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Ano: 2021
Banca:
Instituto UniFil
Órgão:
Prefeitura de Cornélio Procópio - PR
Provas:
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Assistente Social
|
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Arquiteto |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Contador |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Dentista |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Engenheiro Ambiental |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Fisioterapeuta |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Engenheiro Civil |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Engenheiro Eletricista |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Fonoaudiólogo |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Médico Ginecologista Obstetra |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Médico PSF |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Médico Pediatra |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Médico Plantonista |
Instituto UniFil - 2021 - Prefeitura de Cornélio Procópio - PR - Psicólogo Clínico |
Q4321411
Não definido
Texto associado
Leia o texto para responder a questão.
Obesidade mais do que dobra na população com mais
de 20 anos, diz IBGE
Entre 2003 e 2019, a proporção de obesos na
população com 20 anos ou mais de idade do país mais
que dobrou, passando de 12,2% para 26,8%. No período,
a obesidade feminina passou de 14,5% para 30,2% e se
manteve acima da masculina, que subiu de 9,6% para
22,8%.
Já a proporção de pessoas com excesso de peso
na população com 20 anos ou mais de idade subiu de
43,3% para 61,7% nos mesmos 17 anos. Entre os
homens, foi de 43,3% para 60% e, entre as mulheres, de
43,2% para 63,3%.
Os dados constam do segundo volume da
Pesquisa Nacional de Saúde 2019, e foram divulgados
na quarta (21.out.2020), no Rio de Janeiro, pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2019, uma em cada quatro pessoas de 18
anos ou mais de idade no Brasil estava obesa, o
equivalente a 41 milhões de pessoas. Eram 29,5% das
mulheres e 21,8% dos homens.
Já o excesso de peso atingia 60,3% da população
de 18 anos ou mais de idade, o que corresponde a 96
milhões de pessoas, sendo 62,6% das mulheres e 57,5%
dos homens.
O excesso de peso também ocorria em 19,4% dos
adolescentes de 15 a 17 anos de idade, o que
corresponde a 1 total estimado em 1,8 milhão de
pessoas, sendo 22,9% de moças e 16% dos rapazes. A
obesidade atingia 6,7% dos adolescentes: 8% no sexo
feminino e 5,4 % no sexo masculino.
Para a responsável pela pesquisa, a analista
Flávia Vinhaes, as causas para o excesso de peso e a
obesidade são a baixa qualidade da alimentação do
brasileiro e a escassez de atividades físicas. “Faltam
políticas públicas estruturadas de combate à obesidade
e ao excesso de peso, como o incentivo à ingestão de
alimentos saudáveis e à prática esportiva”, indica.
É considerado como excesso de peso o índice de
massa corporal (IMC) maior do que 25. A pessoa obesa
tem IMC maior do que 30. O IMC é calculado pelo peso
em quilograma dividido pelo quadrado da altura em
metro.
Segundo o IBGE, a prevalência de déficit de peso
em adultos com 18 ou mais anos de idade foi de 1,6%,
(1,7% para homens e 1,5% para mulheres), ficando,
portanto, bem abaixo do limite de 5% fixado pela
Organização Mundial da Saúde (OMS) como indicativo
de exposição da população adulta à desnutrição.
Atenção Primária à Saúde
Em 2019, pela primeira vez a Pesquisa Nacional
de Saúde coletou informações sobre a Atenção Primária
à Saúde (APS). O questionário foi aplicado aos
moradores com 18 anos ou mais de idade que tiveram
pelo menos dois atendimentos com o mesmo médico em
unidades básicas de saúde ou unidades de saúde da
família. A meta era avaliar o cuidado médico prestado
nessas unidades.
No ano passado, 17,3 milhões de pessoas de 18
anos ou mais de idade utilizaram algum serviço da
Atenção Primária à Saúde, nos seis meses anteriores à
data da entrevista, em mais de um atendimento médico.
As respostas dos questionários receberam valores
que foram usados para se calcular o escore geral da
APS, que varia de 0 a 10. Segundo o IBGE, 1 escore igual
ou superior a 6,6 aponta excelente qualidade de atenção
primária à saúde. O escore geral da Atenção Primária à
Saúde obtido na pesquisa no Brasil foi de 5,9.
Para o IBGE, 1 resultado abaixo de 6,6 significa
baixa classificação e revela serviços com baixa presença
de atributos da APS, como a facilidade para utilizar os
serviços de saúde; a regularidade do serviço de saúde e
a relação humanizada entre equipe de saúde e
pacientes; a capacidade de garantir a continuidade da
atenção ao paciente; a orientação familiar e comunitária.
“Como é a primeira vez que o IBGE faz esse tipo
de avaliação, a gente ainda não tem uma forma de avaliar
se houve evolução ou não nessa pontuação. A gente,
agora, está trabalhando numa linha de base que é esse
5,9”, disse a responsável pela pesquisa.
Disponível em
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/10/21/ibgeobesidade-mais-do-que-dobra-na-populacao-com-mais-de-20-anos.htm
De acordo com a pesquisa, a obesidade é mais
elevada em