No âmbito da psicopatologia, distinguimos um sinal de um sin...

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Q1624624 Psicologia
No âmbito da psicopatologia, distinguimos um sinal de um sintoma, em função de uma condição psicopatológica ser uma manifestação
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Alternativa correta: A - Objetiva / Subjetiva

Tema central da questão

Esta questão aborda um conceito fundamental da psicopatologia: a diferença entre sinal e sintoma. Entender essa distinção é essencial para avaliações clínicas e diagnósticos corretos, pois ela aparece frequentemente em provas de concursos públicos na área de Psicologia.

Resumo teórico

Sintoma é aquilo que o paciente relata sobre o que sente, ou seja, é uma manifestação subjetiva das alterações psíquicas ou físicas, percebida apenas pelo próprio indivíduo. Um exemplo clássico seria o paciente que diz sentir tristeza intensa, ansiedade ou alucinações — percepções que só ele pode descrever.

Já o sinal é uma manifestação que o examinador pode observar ou medir, ou seja, é objetiva. Por exemplo, o tremor das mãos, a fala desconexa, um comportamento desorganizado ou alterações motoras visíveis.

Referência: Esse conceito é amplamente discutido na literatura clássica, como em Dalgalarrondo (2019, "Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais"), e também em manuais como o CID-10 (OMS) e DSM-5 (APA).

Justificativa da alternativa correta

A alternativa A está correta porque define precisamente a diferença: sinal é objetivo (observado pelo profissional), e sintoma é subjetivo (relatado pelo paciente). A frase correta seria: “No âmbito da psicopatologia, distinguimos um sinal de um sintoma em função de uma condição psicopatológica ser uma manifestação objetiva (sinal) ou subjetiva (sintoma).”

Análise das alternativas incorretas

B - Cultural / Social: Não corresponde à distinção entre sinal e sintoma. Ambos podem ocorrer em diferentes contextos culturais ou sociais, mas a diferença central não é essa.
C - Psíquica / Orgânica: Tanto sinais quanto sintomas podem ser psíquicos ou orgânicos; essa classificação não define a diferença entre eles.
D - Específica / Inespecífica: Sinais ou sintomas podem ser específicos ou inespecíficos de determinado transtorno, mas isso não é critério de distinção entre eles.
E - Singular / Padrão: A singularidade ou padronização das manifestações não é o ponto chave da diferença conceitual.

Dicas de interpretação e estratégias

Fique atento a palavras-chave como subjetivo (relacionado à experiência interna do paciente) e objetivo (relacionado ao que pode ser observado). Questões desse tipo costumam usar pegadinhas, misturando conceitos como “psíquico” e “orgânico”, mas lembre-se: o critério central é quem percebe a manifestação — o paciente (sintoma) ou o examinador (sinal).

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