Na avaliação de risco de suicídio em serviços de urgência
ou acolhimento, o psicólogo deve distinguir fatores de risco
estáticos (históricos) de sinais de perigo iminente (urgência).
Embora o histórico de tentativas prévias seja o preditor
estatístico mais forte para uma futura tentativa, exigindo
intervenção diretiva imediata, como a quebra de sigilo ou
internação involuntária, se necessário, é caracterizado pela
tríade: