Uma mulher de 52 anos com hipertrofia ventricular esquerda ...
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: O critério decisivo de imagem é que a amiloidose cardíaca associa-se a T1 nativo elevado e realce tardio difuso subendocárdico ou transmural, enquanto a doença de Anderson-Fabry cursa com T1 baixo e os padrões de miocardiopatia hipertrófica, cardiomiopatia dilatada e infarto são, em regra, respectivamente focal/patchy, mesocárdico e regional por território coronariano; como o enunciado traz hipertrofia ventricular esquerda de etiologia incerta, T1 nativo marcadamente elevado e realce tardio difuso em padrão subendocárdico acometendo toda a extensão ventricular, o diagnóstico mais provável entre as alternativas é a amiloidose cardíaca.
- Em mapeamento paramétrico, T1 nativo baixo aponta para Anderson-Fabry; T1 nativo elevado favorece amiloidose.
- Se o realce tardio subendocárdico ou transmural for global/difuso, pense em amiloidose; se for regional por território coronariano, pense em injúria isquêmica.
- Na miocardiopatia hipertrófica, procure padrão de fibrose focal ou patchy, não subendocárdico difuso em todo o ventrículo.
- Integre fenótipo estrutural e padrão de realce: hipertrofia inexplicada + T1 alto + LGE difuso é combinação clássica de infiltração amiloide.
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Hipertrofia ventricular + T1 muito alto + realce subendocárdico difuso = Amiloidose cardíaca
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