Uma arquitetura utiliza: • aplicação primária on-premise; ...

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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: TJ-SC Prova: FGV - 2026 - TJ-SC - Analista de Sistemas |
Q4151002 Arquitetura de Software
Uma arquitetura utiliza:

• aplicação primária on-premise;
• réplica em nuvem atualizada continuamente;
• mecanismo de failover por DNS, com troca automática de endpoint; e
• pequeno atraso na propagação do DNS.

Considerando esse cenário, é correto afirmar que essa arquitetura
Alternativas

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Gabarito: B

Fundamento decisivo: O ponto decisivo é a combinação de aplicação primária on-premise, réplica em nuvem e failover por DNS com troca automática de endpoint, somada ao atraso na propagação do DNS.

Tema central: Failover híbrido por DNS
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque o enunciado descreve primário e réplica, não duas instâncias atendendo simultaneamente em ativa-ativa. Além disso, o atraso de propagação do DNS afasta RTO nulo, e a atualização contínua da réplica não autoriza concluir RPO nulo.
B
Certa
A alternativa B corresponde ao cenário descrito: há composição on-premise e nuvem, o failover ocorre automaticamente por DNS e o atraso de propagação impede concluir indisponibilidade zero.
C
Errada
Está errada porque afirma necessidade de intervenção na camada de aplicação para ativar o endpoint em nuvem, mas o enunciado informa failover automático por DNS. A classificação como Warm Site não é o ponto decisivo aqui; o erro concreto está em contrariar a automação expressamente indicada.
D
Errada
Está errada porque garante persistência de sessões durante o failover sem base no enunciado. Não há informação sobre sessão compartilhada, replicação de estado, sticky session ou armazenamento externo de sessão.
E
Errada
Está errada porque o enunciado não explicita o tipo de replicação como fundamento seguro, e a própria alternativa erra ao dizer que o RTO é limitado exclusivamente pela largura de banda do link. No cenário, o tempo de recuperação também é afetado pela troca de endpoint via DNS e pelo atraso de propagação.
Pegadinha da questão
A confusão explorada foi tratar réplica continuamente atualizada como se fosse ativa-ativa ou como se eliminasse indisponibilidade, ignorando que o próprio enunciado menciona atraso de propagação do DNS.
Dica para questões semelhantes
  • Se o enunciado fala em primário e réplica, não conclua ativa-ativa sem indicação de atendimento simultâneo.
  • Se o failover depende de DNS e há atraso de propagação, não afirme RTO nulo nem ausência total de indisponibilidade.
  • Não presuma preservação de sessão sem menção a mecanismo de compartilhamento ou replicação de estado.
  • Quando a questão já traz automação do failover, elimine alternativas que exijam ativação manual do ambiente secundário.

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Comentários

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A resposta está no enunciado:

"adota uma estratégia híbrida"

  • aplicação primária on-premise;
  • réplica em nuvem atualizada continuamente;

"com failover automático,"

  • mecanismo de failover por DNS, com troca automática de endpoint; e

"sujeita a pequenas janelas de indisponibilidade."

  • pequeno atraso na propagação do DNS.

RTO -> Determina o tempo máximo de inatividade aceitável até que os sistemas e operações sejam restaurados após o desastre

RPO -> Determina a quantidade máxima de dados que se pode perder em caso de falha.

DNS -> DNS é o que permite aos usuários se conectarem a sites usando nomes de domínio em vez de endereços de IP.

por que a letra d está errado: Isso não garante a persistência das sessões (usuários precisarão se autenticar novamente no novo endpoint).

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