Avaliar não é classificar nem sentenciar o aluno ao final do...

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Q3917986 Pedagogia
Avaliar não é classificar nem sentenciar o aluno ao final do processo, mas acompanhar continuamente seu percurso de aprendizagem para intervir com qualidade, oferecendo ao professor informações que orientam novas ações pedagógicas mediadas. Ao registrar diariamente as produções, dúvidas e avanços de seus alunos do 3º ano para replanejar atividades individualizadas, a professora exercia função avaliativa que ultrapassa a mensuração classificatória. Essa concepção de avaliação contínua e orientadora da prática pedagógica denomina-se avaliação:
Alternativas

Gabarito comentado

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Gabarito: A

Fundamento decisivo: O ponto decisivo foi o contraste entre a descrição de acompanhamento processual com replanejamento pedagógico e as alternativas que indicam classificação, comparação ou sondagem pontual.

Tema central: Avaliação formativa mediadora
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A está certa porque nomeia a concepção de avaliação apresentada no enunciado: acompanhamento do percurso de aprendizagem com uso dos registros para orientar intervenções e novas ações pedagógicas. Isso corresponde à avaliação formativa e mediadora, e não à mensuração classificatória.
B
Errada
Está errada porque a avaliação somativa classificatória se vincula ao balanço final de resultados e à função de classificar ou certificar. O enunciado rejeita expressamente essa lógica ao dizer que avaliar não é classificar nem sentenciar ao final, mas acompanhar continuamente para intervir.
C
Errada
Está errada porque a avaliação normativa comparativa exige comparação entre alunos, ranqueamento ou referência normativa externa como eixo da análise. No caso descrito, a professora usa registros do percurso de cada aluno para replanejar atividades, sem qualquer critério comparativo.
D
Errada
Está errada porque a avaliação diagnóstica inicial pontual é voltada ao levantamento prévio de conhecimentos em momento específico. O enunciado descreve acompanhamento diário e contínuo ao longo do processo, o que não se confunde com uma sondagem inicial.
Pegadinha da questão
A confusão real era tomar a coleta de informações sobre a aprendizagem como se fosse automaticamente avaliação diagnóstica, ignorando que o enunciado enfatiza continuidade, intervenção pedagógica e replanejamento. Outra armadilha era parar na exclusão da somativa e não perceber que o texto explicita também a mediação pedagógica.
Dica para questões semelhantes
  • Se o enunciado destacar acompanhamento contínuo do percurso, registros do processo e uso das informações para ajustar o ensino, procure a ideia de avaliação formativa.
  • Se houver intervenção pedagógica e replanejamento a partir dos registros, o foco não é classificação final, mas mediação da aprendizagem.
  • Elimine a somativa quando o texto afastar função classificatória ou finalística.
  • Elimine a diagnóstica inicial quando a situação descrita for diária, processual e permanente, e não pontual.

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