A fase catarral do Coqueluche tem duração de:

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Q3654343 Enfermagem
A fase catarral do Coqueluche tem duração de:
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Tema central: Coqueluche (Bordetella pertussis), especialmente as fases clínicas. A fase catarral é a fase inicial, com sintomas de resfriado (coriza, febre baixa, tosse leve), alta transmissibilidade e melhor resposta ao antibiótico.

Alternativa correta: 1 a 2 semanas. Essa é a duração típica da fase catarral, segundo CDC, OMS e Ministério da Saúde. Nesse período, a bactéria coloniza o trato respiratório superior e a tosse ainda é pouco específica; é quando o tratamento com macrolídeo (ex.: azitromicina) tem maior impacto em reduzir a gravidade e a transmissão. Referências: CDC Pertussis (2024), OMS/WHO, UpToDate, Harrison’s.

Raciocínio clínico: a coqueluche evolui em três fases:
- Catarral: 1–2 semanas (quadro de IVAS, alta contagiosidade).
- Paroxística: 2–6 (até 10) semanas, com acessos de tosse e “guincho” inspiratório.
- Convalescença: semanas a meses, com redução gradual da tosse.
Memorize a “regra 1–2–(2–6)”: catarral 1–2 sem; paroxística 2–6 sem.

Por que as demais estão incorretas?
- A) 4 dias: tempo curto demais. A catarral dura tipicamente ≥7 dias; em 4 dias, muitos casos ainda estão no início dos sintomas.
- B) 3 semanas: aproxima-se mais da fase paroxística ou da duração total dos acessos de tosse; não corresponde à fase catarral.
- C) 3 a 5 semanas: intervalo clássico da fase paroxística, quando surgem os paroxismos e a pós-tosse com vômitos; não é a fase catarral.

Dicas de prova e pegadinhas: quando aparecer “3–5 semanas”, pense em paroxística. Se falar em “fase com coriza e febre baixa”, associe à catarral (1–2 sem). Lembre: maior infectividade na catarral e nos primeiros 21 dias de tosse; após 5 dias de macrolídeo, reduz transmissão.

Diagnóstico e conduta (resumo útil): PCR/cultura de nasofaringe têm maior rendimento na fase catarral. Hemograma pode mostrar linfocitose (sobretudo em lactentes). Tratamento de escolha: azitromicina (ou claritromicina/eritromicina) e quimioprofilaxia dos contatos, conforme Ministério da Saúde, SBP, CDC.

Fontes: CDC Pertussis 2024; WHO Pertussis guidance; Ministério da Saúde – Guia de Vigilância; UpToDate; Harrison’s Principles of Internal Medicine.

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