Uma puérpera de 35 anos evolui com atonia uterina após parto...

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Q4319160 Não definido
Uma puérpera de 35 anos evolui com atonia uterina após parto cesáreo, apresentando hemorragia pós-parto estimada em 2.500 mL. Apesar do uso sequencial de ocitocina, metilergometrina, carboprost, ácido tranexâmico e de medidas mecânicas para controle da hemorragia, mantém sangramento ativo. Durante o protocolo de transfusão maciça, é realizado tromboelastograma rotacional (ROTEM). O exame evidencia redução isolada dos parâmetros do canal de avaliação do fibrinogênio (FIBTEM), incluindo a amplitude do coágulo aos 5 minutos (A5), aos 10 minutos (A10) e a firmeza máxima do coágulo (MCF). Os canais de avaliação da via extrínseca (EXTEM), da via intrínseca (INTEM) e da fibrinólise (APTEM) não apresentam alterações, sem evidências de hiperfibrinólise.
Com base na interpretação do tromboelastograma rotacional, a conduta mais apropriada é
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