Segundo os tratados de mastologia, as principais causas de d...

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Q3057351 Medicina
Segundo os tratados de mastologia, as principais causas de derrame papilar, em ordem sequencial, são:
Alternativas

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Tema central: O foco da questão é a ordem de frequência das causas de derrame papilar (secreção pelo mamilo), situação clínica relevante na prática mastológica e frequentemente cobrada em concursos.

Justificativa da alternativa correta (C):
A alternativa C) Papiloma intraductal; AFBM e ectasia ductal; e carcinoma in situ está correta conforme protocolos nacionais e literatura médica. Veja:

  • Papiloma intraductal: É a causa mais comum de derrame papilar patológico, representando cerca de 44% dos casos segundo o Ministério da Saúde. Costuma ser unilateral, uniductal e frequentemente provoca secreção serossanguinolenta.
  • AFBM e ectasia ductal: Ambas são condições benignas. A ectasia ductal (dilatação dos ductos) é especialmente prevalente em mulheres pós-menopausa, associada a secreção opalescente ou amarelada. As AFBM, apesar de englobar várias alterações benignas, são menos frequentes que o papiloma intraductal entre as etiologias do derrame.
  • Carcinoma in situ: Representa cerca de 10-15% dos casos, geralmente associado a maior risco, mas é menos frequente comparado às causas benígnas.

Segundo o "Protocolo da Atenção Básica: Saúde das Mulheres" (MS, 2016):
“As principais causas de derrame papilar patológico são: papiloma intraductal, ectasia ductal e carcinoma de mama.”

Análise das alternativas incorretas:

  • A) Ectasia ductal não é mais comum que papiloma intraductal. AFBM isoladamente tampouco supera o papiloma em frequência.
  • B) Coloca AFBM e ectasia ductal na frente do papiloma, contrariando os dados epidemiológicos. Mistura ainda carcinoma in situ e invasor, que juntos não ultrapassam os quadros benignos em frequência.
  • D) Insinua o carcinoma invasor como segunda principal causa, mas tumores invasivos são menos frequentes do que causas benignas.

Dicas para provas:
Leia atentamente os termos “principal”, “mais comum”, “ordem decrescente” e não se deixe enganar por doenças graves, porque nem sempre a gravidade coincide com a frequência epidemiológica!

Referências:
“Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres” (Ministério da Saúde, 2016) e obras como “Sabiston – Tratado de Cirurgia” e “Harrison’s Principles of Internal Medicine.”

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