Adolescente, 17 anos de idade, está concluindo um ano de
tratamento intensivo em Terapia Comportamental Dialética
para Adolescentes (DBT-A) para autolesão não suicida (ANS)
repetitiva, com melhora significativa na regulação emocional e
cessação da ANS nos últimos 4 meses. Ela não preenche
critérios para o diagnóstico de Transtorno de Personalidade
(geral ou específico), mas apresenta traços marcantes de
baixa autoestima, sensibilidade à rejeição e perfeccionismo.
Os pais, aliviados com a melhora, perguntam sobre o
prognóstico a longo prazo e a necessidade de
acompanhamento futuro, expressando a esperança de que
“essa fase difícil tenha passado para sempre”. Com base nos
achados dos principais estudos longitudinais da área, qual
orientação em relação ao prognóstico e ao planejamento
terapêutico seria a mais precisa, ética e clinicamente
informada?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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