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Com base no mesmo assunto
Ano: 2024
Banca:
FUNDATEC
Órgão:
Prefeitura de Cidreira - RS
Provas:
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Assistente Administrativo
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FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Atendente de Educação Infantil |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Auxiliar de Inspeção |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Coordenador do Centro de Referência da Mulher |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Educador Social |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Fiscal Ambiental |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Fiscal de Industria e Comércio |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Fiscal de Tributos |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Monitor de Escola |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Regente de Banda |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Secretário de Escola |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Tesoureiro |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Agente Comunitário de Saúde |
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Agente de Controle às Endemias - ACE |
Q2561312
Legislação Federal
Franciele, mulher negra, 29 anos, chegou ao hospital obstétrico do município em
trabalho de parto, queixando-se de muitas dores. O médico plantonista admitiu a paciente e negou a
ela analgesia para dor. Durante o parto, Franciele sentiu fortes dores, chegando a desmaiar. O mesmo
médico que atendeu Franciele admitiu outro paciente, Cristian, homem branco, 31 anos, queixandose de dores abdominais, para o qual prontamente receitou analgesia. Com base nos fatos
apresentados e no Estatuto Nacional de Igualdade Racial, Lei nº 12.288/2010, pode-se afirmar que o
médico plantonista: