Homem de 57 anos, IMC de 36 kg/m², portador de diabetes tip...
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: A Diretriz Brasileira Baseada em Evidências de 2025 orienta que, em obesidade associada a DM2 de longa duração e doença cardiovascular aterosclerótica ou risco cardiovascular muito elevado, deve-se priorizar farmacoterapia antiobesidade com incretínico de maior eficácia e benefício cardiovascular; no caso, o paciente tem IMC 36 kg/m², DM2 há 12 anos, DAC estável e risco DASCV > 20% em 10 anos, o que afasta as opções não prioritárias e torna a semaglutida subcutânea a alternativa compatível com a diretriz.
- Em obesidade com DM2 de longa duração e DAC ou risco cardiovascular muito alto, primeiro identifique se a diretriz prioriza classe com benefício cardiometabólico, e só depois compare os nomes dos fármacos.
- Não basta a droga ser antiobesidade; verifique se ela é preferencial, subsidiária ou inadequada para o perfil cardiovascular descrito.
- Leia com atenção a formulação e a via de administração da alternativa, porque o erro pode estar aí, mesmo quando a classe do medicamento parece correta.
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Comentários
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- Semaglutida subcutânea (Ozempic/Wegovy): Um agonista do GLP-1 com forte evidência de perda de peso, controle glicêmico e redução de eventos cardiovasculares (infarto, AVC, morte cardiovascular) em pacientes com DM2 e alto risco. É uma das principais recomendações.
- D. Tirzepatida oral (Mounjaro/Zepbound): Um agonista duplo de GLP-1/GIP, ainda mais potente para perda de peso e controle glicêmico, com grandes estudos (SURPASS, SURMOUNT) mostrando benefícios cardiovasculares e metabólicos robustos. É uma opção de ponta para esse perfil de pacien
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