No planejamento de sistemas de olericultura intensiva, a rotação de culturas baseada na
alternância de famílias botânicas é a principal estratégia para a quebra de ciclos biológicos.
Todavia a eficácia dessa prática pode ser anulada pela “ponte epidemiológica”, onde patógenos e vetores com ampla gama de hospedeiros sobrevivem em culturas sucessivas de
famílias distintas, invalidando a troca taxonômica como método isolado de controle. Considerando as recomendações de manejo para o complexo Tripes – Vírus do Vira-Cabeça, qual das
sucessões abaixo representa o maior risco técnico de falha no controle dessa virose, apesar
de realizar a troca de família botânica?