No contexto da atuação fonoaudiológica frente à disfagia em ...
I. Na Síndrome de Guillain-Barré, a disfagia está frequentemente associada à fraqueza da musculatura orofaringolaríngea e respiratória, o que aumenta o risco de penetração laríngea e aspiração traqueal, sendo comum a indicação temporária de via alternativa de alimentação, preferencialmente por sonda nasogástrica ou nasoenteral, devido ao caráter transitório do quadro.
II. Na Distrofia Miotônica de Steinert, a disfagia orofaríngea envolve comprometimento progressivo das fases oral e faríngea da deglutição, sendo indicadas estratégias terapêuticas baseadas em adaptações e compensações, como adequação de consistência alimentar e manobras posturais, com foco na segurança da deglutição e não na normalização da função muscular.
III. Na Miastenia Grave Autoimune Adquirida, a disfagia decorre predominantemente de alterações estruturais fixas do sistema estomatognático, motivo pelo qual a terapia fonoaudiológica deve priorizar exercícios intensivos de fortalecimento muscular, visando à normalização da força e do tônus.
Está(ão) INCORRETA(S):