Bia tem 22 anos e abriu a primeira ferida no braço há quase
uma década e ainda não pode dizer que alcançou remissão
completa do comportamento conhecido como cutting. Aos
13, quando fez o primeiro corte, a jovem se sentia triste e a
relação com o pai era péssima. "Queria chamar a atenção de
alguma forma. Dizer que eu estava ali e mostrar meu
sofrimento", conta. A jovem voltou a se cortar aos 17, e a
crise foi muito mais intensa. "Tanto os machucados quanto
as crises foram piores. Eu desenvolvi métodos para me ferir:
me queimava, me cortava, batia a cabeça na parede", diz. No
auge da crise, Bia afirma ter passado uns dois ou três dias
agonizando no quarto, machucando-se e tomando remédios.
"O engraçado é que a pessoa para quem eu pedi ajuda foi o
meu pai, justamente com quem mais eu tinha problema. Mas
só fiz isso quando eu já estava toda machucada, com as
pernas dilaceradas de tantos cortes", relata. (adaptado de
Ailim-Cabral, Adriana Bernardes. Conheça histórias de
pessoas que venceram o distúrbio da automutilação. Correio
Brasilense, publicado em 21/04/2014).
Para prevenir da cronificação do comportamento autolesivo
sem intenção suicida de Bia, qual teria sido a melhor
abordagem indicada?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
Treine mais com um simulado focado no seu concurso. Criar simulado
teste
Parabéns! Você acertou!
Está mandando bem! Treine mais em um simulado completo. Criar simulado