Homem de 65 anos procurou o serviço de otorrinolaringologia com histórico de epistaxe recorrente há
40 anos. Refere que, inicialmente, o sangramento apresentava-se em pequena quantidade, sendo controlado
apenas com tamponamentos nasais. Com o passar do
tempo, ocorreu aumento da frequência e da intensidade
dos episódios, sendo necessários outros tipos de terapia, como cauterização nasal, que, pela utilização
sucessiva, resultou em perfuração septal. Refere que
filho e neto apresentavam epistaxes. Avaliação pulmonar subsequente revelou alterações como as apresentadas na imagem a seguir:
Tais dados são consistentes com a hipótese diagnóstica de
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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