A pancreatite aguda é doença desencadeada pela ativação anô...
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Ano: 2019
Banca:
FAU
Órgão:
Prefeitura de Nova Laranjeiras - PR
Prova:
FAU - 2019 - Prefeitura de Nova Laranjeiras - PR - Médico Clínico Geral PSF |
Q4373376
Medicina
A pancreatite aguda é doença desencadeada
pela ativação anômala de enzimas pancreáticas
e liberação de uma série de mediadores
inflamatórios, cuja etiologia corresponde, em
cerca de 80% dos casos, à doença biliar litiásica
ou à ingestão excessiva de álcool. O seu
diagnóstico obedece parâmetros clínicos,
laboratoriais ou de imagem. Na maioria das
vezes, ela é autolimitada ao pâncreas e com
mínima repercussão sistêmica. Assinale a
alternativa correta:
I - O correto diagnóstico, estabelecido de forma precoce e a determinação de sua gravidade são fatores de fundamental importância para o adequado manejo terapêutico dos doentes.
II - Após o Simpósio de Atlanta (1992), passaram a serem aceitas duas apresentações clínicas bem definidas de pancreatite aguda: a forma intersticial (“leve” ou “edematosa”) e a grave, também conhecida como necro-hemorrágica ou “necrosante”, que geralmente implica em algum grau de necrose pancreática, peripancreática, ou ambas, e com maior número de complicações, tais como infecção da necrose, coleções fluídas peripancreáticas, abscessos, pseudocistos e, até mesmo, a falência de múltiplos órgãos.
III - O consumo de álcool é outro fator de risco associado, uma vez que diminui o limiar para ativação do tripsinogênio, além de provocar toxicidade direta nas células acinares e ductais causando necrose.
I - O correto diagnóstico, estabelecido de forma precoce e a determinação de sua gravidade são fatores de fundamental importância para o adequado manejo terapêutico dos doentes.
II - Após o Simpósio de Atlanta (1992), passaram a serem aceitas duas apresentações clínicas bem definidas de pancreatite aguda: a forma intersticial (“leve” ou “edematosa”) e a grave, também conhecida como necro-hemorrágica ou “necrosante”, que geralmente implica em algum grau de necrose pancreática, peripancreática, ou ambas, e com maior número de complicações, tais como infecção da necrose, coleções fluídas peripancreáticas, abscessos, pseudocistos e, até mesmo, a falência de múltiplos órgãos.
III - O consumo de álcool é outro fator de risco associado, uma vez que diminui o limiar para ativação do tripsinogênio, além de provocar toxicidade direta nas células acinares e ductais causando necrose.