O fungo Sclerotinia sclerotiorum (Lib.) é o agente etiológi...
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Ano: 2026
Banca:
Instituto UniFil
Órgão:
Prefeitura de Centenário do Sul - PR
Prova:
Instituto UniFil - 2026 - Prefeitura de Centenário do Sul - PR - Técnico em Agropecuária |
Q3906400
Agropecuária
O fungo Sclerotinia sclerotiorum (Lib.) é o agente
etiológico da podridão-de-esclerotínia, conhecida
como mofo-branco, uma das doenças mais
destrutivas da agricultura moderna. Trata-se de um
patógeno necrotrófico, altamente polífago, com
ampla distribuição geográfica, capaz de infectar
mais de 500 espécies vegetais, incluindo culturas de
grande importância econômica como soja, feijão,
algodão, canola, hortaliças e plantas ornamentais.
Considerando os sintomas, o ciclo de vida e aspectos
do manejo da doença, analise as assertivas e assinale
a alternativa correta.
I. Uma das principais características de S. sclerotiorum é a formação de escleródios, estruturas de resistência que, no ciclo sexual, podem originar apotécios com estipe, a partir da germinação carpogênica desses escleródios.
II. Os danos típicos causados pelo mofo-branco incluem lesões inicialmente encharcadas, seguidas por intenso crescimento micelial branco e apodrecimento de tecidos vegetais, associados à ação de enzimas hidrolíticas e à produção de ácido oxálico pelo patógeno.
III. A germinação dos escleródios pode ocorrer de duas formas: carpogênica, com produção de apotécios e liberação de ascósporos, ou miceliogênica, caracterizada pela emissão direta de hifas infectivas a partir do escleródio.
IV. No controle biológico do mofo-branco, diversos microrganismos apresentam potencial antagonista, incluindo fungos como Trichoderma spp. e bactérias como Bacillus spp., sendo também amplamente reconhecida a eficiência de microrganismos simbióticos fixadores de nitrogênio, como Bradyrhizobium, no controle direto do patógeno.
I. Uma das principais características de S. sclerotiorum é a formação de escleródios, estruturas de resistência que, no ciclo sexual, podem originar apotécios com estipe, a partir da germinação carpogênica desses escleródios.
II. Os danos típicos causados pelo mofo-branco incluem lesões inicialmente encharcadas, seguidas por intenso crescimento micelial branco e apodrecimento de tecidos vegetais, associados à ação de enzimas hidrolíticas e à produção de ácido oxálico pelo patógeno.
III. A germinação dos escleródios pode ocorrer de duas formas: carpogênica, com produção de apotécios e liberação de ascósporos, ou miceliogênica, caracterizada pela emissão direta de hifas infectivas a partir do escleródio.
IV. No controle biológico do mofo-branco, diversos microrganismos apresentam potencial antagonista, incluindo fungos como Trichoderma spp. e bactérias como Bacillus spp., sendo também amplamente reconhecida a eficiência de microrganismos simbióticos fixadores de nitrogênio, como Bradyrhizobium, no controle direto do patógeno.