Paciente feminino, 58 anos, submetida à histerectomia total ...
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: A via de reparo é definida pela topografia: trata-se de fístula vesicovaginal infratrigonal, isto é, baixa e acessível por via vaginal. Nessa situação, o reparo transvaginal é o preferencial; o tamanho de 2,5 cm e o escape contínuo afastam tratamento conservador simples.
- Na escolha da via de reparo da fístula vesicovaginal, priorize primeiro a localização anatômica: fístula baixa/infratrigonal favorece via vaginal.
- Reserve a via abdominal clássica para fístulas altas, complexas, inacessíveis por via vaginal ou com necessidade de procedimentos associados.
- Não indique manejo conservador como melhor resposta quando a fístula já está estabelecida, com escape contínuo e dimensões como 2,5 cm.
- Quando a alternativa trouxer reparo vaginal com retalho de Martius, reconheça o papel do tecido vascularizado como reforço do fechamento e separação das linhas de sutura.
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