A localização da bola fúngica mais associada a complicações...

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Q3948263 Medicina
A localização da bola fúngica mais associada a complicações infecciosas cerebrais e/ou orbitais é 
Alternativas

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Gabarito: C

Fundamento decisivo: O critério que decide a questão é anatômico: o enunciado pede a localização da bola fúngica mais associada a complicações cerebrais e/ou orbitais, e o seio esfenoidal é o que mantém relação íntima com seio cavernoso, nervo óptico, ápice orbitário e base do crânio, aumentando o risco de extensão local e, portanto, sustentando o gabarito C.

Tema central: Bola fúngica esfenoidal
Análise das alternativas
A
Errada
O frontal pode se associar a complicações intracranianas em sinusopatias, mas isso não o coloca como a localização mais classicamente associada às complicações orbitárias e cerebrais da bola fúngica. Em confronto anatômico, ele não tem a mesma relação crítica com ápice orbitário, nervo óptico e seio cavernoso que caracteriza o esfenoide.
B
Errada
O etmoide tem relação importante com a órbita e pode cursar com complicações orbitárias, mas a questão pede a localização mais associada ao conjunto de complicações orbitárias e intracranianas graves na bola fúngica. O esfenoide supera o etmoide nesse risco por sua proximidade com órbita posterior e estruturas intracranianas nobres.
C
Certa
A alternativa C está correta porque a bola fúngica no seio esfenoidal, embora não seja a localização mais frequente, é a mais preocupante quanto a complicações orbitárias e cerebrais. O fundamento específico é sua contiguidade com estruturas nobres como seio cavernoso, nervo óptico, ápice orbitário e base do crânio, favorecendo extensão inflamatória ou infecciosa com repercussão neuro-oftalmológica e intracraniana.
D
Errada
O maxilar é a localização mais frequente da bola fúngica, mas frequência não é o critério pedido. A alternativa está errada porque a questão cobra o seio mais associado a complicações cerebrais e/ou orbitais, e esse papel clássico é do esfenoidal, não do maxilar.
E
Errada
Septal está errada porque a bola fúngica é classicamente uma entidade sinusal nesta comparação anatômica. O septo nasal não corresponde a uma localização típica equivalente às localizações sinusais clássicas discutidas na base.
Pegadinha da questão
A banca explora a confusão entre local mais frequente e local mais perigoso: muitos marcam maxilar por ser a localização mais comum, mas o que decide aqui é o maior risco de complicações neuro-orbitárias, que aponta para o seio esfenoidal.
Dica para questões semelhantes
  • Se a pergunta mencionar complicação orbitária ou intracraniana, priorize a anatomia de vizinhança, não a prevalência da doença.
  • Na bola fúngica, diferencie local mais comum de local com maior potencial de gravidade.
  • Lembre que a relação do esfenoide com seio cavernoso, nervo óptico, ápice orbitário e base do crânio é o dado anatômico decisivo.

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