Em conformidade com PERRENOUD, sobre o relacionamento com a...
O fato de o dever de informar e de envolver os pais agora fazer parte das atribuições dos professores e requerer competências correspondentes não deveria fazer com que se esquecessem de que o direito à informação e à consulta não apaga a obrigação escolar, o que, de certo modo, é uma maneira moderna de torná-la tolerável, aceitável para pais igualmente escolarizados, os quais recusam que seu filho seja instruído ou educado sem serem consultados (1ª parte). O diálogo com os pais, antes de ser um problema de identidade, é uma questão de competências. Envolver os pais na construção dos saberes se limita a convidá-los a desempenharem seu papel no controle do trabalho escolar e a manterem, nas crianças, uma “motivação” para levar a escola a sério, a fim de aprender (2ª parte). O correto, para uma reunião com os pais, é convocá-los autoritariamente e tratá-los como acusados no tribunal, para que, assim, o diálogo não seja de igual para igual (3ª parte).
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Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: O ponto decisivo era confrontar as partes 2ª e 3ª com o texto de Perrenoud, que rejeita a redução do envolvimento dos pais ao mero controle escolar e também a postura autoritária nas reuniões.
- Quando a banca usar autor de referência, verifique se há palavra restritiva absoluta, como "se limita", porque ela pode distorcer uma ideia parcialmente verdadeira.
- Em itens com partes numeradas, elimine primeiro os trechos frontalmente incompatíveis com a posição do autor; isso costuma definir a alternativa sem depender de reconstrução completa do texto.
- Se o enunciado atribuir ao autor uma conduta oposta ao princípio que ele defende, trate isso como erro material do item, mesmo que o restante do trecho pareça plausível.
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Comentários
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Fiquei intrigado com o trecho: Pais igualmente escolarizados!
me esclareçam se possível.
respondi letra E
O fato de o dever de informar e de envolver os pais agora fazer parte das atribuições dos professores e requerer competências correspondentes não deveria fazer com que se esquecessem de que o direito à informação e à consulta não apaga a obrigação escolar, o que, de certo modo, é uma maneira moderna de torná-la tolerável, aceitável para pais igualmente escolarizados, os quais recusam que seu filho seja instruído ou educado sem serem consultados (1ª parte).
O diálogo com os pais, antes de ser um problema de identidade, é uma questão de competências. Envolver os pais na construção dos saberes se limita a convidá-los a desempenharem seu papel no controle do trabalho escolar e a manterem, nas crianças, uma “motivação” para levar a escola a sério, a fim de aprender (2ª parte).
O correto, para uma reunião com os pais, é convocá-los autoritariamente e tratá-los como acusados no tribunal, para que, assim, o diálogo não seja de igual para igual (3ª parte).
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