocarcinoma de estômago é frequentemente assintomático em estágios iniciais, e a endoscopia é um exame importante para diagnóstico. Como não é possível saber exatamente onde o câncer pode estar localizado, as biópsias aleatórias aumentam as chances de identificação da doença. Portanto, essa é a melhor opção de diagnóstico para pacientes sintomáticos sem alterações evidentes durante a endoscopia.

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